Cafeicultura de montanha adota, em grande escala, novas variedades da Fundação Procafé
As variedades cultivadas estão sendo catucaí 785/15 (vermelho e amarelo), catucaí amarelo 24/137, catucaí amarelo 20/15 cv 479 e arara
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As variedades cultivadas estão sendo catucaí 785/15 (vermelho e amarelo), catucaí amarelo 24/137, catucaí amarelo 20/15 cv 479 e arara
Evento, que acontece até 29 de maio no aeroporto de Três Pontas (MG), revê conceitos sobre a tecnologia
A cultivar arara tem apresentado bom desempenho produtivo na condição de cafeicultura de montanha, mostrando, também, boa resistência
Observações foram efetuadas ao longo dos últimos 6 anos, em dezenas de lotes de lavouras que vêm sendo implantados na Zona da Mata de Minas e no Sul do ES
Celso Vegro analisa em seu novo artigo diversos aspectos críticos da atividade cafeeira em geografias montanhosas do país. Embora não existam soluções fáceis para os problemas atuais, "é vital que além da mobilização dos cafeicultores, novas rotinas de gestão da produção sejam adotadas, preparando as explorações para novos tempos que podem até não ser tão duros como os de agora."
Variedade tem apresentado boas e apropriadas características para o cultivo na cafeicultura de montanha. Saiba sobre seu surgimento e suas qualidades
Nota técnica tem objetivo de alertar os técnicos e os cafeicultores para passarem a observar as novas condições de ocorrência de pragas e doenças nos cafeeiros
Neste ano, os cafeicultores das regiões de montanha, especialmente os da Zona da Mata de Minas, plantaram milho em grande escala nas lavouras de café
Atividades serão realizadas no Campo Experimental da Epamig. Palestras abordarão temas voltados ao mercado, custos de produção, cultivares e manejo
Está cada vez mais difícil justificar a indicação de novos plantios com a cultivar de café catuaí, especialmente nas condições da cafeicultura de montanha
Plantio de café em terrenos de montanha ganhou facilidades com as práticas desenvolvidas recentemente
As palestras são pré-gravadas, mas o público poderá interagir com os pesquisadores por meio de plantão técnico por e-mail
A mecanização dos tratos nas lavouras de café é básica para a redução de custos de produção e para uma maior competitividade na cafeicultura
Entre os temas, estão amostragem de solos e folhas, pragas e doenças e segurança do trabalho.
Em matéria divulgada aqui no CaféPoint, abordou-se a questão da falta de tecnologia na cafeicultura de montanha, que tem originado debates na cadeia produtiva e órgãos públicos para que se encontre soluções a este desafio. Confira os diferentes pontos de vista e argumentações por parte de cafeicultores-leitores sobre esta questão e participe com sua visão sobre o assunto.
Este sistema é ainda mais adequado às lavouras onde não se pode mecanizar.
José Braz Matiello,da Fundação Procafé, Hugo V. Siqueira - da FAERJ, Wallace P. Couto do Programa Bule Cheio e Francisco Degli Sporti- cafeicultor.
Preços diferenciados, inovação tecnológica, erradicação de cafezais improdutivos e redução dos custos de mão-de-obra são algumas das propostas em discussão. A economia cafeeira nas montanhas mineras possui forte conteúdo social. É o segmento mais importante no Estado em geração de emprego. Para cada R$ 1 milhão investido na produção de café são criados 238 novos empregos em MG, demonstra estudo.
Evento ocorre em Manhuaçu/MG até sexta-feira (22/03) e conta com participação de instituições do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Com foco no mercado, na comercialização e na valorização do café, as atividades desta edição do Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha vão discutir medidas que possam contribuir para a exportação do café das matas de Minas.
No Brasil, o cultivo em regiões de montanha é cinco vezes mais caro do que a cafeicultura de cerrado. Segundo o MAPA, a colheita mecânica, largamente utilizada em regiões cafeeiras de topografias brandas em seus relevos, custa 20% da colheita manual, presente nas lavouras serranas. Tema tem sido colocado em pauta para que soluções sejam encontradas.
Pesquisadoras da Epamig Sul abordam o tema "Indicação Geográfica: caracterização ambiental para região de Machado".
Para abordar temas de mercado deste ano, a CNA realiza o Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro 2015.
Se não dá para mexer nos elevados custos de produção, o cafeicultor de montanha tem que investir em qualidade para aumentar os preços, e até mesmo justificar um custo tão elevado de produção. Certificação da propriedade pode ser uma caminho se o produtor também conseguir vender sua bica corrida diretamente ao consumidor final. Associar-se é outra opção, continuar produzindo caro e vendendo barato é que não dá.
Estudo do Educampo Café Sul de Minas / Sebrae-MG, em análises de propriedades em municípios onde a atividade cafeeira de montanha representa alta relevância econômica, comprova os altos índices do custo de mão de obra e sugere ferramentas de gestão apropriadas ao difícil contexto atual deste tipo de atividade. "Temos que priorizar a busca incessante das ferramentas de gestão". Por Rodrigo J. Muniz