Cafeicultura brasileira é a mais tecnificada do mundo, afirma presidente da Cooparaíso
Leia a entrevista que a Embrapa Café fez com o presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso, que completa 55 anos
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Leia a entrevista que a Embrapa Café fez com o presidente da Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso, que completa 55 anos
Apesar do resultado positivo, produtores estão preocupados com a queda do preço de café.
Conheça mais sobre a técnica que consta da abertura de terraços, com cerca de 1,5 m de largura, nas ruas ou no espaço entre-linhas do cafezal. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos das Fazendas Sertãozinho.
Celso Vegro analisa em seu novo artigo diversos aspectos críticos da atividade cafeeira em geografias montanhosas do país. Embora não existam soluções fáceis para os problemas atuais, "é vital que além da mobilização dos cafeicultores, novas rotinas de gestão da produção sejam adotadas, preparando as explorações para novos tempos que podem até não ser tão duros como os de agora."
Levantamento de dados permitirá obter um diagnóstico da produção cafeeira em relevo montanhoso em Minas Gerais, principalmente na Zona da Mata e região sul. "O estudo tem por finalidade caracterizar a estrutura produtiva da cafeicultura de montanha, identificando suas excentricidades, a fim de contribuir na formulação de políticas públicas eficientes para o segmento'', avalia Rodolfo Osório de Oliveira, um dos responsáveis pelo estudo.
Um Estado montanhoso, com chuvas regulares e bem distribuídas, com produtores atentos, que apostam em pesquisa e investem em tecnologia. Toda essa conjuntura faz do Espírito Santo o maior produtor de café conilon do país, com mais de 70% da produção nacional. A colheita deve acontecer somente em maio, mas a expectativa já é de um aumento de até 10% em relação à safra passada.
Em uma pequena extensão territorial de 9,1 mil hectares, a Região concentra 15 milhões de pés de café, que produzem 150 mil sacas de 60 kg do grão por ano
Pesquisa aponta quais altitudes, características de relevo e temperaturas na região das Matas de Minas contribuíram para as melhores notas dos cafés avaliados
Áreas cafeeiras estão entre as que podem receber testes. "O café é uma cultura que tem muito potencial, mas ainda não utiliza", afirma pesquisador.
Pesquisadores e especialistas em clima analisaram a região e revelam quais características tornam o local propício para produção do grão. Por Williams P. M. Ferreira, Gabriela Regina Ferreira, Thuane K. M. Barbosa, Marcelo F. Ribeiro, Elpídio I. F. Filho, José L. Rufino.
Segundo o diretor da entidade, Breno Mesquita, entre 40% e 50% da safra já está colhida.
Relatório Internacional de Tendências do Bureau de Inteligência Competitiva do Café aponta que estratégia tem sido aplicada por países como a Nicarágua, que expandiu suas vendas de café para Taiwan, com incremento foi de 600% em valor e 638% em volume.
Os vencedores dos primeiros lugares nos concursos Cup of Excellence do ano de 2013, realizados pela BSCA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - Apex-Brasil e a Alliance for Coffee Excellence - ACE, com patrocínio do Sebrae, utilizaram as cultivares Bourbon Amarelo, Catuaí Amarelo e Acaiá, todas desenvolvidas pelo IAC.
Torrefadora italiana lançou Monoarabicas de três países, além do illycrema, durante evento em Belo Horizonte. Confira!
Entre os dias 12 e 15 de junho, a <i>Specialty Coffee Association of Europe</i>(SCAE) realizará, em Viena, Áustria, mais uma edição do <i>World of Coffee</i>, maior evento do setor no Velho Continente. O café produzido por Tulio Junqueira na fazenda Carmo Estate Coffees, em Minas Gerais, foi escolhido pela torrefação austríaca Julius Meinl, que venderá a bebida durante o evento.
O lote de 22 sacas da Fazenda Rainha vencedor da 12ª Edição do Concurso <i>Cup of Excellence</i>, que é realizado pela BSCA para premiar o melhor café do País, foi arrematado pelo valor que corresponde a US$ 3.055,57 a saca de 60 kg.
Com o início da colheita de café em Minas, os produtores do grão voltaram a enfrentar problemas para contratar mão de obra, que, além de escassa, fica mais cara a cada ano. Em algumas regiões, os custos com os colhedores cresceram mais de 60%, se comparados com os de 2010.
O mercado de café está altamente competitivo, e em função de problemas decorrentes de adversidades de clima que atingiram os principais países produtores de café, prejudicando e reduzindo suas produções, o Brasil agora tem a oportunidade de ampliar sua participação no mercado, ocupando as lacunas deixadas por esses países. Desenvolvimento e emprego de novas tecnologias de produção e processamento podem garantir maior competitividade à cafeicultura brasileira.
Desde que a quebra na chamada safra principal colombiana se revelou bem maior do que se esperava, os ágios pagos pelos cafés suaves lavados sobre o preço do contrato C da Bolsa de Nova Iorque não param de bater sucessivos recordes. A Colômbia é principal produtor de suaves lavados que são também produzidos em outras origens como Peru, América Central, Uganda, Quênia e Tanzânia.
O governo de Minas está negociando com o governo federal o alongamento do prazo para o pagamento das dívidas dos cafeicultores contraídas junto ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). O governador Aécio Neves conversou com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para tratar do assunto. A dívida nacional dos cafeicultores com o Funcafé, correspondente aos anos agrícolas 2005/2006 e 2006/2007, soma R$ 1 bilhão. Os financiamentos foram obtidos para tratos culturais nas lavouras, colheita, transporte, secagem e estocagem do café.