Ipea analisa alta nos preços agropecuários no Brasil e no mercado internacional
Segundo o Cepea, há expectativa de oscilação em patamares elevados dos preços domésticos do produto no restante do ano
22 resultados para "ipea"
Segundo o Cepea, há expectativa de oscilação em patamares elevados dos preços domésticos do produto no restante do ano
Soja deve apresentar crescimento de 21,3%, milho de 10,2% e café de 5,7%. Projeções para arroz e trigo são de queda de 6% e 13,8%, respectivamente
A expansão de áreas plantadas no Brasil ganhou impulso a partir de 2002, e ocorreu principalmente no Centro-Oeste e Norte do país. É o que indica estudo divulgado ontem (06) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O levantamento mostra que, de 1994 e 2001, havia recuo anual na área plantada, cenário que começou a ser revertido em 2002.
Daqui a seis anos, "morrer de fome" poderá deixar de ter o sentido literal no Brasil para se tornar apenas uma força de expressão. A estimativa foi divulgada ontem (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo Marcio Pochmann, presidente do instituto, se o Brasil mantiver as atuais políticas econômica e social (do Bolsa Família ao aumento real do salário mínimo e da oferta de crédito) dos últimos anos, a taxa de extrema pobreza (população com renda per capita de um quarto de salário mínimo) deverá ser zerada.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou nesta quinta-feira, 02, a Carta de Conjuntura de junho. O documento, que analisa o nível de atividade econômica, emprego, inflação, setor externo, finanças públicas e crédito e mercado financeiro, revela a tendência de superação da economia brasileira após a pior fase da crise mundial.
O Instituto de pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do Ministério do Planejamento, reduziu a estimativa de crescimento da agropecuária de 3,3% para 2,5% este ano.
Estudo que acaba de ser liberado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra o Brasil não tão dependente das exportações de commodities como outros países. Os economistas do Fundo chegaram a essa conclusão calculando a relação entre as exportações líquidas de commodities e o total exportado. Por esse critério, as commodities representam 29% das exportações totais brasileiras, percentual inferior aos 51,2% do Chile, 37,3% da Argentina, 56,1% da Colômbia e 55,5% da Rússia, para citar alguns países avaliados no capítulo 4 do World Economic Outlook, a ser divulgado integralmente nesta semana.
Na leitura diária do Estadão, chamou-me a atenção o editorial de 15 de abril (A3) que defende a tese da politização do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O argumento defendido é baseado na análise dos recém-publicados documentos Comunicado da Presidência números 19 e 20, que discutem o emprego público no Brasil em comparação com outros países e a estrutura do nosso setor bancário.
Nos últimos três artigos publicados neste espaço, mostrei que as exportações do agro brasileiro continuarão crescendo, respondendo à demanda por alimentos nos países em desenvolvimento e aos elevados preços internacionais. Argumentei, também, que o Brasil vai crescer mais do que outros exportadores, porque, a menos que políticas erradas sejam adotadas, o agro brasileiro responde mais rapidamente às elevações de preço que o de outros países. Isso ocorre porque o agro brasileiro combina três condições não encontradas nos demais: disponibilidade de terra e água, estrutura produtiva que favorece a expansão e alto nível tecnológico na produção. O modelo agroexportador brasileiro, portanto, vai ganhar força.
O computador doméstico nunca chegou a tantos domicílios brasileiros, segundo uma pesquisa divulgada pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil): 36% das casas do país mantiveram ao menos uma máquina em suas dependências em 2009, aumento de 30% em relação a 2008. O aumento foi visto também com relação ao uso da web nas casas brasileiras: de 20% em 2008 para 27% dos domicílios no ano seguinte.
