Produção mundial de café conilon cresce 418% em 55 anos, aponta CNA
Um dos fatores do aumento está relacionado com a melhoria da qualidade da bebida, aponta estudo.
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Um dos fatores do aumento está relacionado com a melhoria da qualidade da bebida, aponta estudo.
"Já estamos saindo para o terceiro ano com interferências climáticas no nosso negócio e ainda não sabemos como será o próximo ano", destaca Carlos Augusto
O ano de 2011, marcado por alguns eventos ou momentos um tanto quanto diferentes na cafeicultura de Conilon no Espírito Santo e no mundo, merece uma conotação especial na história da cafeicultura Brasileira.
"É com muito orgulho que lanço o último Plano Agrícola e Pecuário do meu governo. Avançamos muito, nos últimos sete anos, e uma prova disso é que o crédito rural cresceu quatro vezes e meia nesse período." A declaração é do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que participou na tarde de ontem (7), do anúncio da edição 2010/2011 do Plano, que terá R$ 100 bilhões para financiar a nova safra da agricultura empresarial.
Em reunião nesta segunda-feira, 5, entre os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Reinhold Stephanes (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) foi discutida a grave situação do setor cafeeiro, que enfrenta uma dívida acumulada de cerca de R$ 2,6 bilhões. "O governo entende que é melhor encontrar agora uma solução definitiva para a questão do endividamento do que conceder uma prorrogação de 90 dias", informou o presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado Carlos Melles.
Polêmicas têm sido geradas sobre os impactos da estiagem na produção da safra 2012. Quando analisada a cultura do café, diante da abençoada fartura de água do aquífero Urucuia, esta não sofreu interferências pelo clima, esclarece Glauber de Castro, presidente da Abacafé - Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia.
Palestrantes do evento mostraram como o clima impactou na produção atual de café arábica. Fórum também apresentou as previsões meteorológicas dos próximos meses
Evento será realizado no dia 27 de julho, no auditório da matriz da cooperativa, em Guaxupé (MG), e contará também com transmissão ao vivo pelo YouTube
Agrônomo da Corteva Agriscience, William Santana, aborda protagonismo do café brasileiro no mundo e evolução da cultura e das soluções que ajudam o produtor
Eduardo Carvalhaes aponta que a delicada situação dos cafezais brasileiros com a prolongada estiagem deste ano preocupa cafeicultores e o mercado como um todo
Ação reflete decisão do CDPC, que reconhece a importância da OIC ao Brasil e a necessidade de melhoria de sua atuação
No dia 7 de junho o volume negociado de café com Nova York foi o maior desde junho de 2016
Encontro acontece em Guaxupé, de 18 a 20 de março na Femagri, realizada pela Cooxupé, a maior cooperativa de cafeicultores do mundo.
Fenômeno provoca aquecimento das águas do Oceano Pacífico, o que produz impacto no clima em todo o Sul do Brasil
Dificuldades climáticas, falta de seguro agrícola e ineficácia de políticas governamentais levam a dívida dos produtores rurais a se acumular ano após ano. Estimativas apontam que o montante do endividamento já chegou a R$ 140 bilhões.
Os números de café beneficiado no Brasil, em 2010, apontam produção de 47,2 milhões de sacas de 60 quilos, de acordo com a terceira estimativa da Conab, divulgada nesta quinta-feira, 9 de setembro. Acesse e confira o levantamento completo.
A quebra da bolsa de Nova York, em 1929, dá a medida das incertezas históricas que marcaram o comércio de café. As exportações brasileiras, que haviam alcançado o recorde de 13,5 milhões de sacas em 1909, não ficaram imunes e encolheram para 9,3 milhões de sacas no ano do "crash" e no seguinte, com sérias sequelas para a economia do país.
O nosso alerta é para que haja igualdade de condições de tratamento nas políticas públicas para o café, não se permitindo que o valoroso café Conilon se torne um excluído no processo de construção de uma cafeicultura nacional sustentável. Necessitamos de uma política nacional para nossa cafeicultura que envolva um maior volume de recursos federais, no momento certo e na hora adequada.
Há esperança de que, tanto em matéria de política aplicada ao setor cafeicultor como no caso da crise internacional, os erros do passado se traduzam em melhores respostas à coletividade, sem o apego a teses fundamentalistas ou aos que mais gritam, e que nem sempre merecem a ajuda. Confiar exclusivamente no mercado pode levar à desintegração de arranjos sociais inteiros, negando a milhões de cidadãos a chance de entrar no jogo.
A Câmara dos Deputados e o Senado dos EUA aprovaram, por maioria absoluta, o texto da nova Lei Agrícola (Farm Bill) que entrará em vigor ainda este ano, com vigência até 2012. A lei é uma mescla dos projetos aprovados nas duas Casas no ano passado. A vitória com votos a favor acima de dois terços do total significa que o texto aprovado tem tudo para seguir adiante na forma desejada pelo Congresso, mesmo que o presidente George W. Bush decida vetá-la. Por razões que discuto a seguir, podemos esperar que o veto seja exercido. No entanto, Câmara e Senado podem anulá-lo, justamente porque o texto foi aprovado por maioria absoluta. Assim, podemos tomar o texto como a lei que entrará em vigor.
O mercado de cafés especiais tem apresentado uma taxa de crescimento em torno de 15 a 20 % por ano, no entanto, o volume ainda é pequeno e se resume a mercados restritos a alguns compradores que realmente pagam algum ágio pela qualidade, segundo Marcelo Vieira Pedroza, gerente de cafés especiais da Expocaccer - Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado Ltda.
Neste nosso privilegiado Brasil, temos enormes potencialidades produtivas, tanto na agricultura como na pecuária; se soubéssemos explorá-las racionalmente, elas nos permitiriam gerar as riquezas que tanto necessitamos para reduzir a pobreza rural e também para solucionar vários dos nossos grandes problemas nacionais. A nossa agropecuária tem vocação para ser a mais poderosa "locomotiva" do desenvolvimento nacional.