Cotações e os humores andam no 'fio da navalha'
O setor produtivo continua arredio a conversas mercadológicas e isso vem inviabilizando o aumento da liquidez na maior parte das regiões, indica consultor.
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O setor produtivo continua arredio a conversas mercadológicas e isso vem inviabilizando o aumento da liquidez na maior parte das regiões, indica consultor.
Mercado voltou a se recuperar nesta quarta-feira (13), registrando fortes valorizações em função da preocupação com abastecimento mundial de café. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 521,46, com valorização de R$ 8,41 segundo o indicador Cepea/Esalq. De acordo com Edson Koshiba, da Pleno Corretora, o dia foi de poucos negócios, começando a ter um maior volume para negociações futuras com entregas Agosto/2011 e Setembro/2011.
Espaço Aberto: O desmatamento continua sendo o principal tema que afeta o equilíbrio entre desenvolvimento agropecuário e conservação ambiental, mexendo com os humores de todo mundo: agricultores, ambientalistas, agroindústrias, varejistas, governos e consumidores. Na visão do agronegócio, o argumento é que a produção agropecuária utiliza apenas 28% da área total do País e o mundo não pode prescindir do Brasil para se alimentar e vestir. Por Marcos Sawaya Jank
Mudanças climáticas alcançaram seu recente ápice conduzindo ao colapso os meios de subsistência e incrementando a insegurança alimentar
Em resumo, precisamos diminuir progressivamente o "custo" derivado da derrota em uma eleição. Ou, olhando sob outro ângulo, uma saída inteligente seria limitar os "ganhos" da vitória.
Nesse contexto de instabilidades a adoção de estratégias medidas preventivas são crucialmente importantes. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Colheita atrasada, queda das cotações, certificações, planos de crédito, qualidade, incremento do mercado interno de cafés especiais, valorização dos especiais brasileiros nos grandes compradores internacionais, novo código florestal, ... Muitos foram os acontecimentos que marcaram o ano de 2012 para o setor cafeiro nacional. E para 2013, quais os principais desafios? Por André Sanches Neto
Como transmitir a identidade de uma cultura específica de produção cafeeira, permeada de sabores e labores únicos, para uma xícara de café? Ensei Neto, consultor em qualidade de cafés, traz à tona em artigo exclusivo ao CaféPoint as diversas complexidades que acompanham a construção da "individualidade territorial" do café, na busca do reconhecimento de uma Indicação de Procedência autêntica.
O discurso do presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, que pela primeira vez admitiu "fraqueza" da atividade econômica na União Européia, desencadeou um forte movimento de redução de apostas de risco nos mercados de câmbio internacionais. Os investidores saíram em busca de lucros para cobrir perdas com a valorização do dólar em relação ao euro.
A tendência de apreciação cambial no final de 2007 estaria mais do que confirmada. Basta lembrar que, na última sessão de 2006, o dólar era cotado a R$ 2,137. Até a última quinta-feira (6), dia em que a moeda encerrou os negócios a R$ 1,774, a queda acumulada no ano chegava a 16,99%.
Apesar da situação das últimas semanas, seria surpreendente caso não houvesse uma recuperação dos preços no futuro, no entanto, mais que a ilusão de um ciclo relativamente favorável, os próximos anos podem trazer oportunidades de ingresso em filões mais promissores do mercado.