Cafeicultores colombianos buscam conquistar japoneses
O diretor executivo da Federação de Cafeicultores da Colômbia, Roberto Velez, reuniu-se com importantes líderes da indústria japonesa de café para promover o café colombiano.
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O diretor executivo da Federação de Cafeicultores da Colômbia, Roberto Velez, reuniu-se com importantes líderes da indústria japonesa de café para promover o café colombiano.
O tradicional Curso de Classificação e Degustação de Café, promovido pela Associação Comercial de Santos (ACS) iniciou nova turma no dia sete deste mês, com aulas previstas até o dia 31 de julho. Este ano, a turma conta com 16 alunos japoneses, que vieram à cidade para adquirir conhecimento sobre a bebida que tem conquistado cada vez mais espaço no continente asiático.
Os aumentos recentes do café não devem intimidar o consumo dos japoneses. Os importadores acreditam que o consumo continuará crescendo devido à forte economia do país.
Segundo a Abics, Brasil é o principal fornecedor do produto aos japoneses, obtendo receita de US$ 65,8 milhões, que corresponde a 45% do market share
O Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP&D/Café), administrado pela Embrapa Café, representante das principais instituições de ensino, pesquisa e extensão ligadas ao café, reconhece e agradece a contribuição dos imigrantes japoneses e de seus descendentes ao progresso da cafeicultura brasileira.
A vinda dos imigrantes japoneses começou no dia 18 de junho de 1908, quando o navio Kasato Maru saiu do porto de Kobe, no Japão e chegou ao porto de Santos com 781 japoneses. Os recém-chegados foram trabalhar em fazendas paulistas produtoras de café. Nesse mesmo ano, ocorreu a primeira remessa de café que se tem registro para o Japão. O país é o quarto maior mercado consumidor de cafés do Brasil, adquirindo mais de 2 milhões de sacas de café por ano.
A torrefadora de cafés gourmet Café do Centro une-se a um grupo de investidores japoneses com planos de abrir 100 cafeterias, nos próximos dez anos, em diferentes países do continente asiático. A primeira loja foi inaugurada em Tóquio, em 28 de maio de 2006.
A trajetória dos primeiros imigrantes japoneses ao Brasil será contada na exposição do Museu do Café (antiga Bolsa Oficial do Café), em Santos/SP, em outubro.
Uma descoberta que pode ter várias aplicações úteis foi anunciada por cientistas japoneses em artigo publicado na revista de ciência New Scientist. Eles chegaram à conclusão de que possivelmente bastaria apenas o cheiro do café para despertar pessoas que foram privadas de sono. Em uma situação prática, por exemplo, o perfume revitalizador do café poderia ser borrifado em fábricas para ajudar a energizar trabalhadores cansados que não podem ingerir a bebida enquanto operam máquinas.
A criatividade da cafeóloga e barista Eliana Relvas, aliada aos sabores e aromas das frutas e cafés do Brasil, promete movimentar o espaço brasileiro na Foodex 2008, que acontece em Chiba, Japão, de 11 a 14 de março. Eliana estará no comando das bebidas servidas no Bar Brasil, que compõe a área de degustação do pavilhão brasileiro promovido pela Apex-Brasil. O mercado japonês tem destacada preferência pelos cafés premium, principalmente os instantâneos. Em 2006, o país importou US$ 1,10 bilhões e o Brasil foi o principal fornecedor, seguido por Colômbia, Indonésia, Etiópia, Guatemala e Vietnã. O Brasil ainda exporta para o Japão, principalmente, café não torrado e em grão, mas há um grande espaço para os cafés finos.
O governo japonês, por intermédio de seu Ministério de Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social (MHLW), pôs em vigor, desde o dia 29 de maio deste ano, regulamento que dispõe sobre permissão e limitação de determinados resíduos químicos em -produtos alimentícios importados por aquele país.
