Província do Vietnã quer aumentar exportações de café processado
Localidade de Dak Lak, no Vietnã, tem objetivo de duplicar a proporção de produtos processados em suas exportações desse grão.
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Localidade de Dak Lak, no Vietnã, tem objetivo de duplicar a proporção de produtos processados em suas exportações desse grão.
Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Empresas preferem estabelecer políticas de preços parcialmente descoladas do comportamento das Bolsas de Valores. Por Bruno Varella Miranda.
O Diário Oficial da União publicou nesta segunda, dia 26, a sanção da presidente Dilma Rousseff para a lei 12.599, de 23 de março de 2012 que, entre outras medidas, altera a incidência da contribuição para o PIS/Pasep e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na cadeia produtiva do café.
Acreditar que a competição pura e simples levará à eficiência soaria inocente. Indo além, é necessário levar em consideração o conjunto de relações das firmas e a maneira como esta aproveita as vantagens da proximidade com os seus parceiros.
O Vietnã, maior produtor mundial de robusta, finalizou um plano para estocar 200.000 toneladas de café por seis meses, com as compras começando em 15 de abril, informou um importante exportador. "As companhias de café comprarão grãos a um preço de 25 milhões de dong (US$ 1.301,55) por toneladas para garantir lucro aos produtores", disse o diretor executivo do Thai Hoa Group, Nguyen Van An.
Os principais exportadores de café do Vietnã formaram um clube na sexta-feira para estreitar a coordenação e trocar dados de colheita e tendências de mercado em uma tentativa de melhorar os preços do grão. O clube, o primeiro do país, agrupará 20 firmas que são responsáveis por 80% das exportações de café, disse o presidente da Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa), Luong Van Tu.
O leitor e colaborador do CaféPoint Fernando de Souza Barros Jr., corretor de café de São Paulo, enviou um comentário que aborda alguns fatores que contribuem para que o preço do café não melhore ao produtor.
O aumento na produção de café orgânico certificado em Chiapas tem colocado esse estado mexicano esse ano em primeiro lugar no mundo nesse setor.
Os exportadores de café do Vietnã, que deverão exportar um volume recorde de grãos, estão sendo aconselhados a não assinar contratos futuros, depois de algumas companhias não honrarem os acordos no começo desse ano à medida que os preços aumentaram.
Os estoques de café do Vietnã, maior produtor mundial de café robusta, podem sustentar apenas três meses de exportações, informou o comerciante holandês, Nedcoffee BV. Os estoques chegaram a 187.343 toneladas no final de maio, com 130.306 toneladas estocadas em depósitos de garantia, estimou o Nedcoffee em seu relatório mensal. O país asiático exportou 80.118 toneladas no mês passado, disse a empresa, que tem escritórios locais.
A norte-americana Sara Lee anunciou um lucro de US$ 880 milhões, ou US$ 1,37 por ação, no segundo trimestre fiscal, acima dos US$ 371 milhões, ou US$ 0,53 por ação, no mesmo intervalo do ano anterior. O resultado, contudo, ficou abaixo do esperado, devido à alta dos preços das commodities e à fraqueza do euro.
Visando conscientizar cafeicultores com relação ao mercado cada vez mais competitivo, a pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Glória Zélia Teixeira Caixeta produziu a Circular Técnica nº 62 <i>Dicas para gerenciamento da cafeicultura e comercialização do café.</i>
O leitor do CaféPoint Guilherme de Menezes Machado, trader de Belo Horizonte/MG, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=58985&actA=7&areaID=26&secaoID=47"><U>Leitor comenta a suspensão de impostos de importação</U></A>". Acesse e leia a carta na íntegra.
As vendas varejistas de café da Alemanha em 2009 estão estáveis apesar da recessão econômica, mas a guerra de preços entre os supermercados se intensificou, disse o presidente da associação industrial de café do país, a DKV, Holger Preibisch. "As vendas de café estão se mostrando protegidas contra a crise. Estamos tendo uma demanda de mercado muito estável com uma leve tendência ao crescimento".
Vinte firmas concentram 96% das importações de café que a Colômbia está tendo que fazer, mesmo sendo o maior produtor mundial de café suave, devido à queda de sua colheita que vem ocorrendo há três anos.
É crescente a preocupação com os potenciais "efeitos colaterais" do aparecimento de sistemas de inteligência artificial
A rede de cafeterias dos Estados Unidos, Starbucks Corp., está planejando abrir suas primeiras lojas na Argentina. A franqueada mexicana Alsea disse que assinou uma carta de intenção com a companhia dos EUA relacionada ao "desenvolvimento de estabelecimentos da Starbucks Coffee na Argentina". As duas firmas também abrirão lojas no Chile, que já tem lojas da Starbucks, abertas por uma diferente franqueadora.
Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (Ifsuldeminas), do campus de Machado (MG), cria sete projetos de tecnologia para agroindústria do café
O êxito de uma iniciativa depende diretamente de sua capacidade de convencimento
A Java House foi comprada pelo Abraaj Group por um valor não divulgado.
Segundo o Euromonitor, o mercado de cafeterias especializadas tem um valor de mais de 11 bilhões de pesos mexicanos.
A autoridade alfandegária do governo dos EUA obteve do Presidente a sanção da lei que estabelece regras bastante restritas para a importação de bens cujo processo produtivo contemple denúncias de trabalho escravo/forçado e/ou infantil. O café brasileiro não foi rotulado. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA.
Uma das grandes tragédias da atual crise resulta justamente dos erros de cálculo resultantes dessa dependência da "caneta". Quantas empresas não se expuseram a um grau maior de endividamento do que o nível saudável em condições normais, apenas porque "incentivos" irrealistas assim o estimularam? Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.