Festival mistura 'Café com Música' no sul de Minas Gerais
Com oficinas de instrumento, apresentações de banda, tenores e muita degustação de café o Festival segue até dia 22 de junho, em Cristina- MG.
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Com oficinas de instrumento, apresentações de banda, tenores e muita degustação de café o Festival segue até dia 22 de junho, em Cristina- MG.
Em entrevista ao CaféPoint, Eduardo Carvalhaes do Escritório Carvalhaes comenta sobre o bom ano que foi 2010 para o café, sobre o cenário atual da atividade cafeeira e expectativa para 2011, que segundo ele é bastante positiva para o produtor. Acesse e assista essa breve análise do setor cafeeiro.
A colheita do café está movimentando o comércio das cidades do sul de Minas Gerais. Milhares de pessoas são contratadas, de várias partes do país, para trabalhar nas lavouras. No município de Cabo Verde, por exemplo, cinco mil apanhadores chegaram para a safra. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cabo Verde, Reginaldo Roberto da Silva, imagina que os trabalhadores gastem em torno de 30% de seu salário no comércio local.
O CaféPoint viajou até a região para conhecer a produção e a atuação do Sebrae na criação de marca e na organização do pedido de Indicação de Procedência
Vivemos uma grande transformação no mundo todo e no café não é diferente. Para falar em transformações no mundo do café, inevitável recorrermos as bem traçadas "3 ondas de consumo do café",
Rodrigo Costa e suas considerações sobre os ciclos dos preços do café
Bruno Varella analisa as decisões do atual Presidente Jair Bolsonaro
Alvaro Dias, Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e Marina Silva compareceram e explicaram o ponto de vista sobre alguns temas
Para a Conab, os preços dos grãos estão fora de equilíbrio. As perdas podem chegar a R$ 130 a saca, dependendo da região de produção. Enquanto o café de melhor qualidade não alcança nem o custo de produção, o de pior tem um prêmio de até 60%. Empresas americanas e europeias estão aproveitando o momento para aumentar as suas margens de lucro. Por Gustavo Machado - Brasil Econômico
O cafeicultor Estherio Colnagode, de São Domingos do Norte-ES, pergunta: "Este veranico que ocorre no ES quando acaba? E quando chover, o que podemos esperar até abril?" Confira as explicações de Celso Oliveira, da SOMAR Meteorologia.
O leitor do CaféPoint Paulo Henrique Leme (PH), consultor em marketing estratégico no agronegócio, enviou um comentário ao artigo "Sob as bênçãos da viúva?", enfatizando as soluções para que sejam traçadas estratégias à cafeicultura. Acesse e leia a carta na íntegra.
O debate sobre o Código Florestal tem estereótipos muito bem definidos. A discussão se polariza e se transforma numa batalha entre os que querem destruir o meio ambiente, os ruralistas, e os que lutam para defendê-lo, os ambientalistas. Olhando para o problema dessa forma simplória, o julgamento é imediato. Entretanto, a despeito da improbabilidade de alguém, em pleno século 21, continuar empenhado em destruir o meio ambiente, é esclarecedor nos fazermos a seguinte pergunta: a agropecuária brasileira quer mesmo desmatar mais? Qual é a razão do descontentamento com a lei florestal? O que incomoda o setor rural no Código Florestal é que ele joga o custo da preservação ambiental apenas nos produtores.
O mercado NY pode romper os 130 cts/lb e acabar escorregando até 125 cts/lb com fundos liquidando parte de suas posições mesmo que o dólar não se valorize. Muitos dizem que o movimento que vimos pode ser apenas de uma correção técnica e que o mercado voltará a subir. Porém, os sinais vindos do mercado físico nos fazem pensar que o a bolsa está mais vulnerável para cair.
Na cafeicultura, geralmente é dada maior ênfase aos aspectos técnicos da produção propriamente dita ou seja, técnicas para aumentar a quantidade e qualidade do café produzido. O que salta aos olhos é verificar que o café só passa a realmente ter mais valor agregado quando se despede do produtor e passa a ser trabalhado pelos intermediários. Assim, parece lógico supor que a sobrevivência do produtor na cafeicultura passe, obrigatoriamente por este assumir papéis mais avançados na cadeia.
A tendência é que realmente o mundo vai beber mais café nos próximos anos. A cada ano a China inclui no seu mercado de trabalho cerca de 35,0 milhões de pessoas. Isso equivale a população da argentina. No Brasil, pode ser que a promoção de tratos culturais seja limitada em função dos produtores estarem com os seus preços de venda (nos dias de hoje) próximo do preço de custo (isto com relação ao café arábica que representa 75% da produção brasileira). Acredito ainda que as perspectivas para o mercado de café, no médio prazo, sejam favoráveis.