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16 resultados para "hedging"

15/01/2008

Liquidez ou hedging?

Na atualidade, a maioria dos agentes tem preferido a atuação em mercados caracterizados pela maior liquidez e menores custos, o que explica os enormes fluxos negociados na bolsa de Nova Iorque. Apesar disso, a possibilidade de obter um contrato mais ligado às especificidades do produto negociado, algo possível na BM&F, por exemplo, faz com que esta seja um alvo preferencial para o hedging. Nesse sentido, o fortalecimento da conscientização dos cafeicultores acerca dos benefícios da atuação em mercados futuros deve contribuir para o fortalecimento do sistema como um todo, com a vantagem de que a base locacional do mercado brasileiro permite contratos direcionados às nossas necessidades.

19/07/2011

Indicador Cepea/Esalq fecha em R$ 452,22 com recuo de 0,89%

A dívida nos Estados Unidos e em alguns países europeus impactou ontem (18) o mercado internacional de café. Cresceram as especulações de que a conjuntura nos dois mercados - grandes consumidores do grão - afetará a demanda pelo produto. Com isso, os contratos de café com vencimento em setembro fecharam com queda de 535 pontos na bolsa de Nova York, US$ 2,4820 por libra-peso. "Há mais nervosismo no mercado devido ao desenvolvimento do cenário macroeconômico", disse Sterling Smith, analista da Country Hedging, de Minnesota, à agência Bloomberg.

17/01/2011

Café: vendas especulativas fazem cotações caírem

Após registrar máximas em 13 anos, as cotações do café arábica caíram pela segunda vez consecutiva na última sexta-feira (14) nos mercados futuros e físico. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve desvalorização de 290 pontos, fechando a 234,60 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 438,28, com forte desvalorização de R$ 4,67, segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana, a variação acumulou alta de R$ 13,29/saca.

05/03/2010

Stuhlberger: Brasil não terá problemas no médio prazo

Stuhlberger diz que não vê problemas para o Brasil no médio prazo. "O cenário político não preocupa, as commodities continuam indo bem e a dívida líquida segue baixa", diz. Não há sequer espaço para uma grande especulação eleitoral nos mercados, apesar da eleição presidencial, observa. Apesar disso o gestor continua achando que a perspectiva de longo prazo para commodities é negativa. "Mas isso ainda não vai ser agora, nem para o petróleo nem para outras commodities." Assim, a questão é quanto esses preços podem subir antes de cair.

26/11/2009

Stuhlberger crítica o expansionismo fiscal no Brasil

Considerado um dos melhores - senão o melhor - gestores de recursos do Brasil, Luís Stuhlberger, da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), está muito preocupado os rumos da política econômica. Ele acha que o País está num quadro de "contínua deterioração fiscal, populismo, assistencialismo e perda da competitividade". Esses são termos que Stuhlberger usou num relatório recente, com o nome de ´A angústia clássica de um gestor/Brasil: Deterioração de Fundamentos X Market Timing´.