Consórcio irrigado aumenta em 60% a produtividade do café, diz estudo da Apta
O plantio consorciado de macadâmia HAES 816, desenvolvida no Hawaii, com café melhoram a produtividade das culturas.
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O plantio consorciado de macadâmia HAES 816, desenvolvida no Hawaii, com café melhoram a produtividade das culturas.
Entre as novidades estão macadâmia com coco, brigadeiro e churros.
Novidade é modelo de negócio que a empresa Café Quindío, da Colômbia, está implementando por meio de seu distribuidor no Reino Unido.
A discussão é antiga e parecia já encerrada na cafeicultura mais comercial, mas, com as cobranças por uma agricultura mais sustentável, ela tem voltado à evidência: arborizar ou não o cafezal?
País é o quinto maior produtor de café do continente africano, produzindo 800 mil sacas ao ano, de acordo com a Organização Internacional do Café
Arborização é uma prática que visa formar uma sombra rala sobre a lavoura para amenizar temperaturas máximas e mínimas no ambiente junto aos cafeeiros
Ulisses Ferreira analisa a produção da cooperativa
Altas temperaturas e preços baixos são os principais responsáveis pela queda. Especialistas acreditam que em breve não haverá produção do grão no local
Os fatores que estão causando a mudança são a ferrugem, a mudança climática e os baixos preços oferecidos
Em busca de tecnologias que amenizem os efeitos das mudanças climáticas na cafeicultura, pesquisadores da EPAMIG estudam alternativas como a arborização de cafezais. Essa tecnologia apresenta ótimos resultados na redução da temperatura ambiente, aumento da fertilização do solo e até mesmo na melhora da qualidade da bebida.
Os produtores rurais do interior de São Paulo estão enfrentando um problema: está faltando mão de obra pra colher as safras. Quem apostou na mecanização vai ter que desembolsar mais para atrair trabalhadores.
O presente trabalho é um estudo da possibilidade do aumento da rentabilidade das lavouras de café nas pequenas propriedades e em áreas montanhosas, onde se deve pressupor a manutenção do cafezal de forma mais auto sustentável e onde a diversificação de cultivos, com plantas anuais, se torna impraticável, para isso a proposta é o plantio de Cedro-Australiano em consorciamento com o café. O consorcio proporcionará um sombreamento parcial na lavoura que vai variar de acordo com a quantidade de plantas, melhorando assim a qualidade do fruto e após 15 anos obtém-se as torras para corte e comercialização. A arborização das lavouras também ajuda na preservação das mesmas devido ao aquecimento global.
A profunda divergência entre produtores e todo o restante do agronegócio (torrefadores/solubilizadores e exportadores) em torno do drawback café continua sem uma solução em vista. Estudos foram elaborados, debates promovidos e o tema permanece sem adequado tratamento. Impregnou-se no meio rural a idéia de que trazer café verde do exterior para processá-lo internamente visando à reexportação, geraria concorrência com a oferta doméstica contribuindo para a queda de suas cotações. Nada mais falso. É sabido que cada 10.000 sacas de café verde desviadas da exportação para o processamento industrial com foco na exportação, tem condições de gerar 88 novos postos de trabalho. Ora, para um país que se gaba de exportar 26 a 28 milhões de sacas de café verde in natura, poderia, igualmente, vangloriar-se do feito em incrementar em 1 milhão de sacas nas exportações de solúvel e torrado e moído com geração de 10 mil novos empregos a partir da adoção do drawback.
A cafeicultura no México compreende o cultivo de cerca de 480 mil ha de cafezais e a produção média anual tem sido em torno de 4,0 milhões de sacas, com tendência a reduções nos últimos anos, devido aos preços baixos, segundo relatório enviado ao CaféPoint por José Braz Matiello sobre a viagem feita ao México - patrocinada pela OCEMG - Organização de Cooperativas do Estado de Minas Gerais. Existe maior sustentabilidade no manejo e na preservação do ambiente, na cafeicultura do México em relação à brasileira, pelos melhores solos e pelo sistema sombreado.
A escolha do tema "Arborização em cafezais" para o 3º Simpósio Internacional de Café, que será realizado no Instituto Agronômico (IAC), nos dias 30, 31 de outubro e 1º de novembro, reforça a preocupação da classe cientifica em descobrir formas de manejos alternativos para uma cafeicultura mais sustentável.