Em MG, produtores registram perdas de até 20% da produção de café
A queda está relacionada com a seca que ocorreu durante o período de enchimento dos grãos.
15 resultados para "ficassem"
A queda está relacionada com a seca que ocorreu durante o período de enchimento dos grãos.
A previsão não é animadora. Desde meados de maio não chove forte sobre o sul da Bahia. Isto aconteceu por um motivo. O Oceano Atlântico Norte, na região do Caribe, está bem mais quente que o normal. E isto fez com que todos os sistemas meteorológicos tropicais ficassem mais ao norte que o normal. E isto inclui a onda de leste, responsável por chuva nesta época do ano no sul da Bahia. Desde maio, vem chovendo entre Alagoas e Maranhão ao invés da faixa normal que vai do sul da Bahia ao Rio Grande do Norte. E nada indica retorno das ondas de leste, ainda mais que estamos chegando ao fim do período de atuação deste sistema.
Hoje serão anunciadas as primeiras medidas do governo brasileiro para conter a queda do dólar. O Conselho Monetário Nacional (CMN) fará uma reunião extraordinária para aprovar as mudanças, entre as quais a redução da cobertura cambial, que é a obrigação de os exportadores internalizarem no país os dólares recebidos. "É possível acabar com cobertura cambial", adiantou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em 2006, o governo já havia flexibilizado as regras da cobertura cambial, permitindo que 30% das receitas com exportações ficassem no exterior.
O setor cafeeiro cobrou do governo a recomposição dos estoques nacionais, que hoje contabilizam apenas 1,5 milhão de sacas. Segundo o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino da Costa, o ideal seria que os estoques ficassem na casa das 6 milhões de sacas. Do jeito que está, nos próximos anos o consumidor brasileiro sentirá as distorções entre a oferta e a demanda. "O preço no mercado interno vai subir porque não há estoque regulador", destacou.
Produtores, microtorrefações e cafeterias podem se inscrever até 20 de setembro para o projeto
Julia Bastos analisa as políticas adotadas para reduzir o custo do produtor rural
Esse processo é caro e perigoso. Tende haver uma combinação de fatores - ferrugem do café, seca, preços - que levam o agricultor a tomar essa decisão
Por Wander Ramos Gomes é coordenador do Programa de Consultoria Técnica da Cooabriel e Jeferson Ferreira Pereira é engenheiro agrônomo e consultor técnico da Cooabriel.
O agricultor utiliza água, fertilizantes, mão-de-obra, sementes, terra, etc., para produzir determinada quantidade de algo. Aqui, o grande desafio é conseguir mais com menos, ou seja, aumentar a produtividade. Por Bruno Varella.
Depois de atingir o maior nível dos últimos 17 anos, o preço do café tende a se manter estável, mesmo com a possibilidade de quebra de até 10% na safra 2013/2014. Três fatores explicam essa alta recorde: clima, bienalidade do café e falta de investimento na cultura.
Milhares de cafeicultores colombianos bloquearam estradas e impediram a chegada dos grãos ao porto nesta segunda-feira, primeiro dia de uma greve com a qual eles cobram mais apoio governamental, após anos de problemas climáticos, doenças nas lavouras e câmbio valorizado.
Não há previsão de grandes chuvas no mês de março e o calor predomina na Mogiana. Apenas a partir da segunda quinzena de março é que as frentes frias avançarão pelo Estado de São Paulo, trazendo chuvas mais fortes.
Calos Eduardo de Andrade, Engenheiro Agrônomo da UFV, fala sobre a situação das lavouras de café do Brasil. Os cafeicultores passaram por um período muito longo de preços deprimidos e isso fez com que uma parte significativa de cafeicultores ficasse descapitalizada e sem condições de utilizar insumos em quantidade e em qualidade suficientes para melhorar a situação vegetativa das lavouras.
De acordo com a Associação Brasileira de Marketing Rural e Negócio (ABMR&N), o objetivo agora é fortalecer as ações de marketing em toda a cadeia produtiva. Um esforço que já conseguiu reunir cooperativas, fabricantes de insumos, prestadores de serviços, veículos de comunicação, agências de publicidade, institutos de pesquisa e consultorias especializadas. Ainda segundo a Associação, o segmento evoluiu na geração de produtos, a nível quantitativo, mas ainda engatinha quando o assunto é agregação de valor. A saída encontrada pelos produtores veio com a utilização de outra ferramenta muito eficaz e, até então, pouco ou mal utilizada no campo: os recursos digitais.
Conta uma lenda que, por volta do ano 800, um pastor da Abissínia (atual Etiópia), chamado Kaldi, resolveu levar até um monge conhecido seu o fruto de uma planta que, segundo ele, deixava o rebanho alegre e disposto quando a ingeria. O monge, intrigado, resolveu experimentar uma infusão daqueles frutos amarelo-avermelhados e percebeu que realmente lhe ajudava a ficar mais tempo acordado durante suas meditações.