Porém o mês registrou baixa acentuada no milho, no algodão e no café - 49,6%, 50,1% e 35,7% em quantidade e 41,7%, 42,0% e 0,9% em valor, respectivamente
Diariamente são consumidas aproximadamente 25 milhões de xícaras de café em São Paulo. Ainda que desconheçamos estudos que quantifiquem o número de xícaras consumidas em outras megalópoles, acreditamos que esse patamar alcançado pela cidade de São Paulo a coloca no maior centro mundial de consumo da bebida. Corroborando essa informação, pesquisadores do IPEA, após aplicarem metodologia mais robusta para o cálculo de elasticidades para os dados sobre consumo alimentar apresentados pela POF 1995-96, concluíram que o café alcança a categoria de bem de luxo, ou seja, exibe elasticidade acima de 1 (mais precisamente, 1,0265), o que significa que para uma variação positiva de renda a procura pelo café aumenta mais que proporcionalmente a esse incremento de renda.
Maior parte da colheita é feita manualmente e com trabalhadores que chegam de outros estados. Por isso, há a necessidade de cuidados cada vez maiores
A reforma do Código Florestal se transformou em um dos mais contenciosos temas em debate na sociedade brasileira. As calorosas discussões no Congresso Nacional e por meio da mídia entre o deputado Aldo Rebelo, relator do texto aprovado na Câmara dos Deputados, e a ex-ministra Marina Silva, principal porta-voz daqueles que são contra a reforma, mostram o quão difícil seria negociar uma reforma que, antes de ser apresentada para votação no Congresso, fosse fruto de um consenso entre todas as partes interessadas.
O artigo de Rodrigo Cascalles, do Instituto Imaflora, aborda a questão do grande desafio da certificação: não perder o propósito maior desse mecanismo. Quando o produtor busca os atraentes prêmios recebidos pelos cafés <i>Rainforest Alliance Certified TM</i> para outro fim que não seja usá-lo em prol da sociedade e do meio ambiente, a lógica se perde na ganância de mercado.
O trabalho Projeções do Agronegócio - Brasil 2009/10 a 2019/20 é base para o planejamento estratégico do MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As projeções para o café mostram que o consumo interno deverá crescer muito acima do crescimento populacional nos próximos anos. A taxa prevista é de 2,65% ao ano para o período 2009/10 e 2019/2020. A área plantada de café deverá sofrer ligeira redução nos próximos anos.
Toda vez que as negociações comerciais ameaçam dar um pequeno passo adiante, as carpideiras de plantão já desfiam argumentos de forte conteúdo emocional, porém sem nenhuma consistência empírica. Tal é o caso do atual momento das negociações multilaterais de Doha, no qual se busca evitar um final melancólico para a rodada, que teria conseqüências nefastas para a própria sobrevivência da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Diante do enfraquecimento das principais economias do mundo, como a americana, o Brasil e outros países emergentes deverão ocupar lugar das nações mais importantes nos próximos anos. A opinião é do diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), o economista Paulo Nogueira Batista. Segundo ele, o Brasil tem muito mais credibilidade no exterior do que na cabeça dos próprios brasileiros.
O Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, vai promover no <b>dia 15 de agosto às 9:30h</b>, na cidade de São Paulo, o seminário "Política Econômica e Renda na Agricultura". Serão debatidos temas como organização e desenvolvimento territorial, segurança alimentar, gerenciamento de risco no agronegócio e desenvolvimento e meio ambiente.
O emprego no setor repetirá, em 2006, o pífio desempenho observado no ano passado. Projeções da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indicam que o saldo de novos postos de trabalho gerados pela agropecuária deverá ser negativo até o final de dezembro de 2006.
As dificuldades criadas pela CLT no meio rural têm sido objeto de várias análises. Gervásio Castro de Rezende acaba de trazer a público um trabalho que, por sua robustez teórica e cuidado com os dados, constituirá um marco na literatura sobre as questões trabalhistas na agricultura brasileira.
As cotações do café, nos diferentes mercados internacionais, enfrentaram grande volatilidade em julho devido ao avanço da colheita brasileira e ao peso da movimentação dos fundos de investimentos. Isto conduziu a uma queda contínua nas cotações, até o dia vinte do mês, quando se iniciou um processo de recuperação, sob o efeito de riscos de geadas no Brasil e de relativa escassez de café robusta no mercado.