Após acordo de paz, instituições buscam reconstruir o mercado de café em Caquetá
A Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da Colômbia busca atuar na região que é uma das regiões mais afetadas pelo conflito colombiano.
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A Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) da Colômbia busca atuar na região que é uma das regiões mais afetadas pelo conflito colombiano.
Sim, o café é igual, é diferente e ambas as tendências determinam o funcionamento dos mecanismos que pautam a formação de seus preços. Café é igual na medida em que participa da ascensão das cotações<sup>1</sup>observada para todas as commodities metálicas, agrícolas e para o petróleo. Mas em que então o café mostra-se singularmente diferente? De início de conversa, não há apenas uma espécie de café de dentro delas grande diversidade de tipos.
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Safra de 2025 pode gerar até R$ 135 bilhões, com rentabilidade elevada e forte impacto nos cinturões cafeeiros
Esgrimir os dogmas pertence ao ofício do autêntico cientista. Discutir, portanto, a legitimidade da condição inelástica da demanda do café é um assunto por excelência, especialmente, por se tratar de uma caríssima premissa para os pseudoconhecedores desse mercado. A contração observada no mercado de trabalho em escala sem precedente traduzir-se-á em um encolhimento monumental da renda. Sim, há o reconhecimento generalizado de que o consumo de café sofrerá impactos da crise econômica.
A agricultura tende a ganhar grande destaque na Economia Circular por ser naturalmente amigável a práticas regenerativas
Metade do lote foi comprado pela japonesa Maruyama Coffee Co e seu grupo de compras, composto por Saza Coffee, Cometeer, Goodboybob Coffee, Difference Coffee e Harrods. A outra metade do lote foi comprada pela Sarutahiko Coffee Inc do Japão
A autoridade alfandegária do governo dos EUA obteve do Presidente a sanção da lei que estabelece regras bastante restritas para a importação de bens cujo processo produtivo contemple denúncias de trabalho escravo/forçado e/ou infantil. O café brasileiro não foi rotulado. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA.
A formação dos preços das commodities agrícolas ocorre em praças muito bem definidas. Para o café arábica, a Bolsa de Nova York. Por Celso Vegro, eng. agr. pesquisador científico do IEA e Félix Schouchana, economista, professor e consultor.
A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: "A Riqueza das Nações", que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Aliando-se essa nova riqueza com as novas exigências de sustentabilidade sócio-ambiental, temos diante de nós a verdadeira cafeicultura competitiva do século 21.
Empresto o título do último livro do escritor e compositor Chico Buarque (premiado com o Jabuti em 2010) para, igualmente, nomear esta análise do mercado de café. O escritor, em seu livro, discorre sobre a evolução de uma família ao longo de dois séculos, enfatizando sua decadência e seu futuro pessimista. A metáfora é evidente, o autor sugere por meio da saga familiar a própria trajetória do esforço em construir a nação brasileira. Por acaso, também, temos nosso leite derramado no agronegócio café e por essa razão faço proveito desse título.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ontem (16) que seu ministério elaborou uma nova proposta de Código Florestal a ser debatida dentro do governo com o objetivo de levar uma única posição para a Casa Civil. Izabella, que se reuniu com empresários na sede da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), evitou dar detalhes, mas disse discordar de vários pontos da proposta do deputado Aldo Rebelo (PcdoB-SP).
O grande gargalo que impede o crescimento do agronegócio brasileiro é a logística, na opinião de Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Agricultura. Mas o ex-ministro da Agricultura reconhece que seria importante - e é interesse do setor - exportar itens com maior valor agregado, mas, o problema, neste caso, é a falta de acordos comerciais. "Se não houver acordo comercial, que implica em ação de governo, e também do setor privado, não vai a lugar nenhum."
Qualquer um que se arrisque a analisar criteriosamente o mercado de café, com certeza observará que o segundo semestre de 2010 veio para demonstrar aspectos antes desconsiderados nas mais destacadas interpretações. Se é que as leis da economia não foram revogadas, a diminuição do consumo normalmente repercute em ajustes de preços para baixo. Que fatores econômicos ou não estariam por trás da escalada nos preços do café?
No início do mês de maio a Bolsa de Nova York (ICE Futures US) passou a considerar a possibilidade de adicionar o café arábica brasileiro (totalmente lavado ou semi-lavados) à lista de origens para entrega do contrato futuro "C". O assunto gerou bons artigos e diferentes opiniões e sugestões, conforme publicado no CaféPoint desde a consideração da Bolsa de NY. Acesse e veja o que está sendo discutido, tire suas dúvidas e deixa sua opinião.
A sociedade brasileira completa 25 anos de democracia plena, sob o mandamento de eleições amplas e sucessão saudável de orientações políticas na condução da Nação. A manifestação da sociedade civil em muitas ocasiões concentra-se apenas na denúncia, mas que não constituem bases para o avanço do conhecimento e suas ações. O aceite da origem brasileira nas negociações dos contratos C na bolsa de Nova Iorque constituiu-se em um assunto que motivou posicionamentos prós e contras. Em razão dessas divergências, faz-se necessária a continuidade das análises sobre essa questão.
Ao não relacionar ações mitigadoras do impacto social da exclusão econômica, o relatório "Análise Estrutural da Cafeicultura Brasileira" torna-se um documento de limitada aplicabilidade política. Os cafeicultores situados na franja de exclusão demandam ações públicas que propiciem sua reconversão produtiva, capazes de mantê-los dignamente enquanto produtores rurais, empregando inclusive conceitos como a multifuncionalidade da agricultura, como a preservação da paisagem e produção de água, por exemplo.
Ficamos assustados ao tomar conhecimento de algumas medidas já definidas na Agenda Estratégica do Café, como a utilização de mecanismos como o "Draw Back". A indústria não quer preços melhores, quer importar café para manter os preços deprimidos, pois com certeza pouco se importa com qualidade e muito menos deseja rotular o café ao consumidor. O que importa é o lucro a qualquer custo.
Os agentes do agronegócio café no Brasil esperam que um dia esse mercado espelhe tudo o que já é realidade em âmbito do vinho. Entretanto, nos encontramos distantes da Terra Prometida. O desprezo empresarial por regras de conduta comercial ainda predomina e aqueles que persistem em trabalhar com seriedade nesse mercado vivem sob permanente desconsolo.
Combinado às sensações prazerosas ao ser consumido e a seu efeito estimulante, aliadas ainda ao ritual específico da preparação (quando há um barista capacitado para esse fim), o café propicia momentos de sociabilidade e de pausa durante a jornada de trabalho. E, particularmente no caso dos moradores dos grandes centros urbanos, traz alívio frente aos penosos deslocamentos em âmbito de suas cidades.