Epamig realiza Dia de Campo gratuito sobre café e leite em Três Pontas (MG)
Evento retorna ao formato presencial e vai abordar temas atuais como qualidade do café, cadastro de animais e silagem de trigo
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Evento retorna ao formato presencial e vai abordar temas atuais como qualidade do café, cadastro de animais e silagem de trigo
Com os serviços on-line oferecidos, produtores não precisam se deslocar até os escritórios
Para o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, "os países do Cone Sul estão de acordo que é preciso estudar uma solução conjunta para ampliar a produção de fertilizantes na região. Alguns deles têm condições de fazê-lo significativamente, como é o caso da Argentina, que pode aumentar a exploração de potássio".
No Brasil, o desafio é um só: garantir que as condições de sanidade adequadas sejam observadas pelos segmentos envolvidos e reconhecidas pelos consumidores. Por Sílvia Helena G. de Miranda, professora da Esalq/USP e pesquisadora do Cepea.
Primeira etapa será executada até junho de 2016 e a segunda, até 2020.
Enquanto as despesas com funcionários crescem no ritmo da inflação e deixam pouca margem para gastos com investimentos, o orçamento do Ministério da Agricultura vem sendo significativamente achatado nos últimos anos, conforme reportou o Valor Econômico.
Com o objetivo de discutir os temas agropecuários mais importantes para o Cone Sul e ampliar medidas que beneficiem o continente, os ministros da Agricultura da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai reuniram-se ontem (25/07) em Santiago, Chile. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho representou o governo brasileiro no evento.
Quase um mês após assumir o Ministério da Agricultura, o deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS) prepara uma ampla mudança na estrutura da Pasta para melhorar a gestão e recuperar o peso político da atividade agropecuária. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o ministro informou que vai extinguir algumas secretarias, mudar atribuições e criar uma estrutura exclusiva para o cooperativismo. Mendes vai transformar secretários em assessores especiais, todos respondendo ao novo supersecretário-executivo, o advogado José Carlos Vaz, ex-diretor de Agronegócios do Banco do Brasil. Mendes, que cumpre o quinto mandato consecutivo na Câmara, é considerado habilidoso e bem relacionado na cúpula do poder. De sua posse até agora, tem negociado acordos políticos internamente no governo.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, propôs ontem (21) que o agricultor brasileiro negocie diretamente suas desavenças comerciais com os concorrentes e abra mão da intermediação da Organização Mundial do Comércio (OMC). Para ele, o foro internacional demora muito para apresentar soluções.
A estrutura da defesa agropecuária brasileira, fundamental para garantir acesso dos produtos do agronegócio ao mercado externo, é "inadequada", registra um "enorme descompasso" na quantidade e capacitação dos recursos humanos, conta com laboratórios de análise "deficientes" e tem uma fiscalização "insuficiente", conclui a análise do Portal do Planejamento.
O entendimento entre os países do Mercosul nas questões comerciais poderá ampliar o comércio entre seus países membros, além de fortalecer o bloco econômico na conquistas de mais mercados para os produtos agropecuários. A afirmação é do vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Carlos Rivaci Sperotto, que participou da última sexta-feira do ciclo de discussões "Agricultura em debate", promovido pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado para discutir o impacto das assimetrias do bloco na atividade rural.
Atualmente, no Brasil, existem mais de 80 taxas, impostos e contribuições diferentes. Direta ou indiretamente todos nós somos contribuintes, pois qualquer mercadoria que compramos em um supermercado já está embutido em seu preço os valores referentes á ICMS, PIS e COFINS, variando as porcentagens de acordo com seu estado. Pensando nisso deve ser feito o acompanhamento do valor do imposto de renda que o Produtor Rural terá que pagar no ano seguinte, permitindo com isso, fazer uma reestruturação administrativa, de forma que resulte no pagamento de menos imposto, de acordo com o que é permitido pela legislação vigente.
Pelo terceiro ano consecutivo, o Grupo Bayer no Brasil registrou crescimento em seu faturamento. Em 2008, as vendas atingiram R$ 3,7 bilhões, o que representa um crescimento de 21% em relação ao ano anterior (2007: R$ 3 bilhões). Com esse desempenho, o Brasil permanece entre os 10 mercados mais importantes para a Bayer mundialmente, respondendo por 4% do faturamento global.
O recuo nos preços internacionais das principais commodities agropecuárias e a estagnação na demanda mundial por alimentos devem atingir o principal motor das contas nacionais em 2009. As exportações do agronegócio brasileiro, que tem sustentado o superávit comercial do país na última década, devem recuar até 23% em dólar neste ano, apontam estudos da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.
A publicação da BM&F, Síntese Agropecuária, entrevistou analistas do agronegócio para avaliar qual será a agenda do setor no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A votação de Lula nas grandes regiões produtoras nacionais é indicador que o agronegócio deseja reformas, apontam os analistas.
Estados Unidos, México e Malásia foram contestados pelo governo brasileiro sobre as medidas sanitárias e fitossanitárias que impedem o comércio de produtos agropecuários. O Brasil pediu a eliminação da análise econômica no processo regulatório dos Estados Unidos para a importação de itens agropecuários. Os norte-americanos relacionam a análise de risco sanitária à análise de impacto econômico aos pequenos produtores daquele país. De acordo com as autoridades do Mapa, esse procedimento torna o processo moroso porque, além da complexidade de avaliação técnica, ainda há a avaliação de impacto econômico de alto nível decisório no governo dos EUA.
Temas como problemas sanitários, rastreabilidade, biotecnologia, têm patrocinado o início dos sistemas de certificação cada vez mais em moda nos dias de hoje e, mais recentemente, a emergência do tema da sustentabilidade, estão tornando o comércio internacional de alimentos e commodities agropecuárias complexo e pautado por procedimentos e padrões negociados de forma bilateral e com frágeis inter-relações com as regras multilaterais do comércio. Essa é uma das razões por que tenho defendido que as negociações da Rodada de Doha, nessa perspectiva, tratam de temas do passado e não tocam naqueles que estão, atualmente, na vanguarda das distorções no comércio. Não nos ajuda o fato de esse intenso movimento de certificações complexas não ser acompanhado por regras multilaterais que disciplinem a sua emergência. Embora as exigências caiam sobre os agentes privados, a confiança nos sistemas depende da chancela dos governos.
Foi confirmado ontem em São Paulo, pelo ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, o contingenciamento de 20% do orçamento do ministério para 2007. Segundo ele, a pasta começará o ano com R$ 816 milhões para gastos operacionais, excluindo salários e despesas administrativas.
No 5º Congresso Brasileiro de Agribusiness, promovido pela Abag (Associação Brasileira de Agribusiness), que conta com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, será a discutida a agenda de propostas do setor a ser entregue aos candidatos que disputarão a eleição para presidente da República este ano.