Café da Colômbia consegue vitória sobre proteção de origem na Europa
Tribunal Geral da União Europeia confirmou proteção das Indicações Geográficas ou Denominações de Origem, como Café da Colômbia.
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Tribunal Geral da União Europeia confirmou proteção das Indicações Geográficas ou Denominações de Origem, como Café da Colômbia.
Os produtores de cafés especiais do Norte Pioneiro do Paraná estão em festa pela conquista da Indicação Geográfica de Procedência (IGP). A certificação garante a origem, os processos de produção e algumas características sensoriais dos produtos da região, dando-lhes destaque no mercado brasileiro e internacional. Além do Paraná, somente outras duas regiões produtoras de café no país apresentam o registro oficial: o Cerrado Mineiro e a Serra da Mantiqueira, ambas em Minas Gerais.
A partir do ano de 2007, a designação "Café da Colômbia" poderá usar o selo de Indicação Geográfica Protegida (IGP) da União Européia (UE), anunciou o Governo colombiano.
Trata-se da indicação geográfica protegida (IGP). É a primeira vez que a República Dominicana recebe uma proteção comunitária de um de seus produtos.
O Café da Colômbia receberá o reconhecimento como Indicação Geográfica Protegida (IGP) nos 27 países da União Européia (UE). Com isso, quando houver redução nos preços no mercado internacional, a redução para o produto colombiano será menor, pelo menos nos mercados europeus.
O 1º Cup das Mulheres do Café valoriza, entre outras coisas, o trabalho do público feminino no campo.
Em relação ao mês anterior, o Indicador do Centro caiu 4,5% e, sobre março/16, 5,5%.
Redução de área e uso de tecnologias e aumento da produtividade Por Calixto Rosa Neto, da Embrapa Rondônia.
Conforme colaboradores do Cepea, para composição dos blends de café, torrefadoras têm buscado como alternativa ao robusta do tipo 7/8.
Valores nacionais e internacionais do arábica se mantiveram, impulsionados pela possibilidade de menor produção da variedade na próxima safra brasileira 2017/2018.
O valor esteve em patamar de alta nas cotações do Centro do Comércio de Café de Vitória, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Esalq/USP, e da Cooabriel.
A espécie continua sendo negociada a valores recordes no Brasil, enfatizou o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.
O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, informou que o volume de café conilon, negociado no mercado interno tem sido relativamente baixo no correr desta temporada.
Apesar das fortes elevações nos preços, a liquidez doméstica segue baixa, com muitos produtores ainda no aguardo de novas elevações, informou a instituição.
Desde o ano passado, o Projeto de Cafés Especiais, idealizado pelo Sebrae/PR em parceria com a Associação dos Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Acenpp), conquistou a Indicação Geográfica de Procedência (IGP), certificação que estabelece qualidade e diferença ao produto de acordo com a região em que é produzido, atestando sua identidade própria e características inconfundíveis.
O Brasil é o primeiro colocado no ranking da produção mundial de café, com cerca de 50 milhões de sacas geradas em 2012. O país também é líder na produção de grãos com certificações internacionais e já tem três regiões com Indicação Geográfica de Procedência (IGP)
Puxado pelo aumento das cotações da dobradinha soja/milho no mercado internacional, o preço médio de um hectare de terra destinado ao agronegócio mais que triplicou em dez anos no Brasil, superando de longe a inflação. Além disso, em cinco anos, entre 2008 e 2012, a terra se valorizou num ritmo mais acelerado que o dólar, aplicações em renda fixa, ações e até mesmo o ouro, o "queridinho" dos investidores em períodos de crise.
A forte seca no Sul do Brasil deve provocar intensa alta nos preços agrícolas neste mês, segundo avaliação da Franklin Templeton Investimentos. A expectativa da instituição é de a queda nos alimentos no atacado vista em dezembro se converta em aumento de cerca de 1% neste mês.
A piora considerável do cenário inflacionário nas últimas semanas amplia o peso da decisão que será tomada amanhã pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em sua primeira reunião no governo Dilma e com o Banco Central (BC) sob o comando de Alexandre Tombini. O relatório Focus já aponta previsão de um IPCA de 5,42% neste ano, acima do centro da meta de 4,5%.
A disparada dos preços dos produtos agropecuários foi o fator preponderante da inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) neste ano. Os preços médios, em reais, de 15 matérias primas agropecuárias superaram em 14,01% neste ano o pico atingido por essas commodities em 2008, aponta um levantamento feito pelo coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros.
Os preços do algodão e do café arábica atingiram, no início desta semana, os maiores patamares nominais já registrados pelo Cepea. Para a arroba do boi e açúcar, os recordes foram verificados coincidentemente em 11 de novembro - no caso do boi, o Indicador foi o maior da série deflacionada. A motivação para todas essas altas é a demanda aquecida e redução na oferta de determinados produtos.
Os preços em dólar das matérias-primas no mercado internacional aumentaram, em média, 16% entre junho e outubro deste ano, segundo o índice Commodity Research Bureau (CRB). A perspectiva é de que as cotações continuem se acelerando e encerrem este mês com alta acumulada, desde junho, de 20%, diz o sócio da RC Consultores e responsável pelos cálculos, Fabio Silveira.
Apesar de não ser um movimento explosivo, a subida dos preços dos produtos agrícolas, como milho, soja, trigo e algodão, deve ter impacto na inflação ao consumidor no último trimestre deste ano. "Há inflação pela frente. Ainda não deu tempo de ter reflexos nos preços ao consumidor, mas os IGPs já estão subindo", alerta o diretor da RC Consultores, Fabio Silveira. "A alta do grupo [Alimentação] está vindo um pouco mais forte e deve continuar sendo o destaque", comentou o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fipe-USP, Antonio Evaldo Comune.
O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) deixou uma alta de 1,09% em fevereiro e marcou 0,63% no terceiro mês de 2010, com a redução no ritmo de expansão nos preços no atacado. O dado consta de pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentada nesta quinta-feira. O custo da cesta básica subiu, em março, em todas as 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).