Café fica mais caro na BM&F que em NY
A combinação entre oferta escassa, demanda elevada e problemas de liquidez na BM&FBovespa levaram o mercado futuro de café a uma situação inédita nas últimas semanas.
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A combinação entre oferta escassa, demanda elevada e problemas de liquidez na BM&FBovespa levaram o mercado futuro de café a uma situação inédita nas últimas semanas.
A desvalorização do real em relação ao dólar na sexta-feira, 2 de setembro, e a possibilidade de que esse movimento - se mantido - estimule um aumento das exportações brasileiras provocaram a queda das cotações do café na bolsa de Nova York.
Cotações do café encerram a semana em alta nos mercados futuro e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, maio/10, teve alta de 125 pontos, fechando o último pregão da semana a 137,40 centavos de dólar por libra-peso, na quinta-feira(01). A saca de 60 quilos do café arábica fechou a R$ 280,65, com leve alta de 0,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. Segundo traders, a oferta global justa segue a oferecer alguma sustentação aos preços.
As cotações do café fecharam em alta ontem na bolsa de Nova York, mais uma vez impulsionadas por compras especulativas alimentadas pela deterioração do dólar em relação a outras moedas e seu efeito "altista" sobre as commodities em geral. Contratos com vencimento em dezembro encerraram a sessão negociados a US$ 1,3925 por libra-peso, ganho de 80 pontos.