Grupo 3corações concretiza compra do Café Itamaraty
Após aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a assinatura do contrato faz parte da estratégia de consolidação da empresa na Região Sul.
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Após aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a assinatura do contrato faz parte da estratégia de consolidação da empresa na Região Sul.
De acordo com a Abic, apenas as 10 maiores empresas apresentaram uma participação de 74,4% em volume, sobre o total produzido pelas associadas.
Um termo de cooperação será firmado entre os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente para ampliar o Programa Produtor de Água, da Agência Nacional de Águas (ANA).
Com o fortalecimento do mercado de cafés finos, a Itamaraty, de Rolândia, norte do Paraná, resolveu retornar às origens para continuar crescendo e voltar a ser importante num ramo tão tradicional no Brasil. Hoje a empresa é a 16ª torrefação do país, pelo ranking da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
No ano passado, a indústria Itamaraty participou do leilão que elegeu os melhores cafés paranaenses e adquiriu um lote de Arapongas, que teve o segundo melhor preço no concurso paranaense. O produto está sendo apresentado durante a Mecosuper (Feira e Convenção Paranaense de Supermercados), que termina hoje no ExpoTrade, em Curitiba.
O Palácio do Itamaraty será palco do seminário que dará início às comemorações do cinquentenário da Organização Internacional (OIC), entidade máxima da cafeicultura. O evento será durante o dia 17 de junho (segunda-feira), a partir das 9h30, no auditório do Itamaraty, em Brasília.
A posse do economista Robério Oliveira Silva na Direção-Executiva da Organização Internacional do Café (OIC), no dia 1º de novembro, em Londres, marca a segunda vitória da presidente Dilma Roussef na estratégia de ocupação de cargos em foruns econômicos internacionais.
O final de 2010 é uma boa oportunidade para lembrar temas que deverão continuar em pauta em 2011. Este é o caso das negociações de comércio. Depois de um longo período de hibernação, o Itamaraty tem indicado que as reuniões da Rodada Doha devem voltar a esquentar em Genebra. Além disso, do lado dos pactos bilaterais de livre-comércio, a probabilidade de o Brasil finalmente assinar um acordo de peso, no caso, com os europeus, aumenta a cada dia.
O governo dos Estados Unidos e as maiores associações industriais do país acusam o chanceler Celso Amorim de estar "condenando a Rodada Doha ao fracasso" e diz que Brasil, China e Índia precisam fazer as mesmas concessões que os países ricos fizeram nos anos 90 nas negociações comerciais. Para o Itamaraty, porém, é o governo americano que está em uma situação de isolamento cada vez maior na Rodada Doha.
Após um década afastado do comando da Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil quer voltar a controlar os rumos da outrora poderosa associação de 77 países produtores e consumidores do grão no planeta. O mais cotado para ocupar a diretoria-executiva do organismo a partir de 2011 é o economista Robério Oliveira Silva, atual diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura.
O debate sobre transgênicos é um caso típico da relação entre o universo utópico e o plano da realidade. A questão regulatória dentro do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, que visa criar regras para o movimento entre países de organismos vivos modificados (OVMs), como sementes, grãos, enzimas, bactérias e outros microorganismos, é um exemplo interessante de como os países, organizações não-governamentais, entidades do setor privado e organizações da sociedade civil se movimentam em torno de um assunto tão polêmico.
Terminou sem acordo o terceiro dia da reunião anual da Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. Os participantes ainda não chegaram a um consenso sobre o nome do novo diretor executivo da entidade e os trabalhos prosseguem amanhã, segundo fontes. Depois de a Índia ter retirado a candidatura ontem, o Brasil e o México seguem no páreo. Caso não haja consenso, a escolha terá de seguir para votação. O encontro anual prossegue até sexta-feira.
