República Dominicana deve investir 16,8 milhões de euros contra ferrugem
A informação foi reportada pelo embaixador, Antonio Vargas Hernández, diretor geral da Cooperação Multilateral, e ordenador nacional dos Fundos Europeus para Desenvolvimento.
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A informação foi reportada pelo embaixador, Antonio Vargas Hernández, diretor geral da Cooperação Multilateral, e ordenador nacional dos Fundos Europeus para Desenvolvimento.
Estabelecido pela primeira vez em 1962, tem sido historicamente um acordo multilateral entre governos que representam países produtores e consumidores de café
O Fundo Multilateral de Investimento (Fumin), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e a Associação alemã sem fins lucrativos Hanns Neumann Stiftung do Brasil investirão US$ 4,2 mi para apoiar a agricultura familiar do café em 11 municípios do sul e do leste de Minas Gerais.
Nesse final de ano, todos os olhares da comunidade internacional estão voltados para Copenhagen. A capital dinamarquesa será a sede de uma importante conferência, em dezembro, com o objetivo de discutir o futuro da coordenação multilateral na questão do clima. Em resumo, o que as partes discutirão será o futuro pós-Protocolo de Kyoto, buscando aliar as necessidades de crescimento econômico das distintas sociedades ao redor do globo com o imperativo da redução na emissão de gases poluentes. Nos limitaremos a fazer um apanhado geral daquilo que vem sendo abordado de mais interessante, a fim de auxiliar no esclarecimento desse importante assunto.
À medida que avançamos mar adentro na outrora crise financeira e atual crise econômica mundial, mais somos surpreendidos pela criatividade dos governos, que não apenas opinam sobre políticas adotadas por outros países, como também buscam, sobretudo, soluções que vão no mínimo no sentido contrário ao da resolução da situação. São dignos de menção, no Brasil e fora dele, as ações protecionistas tomadas pela Argentina e os novos movimentos de estatização na Venezuela, que levarão para ainda mais longe qualquer disponibilidade de o já escasso crédito internacional chegar perto de ambos os mercados.
O comissário europeu da Concorrência, o espanhol Joaquín Almunia, jogou para a Rodada Doha a responsabilidade de resolver as questões a respeito das barreiras impostas pela União Europeia (UE) às exportações de produtos agrícolas do Brasil.
O final de 2010 é uma boa oportunidade para lembrar temas que deverão continuar em pauta em 2011. Este é o caso das negociações de comércio. Depois de um longo período de hibernação, o Itamaraty tem indicado que as reuniões da Rodada Doha devem voltar a esquentar em Genebra. Além disso, do lado dos pactos bilaterais de livre-comércio, a probabilidade de o Brasil finalmente assinar um acordo de peso, no caso, com os europeus, aumenta a cada dia.
Diplomatas e ministros de 193 países aprovaram na última sexta-feira (29) uma série de medidas para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade do planeta. O pacote inclui um plano estratégico de metas para 2020, um mecanismo financeiro de apoio à conservação e um protocolo internacional de combate à biopirataria.
A Organização Mundial do Comércio (OMC) cancelou sua reunião ministerial marcada para março e governos já admitem que a conclusão da Rodada Doha ficará para 2011. Depois de nove anos de negociações e centenas de reuniões, governos não sabem o que fazer com o processo, que prometia gerar bilhões de dólares em abertura de mercados e redução da pobreza.
No último dia 27, o presidente dos EUA, Barack Obama, apresentou um balanço de suas realizações e indicou para onde caminha seu governo. Ele indicou ao país que a sua prioridade daqui por diante será a economia doméstica. Não foi uma boa mensagem para países como o Brasil, que esperam avanços nas negociações internacionais para a liberalização do comércio, conhecidas como Rodada Doha.
A Organização Internacional do Café (OIC), entidade multilateral sediada em Londres que reúne os principais produtores e importadores do grão, entende que os países-membros precisam compreender o mercado internacional em busca melhorar equilíbrio entre oferta e demanda para garantir preços que satisfaçam produtores e consumidores.
País quer que a Organização Internacional do Café seja transferida a partir de 2027
Declaração aborda questões como renda digna, transparência de mercado e equidade de gênero, além de políticas e instituições facilitadoras
Com a promessa de neutralizar as emissões de carbono até 2045, governo estadual da Califórnia aprovou um ambicioso plano de descarbonização da econonomia
Diretor geral e gestora de sustentabilidade do Cecafé destacam a importância da ESG (Ambiental, Social e Governança, sigla em português)
Pesquisador da Embrapa analisa as consequências da pandemia nos próximos anos
Bruno Varella faz uma analise sobre a paralisação do Órgão de Apelação da Organização Mundial do Comércio, que atingirá países em desenvolvimento, usuários frequentes do Órgão
Bruno Varella analisa como será o cenário pós-pandemia
Organização realiza reunião para atualização de um guia detalhado para promover o consumo da bebida
Evento foi organizado pela Global Coffee Platform, Rainforest Alliance/UTZ e Solidaridad e aconteceu em Bogotá, nos dias 17, 18 e 19 de julho
O êxito de uma iniciativa depende diretamente de sua capacidade de convencimento
Influenciados pelo gosto cada vez mais exigente dos consumidores, os contratos de compra de cafés especiais estão prestes sofrer uma atualização. A adaptação para incluir disposições que garantam padrões de qualidade é uma prioridade para os executivos dessa indústria. Eles já enfrentam escassez de alguns dos tipos de grão mais cobiçados e estão tentando acompanhar o gosto dos consumidores.
Mesmo com tudo jogando contra, como o recente fracasso das negociações preparatórias para a conferência da Organização Mundial do Comércio (OMC) na semana passada, na Suíça, o Brasil está otimista quanto a um acordo, ainda que tímido, na reunião ministerial de Bali, na Indonésia, entre 3 e 6 de dezembro. Os negociadores brasileiros acreditam que o evento poderá tirar a Rodada de Doha do estado de paralisia em que se encontra desde o fim de 2008, quando eclodiu a crise financeira internacional.
Quase uma ofensa para muitos do lado de cá do oceano Atlântico, essa ideia é um alicerce central da política agrícola europeia. Justificativa para a adoção de subsídios perversos ou um requisito para o reconhecimento da complexidade inerente à atividade rural, estamos diante de uma noção que dificilmente abandonará o debate público nas próximas décadas. De fato, é provável que a "multifuncionalidade" ganhe cada vez mais importância, o que exige uma reflexão sobre as consequências desse processo.