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15 resultados para "imagino"

06/07/2010

Colheita do café movimenta comércio no sul de MG

A colheita do café está movimentando o comércio das cidades do sul de Minas Gerais. Milhares de pessoas são contratadas, de várias partes do país, para trabalhar nas lavouras. No município de Cabo Verde, por exemplo, cinco mil apanhadores chegaram para a safra. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cabo Verde, Reginaldo Roberto da Silva, imagina que os trabalhadores gastem em torno de 30% de seu salário no comércio local.

03/12/2009

O que há de errado com o Código Florestal

O debate sobre o Código Florestal tem estereótipos muito bem definidos. A discussão se polariza e se transforma numa batalha entre os que querem destruir o meio ambiente, os ruralistas, e os que lutam para defendê-lo, os ambientalistas. Olhando para o problema dessa forma simplória, o julgamento é imediato. Entretanto, a despeito da improbabilidade de alguém, em pleno século 21, continuar empenhado em destruir o meio ambiente, é esclarecedor nos fazermos a seguinte pergunta: a agropecuária brasileira quer mesmo desmatar mais? Qual é a razão do descontentamento com a lei florestal? O que incomoda o setor rural no Código Florestal é que ele joga o custo da preservação ambiental apenas nos produtores.

02/10/2007

A verticalização como ferramenta de agregação de valor

Na cafeicultura, geralmente é dada maior ênfase aos aspectos técnicos da produção propriamente dita ou seja, técnicas para aumentar a quantidade e qualidade do café produzido. O que salta aos olhos é verificar que o café só passa a realmente ter mais valor agregado quando se despede do produtor e passa a ser trabalhado pelos intermediários. Assim, parece lógico supor que a sobrevivência do produtor na cafeicultura passe, obrigatoriamente por este assumir papéis mais avançados na cadeia.

09/08/2007

Consumo mundial, produção brasileira e preços

A tendência é que realmente o mundo vai beber mais café nos próximos anos. A cada ano a China inclui no seu mercado de trabalho cerca de 35,0 milhões de pessoas. Isso equivale a população da argentina. No Brasil, pode ser que a promoção de tratos culturais seja limitada em função dos produtores estarem com os seus preços de venda (nos dias de hoje) próximo do preço de custo (isto com relação ao café arábica que representa 75% da produção brasileira). Acredito ainda que as perspectivas para o mercado de café, no médio prazo, sejam favoráveis.