A Índia retirou a candidatura para a liderança da Organização Internacional do Café (OIC). Dessa forma, restam apenas o Brasil e o México na disputa do cargo de diretor executivo da entidade. A decisão do candidato indiano, Krishna Rau, foi tomada há pouco, no final das atividades do segundo dia da reunião anual da OIC, segundo fontes. As reuniões ocorrem a portas fechadas e não há informações oficiais.
Depois de ter conquistado a direção da Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o Brasil tentará eleger outro candidato brasileiro em entidade da área agrícola: a Organização Internacional do Café (OIC), em Londres.
As bases para uma bem-sucedida candidatura brasileira ao cargo de diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC) já estão formadas, embora a nomeação só ocorra em setembro próximo, durante reunião do Conselho da entidade, em Londres. "O processo decolou bem e agora vamos passar por um período de consolidação do pleito", afirma o diretor do Departamento do Café, Robério Silva, do Ministério da Agricultura, que é o candidato brasileiro ao cargo.
O Brasil e os Estados Unidos bloqueiam a proposta da França de usar o G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) para regular os preços de produtos agrícolas e criar um estoque mundial de alimentos. No dia 21 de janeiro, em Berlim, o grupo reuniu pela primeira vez os negociadores agrícolas do bloco. Mas a proposta do presidente francês Nicolas Sarkozy foi duramente atacada e Paris foi acusada de manipular a crise alimentar para defender seus interesses protecionistas.
O diretor do Departamento do Café (Dcaf), Robério Silva, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, é o indicado do Brasil ao cargo de diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), principal órgão da cafeicultura mundial com sede em Londres, da qual fazem parte 77 países (45 exportadores e 32 importadores).
Enquanto lideranças do setor cafeeiro e do governo buscam caminhos para que o Brasil assuma a cadeira de diretor executivo na Organização Internacional do Café (OIC), em Londres, dois nomes já são cogitados para assumir o cargo: o de Robério Olilveira Silva e Nathan Herszkowicz, este último já declarado candidato ao posto.
País formalizou candidatura à direção de organismo da ONU, sem ainda indicar nome. Segundo fontes do governo, presidente seria praticamente imbatível.
Na última sexta-feira (7), o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, avisou aos supermercadistas argentinos que, a partir de 1º de junho, estará proibida a importação de alimentos processados que também sejam feitos localmente. Se a medida realmente entrar em vigor, uma alta fonte do governo brasileiro já avisou que vai retaliar a Argentina em alimentos similares aos que forem atingidos. No 1º trimestre do ano, o país vizinho importou US$ 81 milhões em alimentos processados brasileiros e vendeu US$ 190 milhões para o Brasil.
"Não se pode deixar que os produtores de café solúvel sofram concorrência desleal. Sou claramente a favor do drawback, mas tem que haver regras como não deixar trazer lixo pra derrubar o preço do café no Brasil; não importar mais do que se utiliza no mercado interno e proceder com bastante rigidez nas questões fitossanitárias", afirmou o ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, o cafeicultor Luiz Hafers.
Na abertura dos trabalhos do Conselho da Organização Internacional do Café, o Brasil tornou clara sua intenção de introduzir uma agenda de ações que foquem a sustentabilidade econômica na cafeicultura mundial.
Alegando necessidade de ajudar setores mais afetados pela crise, os países ricos multiplicam seus subsídios à agricultura. Hoje, ministros das maiores economias se reúnem na Índia para debater como retomar a Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mas, enquanto os discursos serão usados para mostrar compromisso com a reforma do sistema comercial, a realidade é que americanos e europeus ampliam os subsídios. Em alguns setores, o aumento é de 400% nos últimos três anos.
Apesar de os produtores eficientes estarem tirando algum lucro com a cafeicultura no momento, o ideal seria que a saca estivesse pelo menos R$ 50,00 mais valorizada do que está hoje. (Segundo o Cepea, no mês de abril o valor médio foi R$ 260,08/sc) De qualquer forma, está muito claro que não há mais espaço para o cafeicultor pouco tecnificado. Os preços atuais remuneram apenas o produtor que consegue produtividade acima de 30 sacas por hectare.