Starbucks vende café não colombiano em Bogotá e irrita produtores locais
Polêmica surgiu por empresa ter se comprometido a servir café "100% obtido localmente" no país.
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Polêmica surgiu por empresa ter se comprometido a servir café "100% obtido localmente" no país.
Movimento deverá privar os consumidores locais dos grãos de melhor qualidade.
Atualmente com 20 unidades, a marca tem como meta estender-se para outras cidades.
A maioria do produto, hoje, é exportado como grãos sem processamento e apenas 5% são torrados.
A Puerto Rico Coffee Roasters (PRCR) traçou um plano agressivo para exportar suas marcas ao mercado porto-riquenho e latino-americano nos Estados Unidos.
Empresas estão percebendo o potencial do nicho, oferecendo alimentos orgânicos em suas gôndolas.
O país será o 17º mercado da Starbucks na região da América Latina e Caribe
Juan Valdez continua a se consolidar após registrar um aumento de 19% nos lucros em relação a 2015.
Com possibilidade, deve ser dada maior atenção à época da última fertilização do solo das lavouras de café. Williams Ferreira, pesquisador da Embrapa Café/Epamig UREZM na área de Agrometeorologia e Climatologia, e Marcelo Ribeiro, pesquisador da Epamig na área de Fitotecnia.
A Autoridade de Desenvolvimento de Café de Uganda promove o café através de eventos e exibições locais e internacionais, relacionando companhias a negociantes locais de café.
Os lucros da companhia indiana Tata Coffee Ltd., importante empresa do setor no país, aumentaram em mais de duas vezes no último ano. "O melhor resultado foi para a operação de café instantâneo, bem como a melhoria operacional nas plantações de café", afirma diretor executivo da companhia indiana. Parceria com Starbucks promete multiplicar ainda mais os seus negócios.
O Trung Nguyen Coffee Group Corp., maior firma processadora de café do Vietnã, planeja investor até US$ 80 milhões na expansão das suas operações nas regiões montanhosas do centro do país.
As exportações de café do Vietnã a outros países produtores quase dobraram nessa estação, de acordo com a Volcafe, unidade de café da trader de commodities ED&F Man Holdings Ltd. A Indonésia tem sido um "forte" importador após a produção ter caído no ano passado, disse a Winterthur, da Suíça. O Vietnã é o maior produtor mundial de café robusta e a Indonésia é o terceiro maior. Equador, Índia, México e China também têm importado grãos do Vietnã, disse o trader.
As exportações provavelmente cairão devido à menor produção pelas chuvas excessivas que prejudicaram a colheita e afetaram a floração. Como os preços domésticos estão muito altos, alguns produtores podem preferir vender localmente do que aos exportadores, uma vez que a nova colheita começa no período de abril-maio.
As exportações de café do Vietnã deverão cair nesse mês em cerca de um quinto com relação ao ano anterior, à medida que os estoques da safra anterior estão diminuindo e as chuvas têm atrasado a nova colheita, disseram comerciantes.
Na última sexta-feira (7), o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, avisou aos supermercadistas argentinos que, a partir de 1º de junho, estará proibida a importação de alimentos processados que também sejam feitos localmente. Se a medida realmente entrar em vigor, uma alta fonte do governo brasileiro já avisou que vai retaliar a Argentina em alimentos similares aos que forem atingidos. No 1º trimestre do ano, o país vizinho importou US$ 81 milhões em alimentos processados brasileiros e vendeu US$ 190 milhões para o Brasil.
Pensar globalmente, agir localmente. Máxima do pensamento ambientalista, o slogan supõe acreditar na base da sociedade. O Brasil jamais será uma nação desenvolvida se desprezar a força dos seus municípios. Responsabilidade socioambiental junto à comunidade.
O Conselho de Café do Quênia ativou um processo para revisar as leis que governam o setor para aumentar o consumo doméstico. Se aprovadas as novas leis permitirão que cooperativas que comercializam café torrem e vendam seus grãos.
A Câmara de Torrefadores de Café da Costa Rica pediu a abertura de uma negociação para importar café do Peru, aproveitando o marco da negociação de um Tratado de Livre Comércio (TLC) entre os dois países. O interesse dos empresários é obter melhores condições para a importação de café verde, o qual, segundo dizem, ajudaria a compensar a escassez enfrentada pela indústria costa-riquenha neste momento para abastecer o consumo interno.
Tradicionalmente, o café é conhecido como uma bebida do sul da Índia, mas a crescente demanda pelo produto em estados de outras regiões do país nos últimos anos começou a impulsionar o consumo total de café do país. Especialistas acreditam que a proliferação de redes de cafeteria em outras regiões que não o sul da Índia tenham contribuído para o aumento no consumo.
A Organização Não Governamental (ONG), <i>Rainforest Alliance</i> (RFA) destacou o crescimento significativo do cultivo de cafes especiais no Peru, que tem ocorrido apesar da redução da produção cafeeira de mais de 320 mil sacas ocorridas durante os últimos três anos. "De fato, 30% da produção total do Peru conta com algum tipo de certificação", disse a RFA.
As exportações de café da Índia em 2009 caíram 13% frente ao ano anterior, para 189.399 toneladas, afetadas por uma produção menor e por fraca demanda. Contudo, autoridades da indústria esperam que os embarques se recuperem no próximo ano.
A Associação de Cafeicultores, Produtores e Exportadores da Etiópia fez uma previsão de quase dobrar a produção de café do país, graças a novos investimentos em plantações. "Nossa meta é não somente aumentar o volume de café que o país está produzindo, mas também, produzir alguns dos melhores grãos do mundo, pelos quais a Etiópia é famosa".
Visita técnica integra programa organizado pela FAO e financiado pelo governo italiano para estruturar uma cadeia de valor do café no país africano