Consumo de café pelos americanos se mantém estável
Cafeteria é segmento que cresce mais rápido na indústria de restaurantes dos EUA, ainda que consumo não tenha se modificado.
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Cafeteria é segmento que cresce mais rápido na indústria de restaurantes dos EUA, ainda que consumo não tenha se modificado.
O preço do café nas gôndolas dos supermercados brasileiros deverá ficar entre 35% e 50% mais caro até novembro deste ano. O reajuste, impulsionado pela escassez do produto de boa qualidade no mercado internacional, já chegou aos produtores e até agora vinha sendo contido pela maioria das indústrias do segmento, que já avisam: não vai dar para segurar.
Um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Bristol descobriu que beber café com cafeína aumenta a performance de uma mulher em situações de estresse, mas tem efeito oposto sobre os homens. Eles se tornam menos confiantes e demoram mais tempo para concluir tarefas depois de tomar diversas xícaras de café.
Está no ar a nova campanha "Café é Saúde" do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que tem como público alvo jovens entre 15 e 25 anos de todo o Brasil. O objetivo é desmitificar o café como bebida que prejudica à saúde, crença relativamente forte entre a geração que cresceu bebendo leite com achocolatado. Nessa fase da vida, os jovens começam a ter identidade própria, formar sua opinião, portanto, uma boa hora para desfazer essa crença.
Milhões de pessoas recorrem diariamente à cafeína para se manter despertos. O que muitos não sabem é que a cafeína não somente nos ajuda a vencer a sonolência, mas também, a melhorar o rendimento de nosso cérebro, especialmente em estados de fadiga e falta de sono. Uma revisão científica realizada na Universidade de Barcelona, concluiu que o uso responsável e moderado da cafeína é uma estratégia segura e eficaz para melhorar o rendimento cognitivo, melhorando nossa capacidade de alerta, atenção e concentração.
O potencial energético do café vai além da xícara: substituir a cafeína sintética por aquela extraída do grão pode abrir novas fronteiras de mercado - e ajudar a enfrentar desafios da cadeia exportadora
As lesões no tronco de cafeeiros, ainda jovens, normalmente aparecem em plantas no primeiro ano de campo. Por José Braz Matiello e Saulo Roque de Almeida, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
A produção no ano que começou em primeiro de outubro provavelmente cairá em cerca de 6%.
Uma série de estudos do Consórcio Pesquisa Café, rede integrada de instituições científicas brasileiras, coordenada pela Embrapa Café, comprovou que a bebida faz bem para a saúde se consumida em doses moderadas. Quem toma de três a quatro xícaras (500 mg) por dia abastece o corpo com vitaminas e nutrientes básicos como potássio, zinco, cálcio, ferro, magnésio e diversos outros minerais, além de compostos antioxidantes (a exemplo dos ácidos clorogênicos).
A comunidade médica e de pesquisadores considera, há alguns anos, o café benéfico à saúde humana e eficaz na prevenção de doenças, se consumido em doses moderadas, de 3 a 4 xícaras diárias (500 mg/dia).
O projeto "Café na Merenda, Saúde na Escola", coordenado pela Associação Brasileira de Indústrias de Café - Abic, uma das instituições privadas integrantes do Conselho Deliberativo da Política do Café - CDPC do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, buscou se valer de resultados de pesquisas para comprovar os benefícios da inclusão do café no lanche de crianças em Minas Gerais.
Assim como o ovo, o leite, o vinho e o chocolate, o café é uma das substâncias que figura entre o céu e o inferno dos alimentos. Ora está na lista dos mocinhos da saúde, ora na dos bandidos, porque, se consumido em excesso, pode causar efeitos como dor de cabeça, irritabilidade e insônia.
Democrático, o café é consumido por 95% dos brasileiros, seja no trabalho ou em casa. Coado ou pingado, cappuccino ou mocha, filtrado ou expresso, tradicional ou gourmet, quente ou frio. Em casa, na padaria, no trabalho, na cafeteria. Os indicadores da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) mostram que a população vem consumindo mais xícaras por dia e vem diversificando as formas de tomar a bebida.
Já estamos chegando ao final da Copa do Mundo 2010. Não foi desta vez que o Brasil conquistou o hexacampeonato, mas a Copa nos leva a refletir sobre alguns assuntos importantes para o nosso dia a dia. Como, por exemplo, a influência do café no desempenho dos atletas. Vamos refletir um pouquinho sobre isso?
Pesquisas mostram que o café é a bebida mais indicada para atletas, pois é natural e mais saudável que qualquer produto artificial. O importante é o consumo diário e moderado, 3 a 4 xícaras de café torrado e moído ao dia. Os atletas que seguimos tomam café com leite pela manhã e depois 2 a 3 xícaras de café puro durante o dia, no meio da manhã, após almoço e no meio da tarde. O café deve ter torra marrom e não escura ou preta, pois nesta torra estão os compostos saudáveis, como antioxidantes, as lactonas , a niacina e os minerais, além da cafeína. Evite excessos ou doses elevadas e lembre que o café não aumenta apenas a capacidade física, mas principalmente a capacidade mental do atleta.
Caso os atletas tomassem café diariamente durante os treinos, na dose mínima de 4 xícaras, é possível imaginar que os ácidos clorogênicos do café bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas, peptídeos opióides cerebrais. Isto faria com que os neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de endorfinas para trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir, atingindo a auto-gratificação num nível mais alto.