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56 resultados para "migrar"

30/05/2011

Análise: consequências da alta nos preços do café

Em 2010 a valorização do café arábica foi de 36,82%, e a do conilon de 10,51%. No mesmo período o café para o consumidor aumentou apenas 1,14%. De acordo com Jacques Carneiro, diretor da Carmo Coffees, algumas coisas vão acontecer diante dessas situações. "Nessa volatilidade, as indústrias vão mostrar a cara sem máscara, na qualidade do produto, no respeito ao seu consumidor." Diogo Ribeiro da Luz, da Bravo Café, comenta que o interessante é que, por um bom tempo, indústria tradicional e lavoura estavam carregando um "congelamento de preços" e, de outro lado o café na xícara, cujas vendas crescem, mais que dobrou de preço, senão triplicou em 9 anos.

12/08/2009

Um café com a marca da ousadia

Comprovou-se as características organolépticas do café conilon com notas na escala sensorial da ABIC que ultrapassaram a escala 8, inserindo o conilon na classificação de café gourmet. O setor de produção do café conilon não teme o futuro, está convencido do enorme espaço já conquistado e pretende caminhar para a conquista de horizontes ainda mais amplos. A falácia de que se consegue produzir conilon a baixo custo é um atestado inequívoco de desconhecimento do setor.

11/02/2008

Aquecimento pode reduzir arábica em SP e sul de Minas

O café arábica, cultivado em terrenos mais altos em São Paulo e no sul de Minas Gerais, é uma das culturas nacionais mais sujeitas aos impactos do aquecimento global. A previsão é do climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas (Inpe), Carlos Nobre. "Com 3 a 4 graus de aumento da temperatura média, o café arábica praticamente desaparece de São Paulo e do sul de Minas. Só algumas regiões serranas muito altas teriam clima adequado ao cultivo e a adaptação genética será muito difícil. O café teria que migrar para o sul do Brasil, da Argentina e do Uruguai", explicou.

19/08/2008

Vai um cafezinho argentino?

A referência a um hipotético "cafezinho argentino", algo totalmente descabido na realidade dos dias atuais, se deve ao estudo conjunto da Embrapa e Unicamp acerca dos efeitos do aquecimento global para a agricultura brasileira, publicado recentemente. Caso as projeções estejam corretas, a cafeicultura deverá migrar rumo ao sul de nosso continente, chegando a locais onde hoje a cultura não existe, como o Rio Grande do Sul, o Uruguai e, como o título sugere, a Argentina.