Como mecanizar cafezais nas montanhas
A mecanização no manejo de cafezais de montanha é muito importante, pois ajuda a viabilizar a execução das práticas culturais na lavoura
61 resultados para "mecanizar"
A mecanização no manejo de cafezais de montanha é muito importante, pois ajuda a viabilizar a execução das práticas culturais na lavoura
Para aproveitar melhor a área e os insumos utilizados, cafeicultores da região reduziram o espaçamento. Movimento influenciou maquinário de colheita.
Conheça uma nova maneira para facilitar o corte mecanizado na recepa das plantas adensadas, bem como o manejo dos resíduos cortados. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Se o que o Brasil fez é viável em outras regiões produtoras de café do mundo, e mesmo aqui onde a declividade é alta, deve ser analisado e avaliado. Por Carlos Henrique Jorge Brando, da P&A Marketing.
Mais de 8.400 pessoas passaram pelo evento, que espera chegar a de R$ 60 milhões em negócios.
Feira de negócios da cafeicultura promovida pela Cooxupé acontece entre os dias 18 e 20 de março, reunindo mais de 100 expositores e produtores de café do Sul de Minas e Cerrado Mineiro e do estado de São Paulo.
"Não recomendamos um espaçamento específico, mas procuramos analisar caso a caso", explica Antônio Carlos Fidélis engenheiro agrônomo da Cooxupé.
A presidência da Cooxupé, acompanhada da superintendência do Senar Minas, enfatizou durante coletiva de imprensa desta quinta-feira, na 12ª Femagri, após assinatura de convenio entre as entidades, que a mecanização da lavoura não significa impulsionar o desemprego. "Ao contrário, mecanizar supre a falta de mão de obra, um dos desafios do setor", afirma o presidente Carlos Paulino.
Encontro se deu na última sexta-feira (18/01) na Cooxupé e teve a presença de diretores da CNC, entre eles o presidente, Silas Brasileiro, e representantes de importantes cooperativas de café. O principal tema debatido no encontro foi a formação de uma aliança entre cooperativas de café para incentivar a mecanização da lavoura cafeeira.
Painel ´Desafios da Mecanização´ contou com forças nacionais e internacionais do agronegócio. Setor cafeeiro esteve representado por Carlos Paulino da Costa, presidente da Cooxupé. Ante os altos custos da produção do café, "a solução para o produtor é mecanizar", afirmou Paulino durante encontro.
No Brasil, o cultivo em regiões de montanha é cinco vezes mais caro do que a cafeicultura de cerrado. Segundo o MAPA, a colheita mecânica, largamente utilizada em regiões cafeeiras de topografias brandas em seus relevos, custa 20% da colheita manual, presente nas lavouras serranas. Tema tem sido colocado em pauta para que soluções sejam encontradas.
<br>Área cultivada com café no Estado caiu 46,8% em 12 anos. Para frear redução no quadro da cafeicultura paranaense, entidades representantes da cadeia produtiva criaram o ´Plano de Reestruturação da Cafeicultura Paranaense´, a fim de reestruturar e adequar produção do setor.
Estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostra que produzir café no Sul de Minas pode ser mais lucrativo do que é atualmente. Diferentemente do que se imaginava, a região conhecida por sua topografia montanhosa, de clima ameno e chuvoso, tem alto potencial para ampliar a mecanização da colheita das lavouras, reduzindo assim o peso do item mais caro no custo de produção do café.
Mão de obra é o principal responsável pelo custo de produção na atividade cafeeira. Conforme publicado em artigo no início do mês, a mão de obra, além de escassa, está perdendo qualidade. Qual a saída para isso? Acredita-se que a saída para a escassez de mão-de-obra é: mecanização, se é que é possível devido à topografia, restando para a cafeicultura de montanha se tornar apenas familiar, ou trabalhar como parceiro ou meeiro ou mesmo mudar de atividade. Qual sua opinião sobre isso? Acesse e participe.
O produtor paranaense que insistiu na cafeicultura desde a última grande geada de 2000 - suportando um longo período de preços baixos e custo de produção elevado - agora respira mais aliviado. Isso porque o café está valorizado no mercado internacional, com um cenário de elevação do consumo e redução nos estoques mundiais.
Com o início da colheita de café em Minas, os produtores do grão voltaram a enfrentar problemas para contratar mão de obra, que, além de escassa, fica mais cara a cada ano. Em algumas regiões, os custos com os colhedores cresceram mais de 60%, se comparados com os de 2010.
Uma pesquisa realizada nas lavouras de café do sul de Minas apontou resultados que surpreenderam até os pesquisadores. Ao contrário do que muita gente pensa, a região é propensa ao uso da mecanização nos cafezais. A pesquisa mapeou 138 municípios utilizando imagens do Impe e da Nasa. A conclusão foi que, dos 500 mil hectares da região, 81% podem ser mecanizados.
O custo de produção do café no Paraná é um dos mais altos do Brasil e o preço de venda um dos mais baixos. Aliada à falta da mão de obra e à dificuldade de crédito, a situação vem se agravando a cada ano e colocando a cafeicultura em risco no Estado Para buscar soluções, representantes de diversos órgãos e entidades estão se mobilizando.
O produtor de café da região está apostando cada vez mais na mecanização da colheita do grão. Nas grandes propriedades, os produtores que podem investir entre R$ 400 mil e R$ 600 mil compram as máquinas. Mesmo com o preço alto, as pequenas e médias propriedades também estão se mecanizando através da terceirização da colheita.
Com certeza temos de ter a participação ativa do Estado, mas de forma a resolver problemas e não de contemporizá-los com a postergação de pagamentos de dívidas. Necessitamos de um Estado participativo, inovador, com politica cambial compatível, com estrutura de impostos competitiva, agressivo em marketing, com politicas reguladoras de estoques e, principalmente, ativo na remoção de barreiras ao nosso produto.
Para tentar suprir a falta de mão de obra e de olho nas vantagens econômicas, cafeicultores estão partindo para a mecanização de 100% da lavoura - do preparo de solo à colheita. Segundo o agrônomo Ricardo Lima de Andrade, diretor da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), de Franca (SP), com atuação na região da Alta Mogiana, a mecanização total da lavoura depende de três fatores: grau de tecnificação da fazenda, topografia e tamanho da propriedade.
Discutir o atual momento da cafeicultura na região da cooperativa, onde essa lavoura padece com a falta de produtividade e está diante de dois desafios: a necessidade de mecanizar-se para enfrentar a escassez de mão-de-obra e evoluir na qualidade do produto. Para tanto, a Cocamar promoveu nesta terça-feira, em Altônia, região de Umuarama, o Encontro de Cooperados de Café, com a participação de 350 produtores e técnicos convidados.
Evento, que acontece até 29 de maio no aeroporto de Três Pontas (MG), revê conceitos sobre a tecnologia
Incrustado na Serra da Mantiqueira, o Vale da Grama tem sido destaque nos concursos de cafés especiais desde 1999 e, no final do ano passado, foi reconhecido como a mais nova indicação geográfica cafeeira do estado paulista