Estudo aponta: café pode melhorar o humor
Pesquisadora relata que a bebida pode ajudar pessoas com depressão e ansiedade.
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Pesquisadora relata que a bebida pode ajudar pessoas com depressão e ansiedade.
A cafeína presente no café tomado de manhã pode ajudar a melhorar a resistência de atletas, revela estudo da Universidade de Georgia (EUA).
Coordenadora geral do programa Toma Café fala sobre as novas preparações como o cappuccino, frappuccino e bebidas frias.
Um estudo realizado por cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, apontou que vítimas do mal de Parkinson podem ter melhora em problemas de movimentos ao consumir pílulas de cafeína. A pesquisa monitorou 61 pessoas que sofrem da doença, com idade de 60 anos, em média. Elas foram divididas em dois grupos, um que consumiu pílulas de cafeína por seis semanas e outro que recebeu pastilhas sem a substância ou outras drogas.
O potencial energético do café vai além da xícara: substituir a cafeína sintética por aquela extraída do grão pode abrir novas fronteiras de mercado - e ajudar a enfrentar desafios da cadeia exportadora
A composição da água é crucial para a qualidade do café e influencia diretamente o sabor e o aroma da bebida
Tecnologia complementa a Denominação de Origem obtida em 2013, tendo agora uma comprovação científica da exclusividade do café e do terroir Cerrado Mineiro
Um estudo americano sugere que o café, além de servir como estimulante, ajuda a melhorar a memória. O estudo, publicado na revista especializada "Nature Neuroscience", testou a memória de 160 pessoas durante 24 horas.
Muitos estudantes brasileiros costumam usar o café para se manter despertos nos períodos que antecedem as provas escolares. Outros consomem café quando necessitam fazer esforços especiais em seus trabalhos. As indicações atuais são mais promissoras para a cafeína, abrangendo as prevenções de doenças de Parkinson e de Alzheimer.
O Red Bull, popular bebida energética cujo slogan é "te dá asas", não fornece mais energia do que uma xícara de café ou uma pílula de cafeína, de acordo com uma ação judicial que se tornou pública na quarta-feira nos EUA. A ação citou relatórios recentes no jornal científico Nutrition Reviews e no The New York Times que questionaram as afirmações feitas pelos fabricantes de bebidas energéticas.
Novos dados de uma pesquisa feita pelo NPD Group, que analisa as tendências sobre o que hábito alimentar dos americanos, descobriu que os jovens de 18 a 24 anos estão procurando café como estimulante, ao invés de refrigerantes com cafeína. Segundo estudo, em 10 anos, a estatística de consumo de café por jovens desta faixa etária em um período de duas semana nos EUA saiu de 15% para 39%.
Supondo que você precise de uma dose extra de cafeína, agora, e descobre que não há uma única xícara de café decente nas redondezas. Para resolver este problema, o professor norte-americano David Edwards criou Le Whiff , uma mistura de café em pó feito para ser inalado.
"Este é um dos experimentos mais promissores sobre o Alzheimer em ratos até o momento", disse Huntington Potter, diretor do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer (ADRC, em inglês) da Flórida. Segundo o autor principal do estudo, o neurocientista Gary Arendash, do ADRC, "a descoberta é uma evidência de que a cafeína pode ser um tratamento viável para o Mal de Alzheimer, e não simplesmente uma estratégia protetora".
O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Consumidores, entretanto, se mostram preocupados com os efeitos da bebida sobre a saúde, especialmente porque estudos contraditórios sobre benefícios e riscos da substância são publicados a cada mês. Agora, o Centro para Ciências de Interesse Público dos EUA fez uma extensa revisão dos mais importantes estudos divulgados e absolveu a cafeína de qualquer culpa.
O consumo de três ou mais xícaras de café por dia pode reduzir os riscos de câncer ovariano em mais de 20%, de acordo com um novo estudo. Os benefícios do consumo de café parecem estar relacionados ao teor de cafeína, de forma que os benefícios não foram observados com o café descafeinado, informaram os pesquisadores ao jornal Cancer Research. De todos os cânceres do sistema reprodutor feminino, o ovariano é o de maior mortalidade.
Os estudos que sugerem uma correlação entre a cafeína e risco na reprodução humana são observados em estudos de baixa qualidade em comparação com pesquisas consideradas como que quase ideais. Isto é importante nas pesquisas que sugerem crianças de baixo peso, parto prematuro, aborto espontâneo e anormalidades congênitas. Variáveis associadas quase sempre ao consumo de café são o tabagismo e o consumo de álcool, algo que nunca é especificado nas pesquisas que culpam a cafeína, e infelizmente o café, quando muitas vezes o consumo é de refrigerantes com cafeína.
Ao contrário do que muitos treinadores e instrutores afirmaram por anos, a cafeína não deixa as pessoas desidratadas e pode, de fato, melhorar a resistência dos atletas.