O castigo da opulência
O ciclo de ascensão das cotações das principais matérias-primas básicas não foi muito generoso com o café, que, ao contrário, desde 2005 não exibe cotações que permitam captura de margem por parte dos produtores. O longo período de valorização do real explica parte desse andar de lado, mas outra parte é que o produto não sustentou elevadas cotações e, desde o segundo semestre de 2005, ficou com preços praticamente estáveis em reais.