Devido a problemas relacionados com contaminação por agroquímicos, o Japão está pensando em deixar de comprar café da Etiópia, dando preferência aos grãos da Guatemala. Segundo Takatoshi Tsutsumi, representante da firma Mitsubishi Corporation, o Japão poderia se converter em um trampolim para que o café guatemalteco chegue também ao mercado da China.
O Museu do Café de Santos, no litoral de São Paulo, recebe a exposição "A Trajetória dos Primeiros Imigrantes Japoneses e o Café Brasileiro no Japão Hoje" até o próximo dia 15 de fevereiro. O evento enfoca a trajetória dos primeiros imigrantes que chegaram ao Brasil a bordo do navio Kasato Maru, em 1908, para trabalhar na lavoura cafeeira. O centenário da chegada do navio é comemorado neste ano.
O crescente consumo de café pelos japoneses levou o Mc Donald's à decisão de abrir uma rede de cafeterias no Japão com preços mais atraentes que os da concorrência. A idéia é atrair as pessoas para cafés informais rápidos atendendo a diversos públicos diferentes, inclusive as famílias.
A Café do Centro está negociando a venda de cafés especiais para uma rede de varejo da Flórida e planeja inaugurar a segunda cafeteria no Japão no primeiro trimestre de 2007. Nos EUA, a idéia é começar comercializando o café com marca própria, informou o diretor-sócio da empresa, Rodrigo Peres Branco.
Os estoques de café verde nos portos japoneses permaneceram, ao final de maio/06, em 110.378 toneladas, crescimento de 7% em relação ao registrado no final de abril/06. Em comparação com os estoques de maio/05, houve um recuo de 12%, totalizando 125.335 toneladas.
As novas e mais restritivas regras japonesas sobre a presença de resíduos de agroquímicos, podem prejudicar as exportações brasileiras de café. Hoje o Japão é o quarto maior mercado do café brasileiro, atrás de Alemanha, Estados Unidos e Itália, respondendo por 10% da receita cambial obtida pelo Brasil no ano passado com exportações de US$ 233 milhões.
Os japoneses terão a possibilidade de degustar o café excelso que é produzido em Huila, na Colômbia, de forma ampla, com os grãos produzidos nesse Departamento posicionando-se ainda mais nos mercados internacionais.
Que tal um cafezinho brasileiro em Tóquio com sabor de história? Ginza não é só o nome de um bairro. Com uma loja de grife em cada esquina, virou sinônimo de elegância, lugar para ver e ser visto. Nenhum passeio a Ginza é completo sem uma parada para um cafezinho. Uma tradição que surgiu há exatamente um século, aqui nesta cafeteria, que abriu as portas em 1910. O nome mostra de onde os japoneses importaram este hábito. Até hoje eles servem o legítimo cafezinho brasileiro.
O Japão está disposto a importar grandes quantidades de café da Etiópia se as autoridades desse país garantirem a qualidade e a segurança dos grãos. O Japão parou de importar café da Etiópia em 2006/07 após terem sido encontrados grãos contendo substâncias químicas nocivas, disse o embaixador Kuniche Komano. Entretanto, o café etíope continua popular entre os consumidores japoneses, disse ele.
Ao protegerem identidade e qualidade do produto, cacauicultores brasileiros registram mais lucro, abrem estabelecimentos e veem crescer o turismo rural
Enquanto compras americanas se aproximam da média histórica, Europa e Ásia mostram sinais de enfraquecimento da demanda, segundo relatório da Hedgepoint; cenário aponta para mais um ano de déficit global e estoques baixos nas principais origens de arábica
Incrustado na Serra da Mantiqueira, o Vale da Grama tem sido destaque nos concursos de cafés especiais desde 1999 e, no final do ano passado, foi reconhecido como a mais nova indicação geográfica cafeeira do estado paulista
A Associação Comercial de Santos (ACS) inicia na segunda-feira, 5 de julho de 2010, mais um Curso de Classificação e Degustação de Café, com a participação de 16 japoneses e um inglês. As aulas vão transcorrer de segunda a sexta-feira, das 8 às 10 horas, até 29 de julho, quando também ocorrerá a solenidade de formatura.