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19 resultados para "inflacionarias"

08/04/2011

FAO: índice de alimentos tem queda após 8 meses

O índice global de preços de alimentos da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação, caiu em março pela primeira vez após oito meses de altas. A queda foi de 2,3% em comparação com fevereiro, mas o índice ainda está 37% acima do nível de março do ano passado. A alta no custo de alimentos tem sido uma das razões de pressões inflacionárias tanto em países emergentes como nos desenvolvidos, o que inquieta os bancos centrais dessas nações.

14/10/2009

Gustavo Loyola (ex BC): dólar pode chegar a R$ 1,60

Diante das perspectivas de retomada da economia, o real deve continuar se valorizando ante o dólar e contra isso há pouco o que o Banco Central possa fazer, acredita o ex-presidente do BC, Gustavo Loyola. "O BC tem feito o possível no câmbio, mas a tendência é de apreciação e não há como remar contra essa corrente", afirmou. De acordo com Loyola, a moeda deve cair logo para R$ 1,70 e buscar nos próximos meses a cotação de R$ 1,65 ou mesmo R$ 1,60.

12/06/2009

CNA: queda da Selic ajuda baixar juros da agropecuária

Segundo a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, a decisão de quarta-feira (10) do Copom (Comitê de Política Monetária) contribui para conter a queda do dólar e a consequente valorização do real, que pressionam para baixo os preços das commodities agrícolas no mercado interno. A decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central possibilita, também, a redução das taxas de juros praticadas no setor agropecuário.

16/07/2012

As boas intenções (1)

O forte declínio das cotações do café arábica que se iniciou entre setembro e outubro de 2011, alcançando a mais intensa depreciação em junho de 2012, quando as cotações se aproximaram dos R$365,00/sc. para cafés finos, deixou todos que de alguma forma participam desse mercado completamente atônitos. Creditar, exclusivamente, à crise financeira a baixa nas cotações não parece posicionamento acertado, tendo em conta que os reflexos sobre o consumo da bebida não foram na mesma intensidade com que atingiram outros itens de consumo. Ademais, não se percebe qualquer notícia de recomposição de estoques mesmo tendo em conta a safra de alta brasileira e a formidável safra vietnamita.

01/07/2011

Semestre positivo para as commodities

As commodities não passaram incólumes pelos vagalhões, tanto em razão dos movimentos financeiros que os sucederam quanto pelas ameaças ao consumo que representaram. Mudanças de posições dos fundos de investimentos desnortearam os mercados em alguns momentos, e a volatilidade dos preços deu o tom, incentivando uma união de esforços para coibi-la cujo capítulo mais recente e decepcionante foi escrito na semana passada, na reunião dos ministros da Agricultura do G-20, em Paris.

04/05/2011

Café: mercado altista diante preocupação com oferta mundial

Cotações registram mais um dia de valorização nos mercado futuros e físico nesta terça-feira (03). Preocupação com suprimento da demanda mundial por café tem sustentado a alta. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 555,19, com forte valorização de R$ 5,05 segundo o indicador Cepea/Esalq. Negócios seguem lento, com pouco café a ser ofertado. A colheita já se inicia em alguams regiões.

16/10/2008

Sem ICMS, preço dos alimentos poderia recuar 7%

Caso o governo abrisse mão da parcela do ICMS que incide sobre os alimentos, R$ 15 bilhões seriam injetados na economia brasileira todos os anos. "E no atual momento econômico, esse dinheiro seria bem vindo", defende Fernando Garcia, coordenador do projeto desenvolvido pela empresa de consultoria FGV Projetos, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com o Departamento de Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Deagro-Fiesp).

03/04/2008

Café: o confronto entre dois mundos

A profunda divergência entre produtores e todo o restante do agronegócio (torrefadores/solubilizadores e exportadores) em torno do drawback café continua sem uma solução em vista. Estudos foram elaborados, debates promovidos e o tema permanece sem adequado tratamento. Impregnou-se no meio rural a idéia de que trazer café verde do exterior para processá-lo internamente visando à reexportação, geraria concorrência com a oferta doméstica contribuindo para a queda de suas cotações. Nada mais falso. É sabido que cada 10.000 sacas de café verde desviadas da exportação para o processamento industrial com foco na exportação, tem condições de gerar 88 novos postos de trabalho. Ora, para um país que se gaba de exportar 26 a 28 milhões de sacas de café verde in natura, poderia, igualmente, vangloriar-se do feito em incrementar em 1 milhão de sacas nas exportações de solúvel e torrado e moído com geração de 10 mil novos empregos a partir da adoção do drawback.