Projetos de apoio a produtoras rurais são financiados pelo MDA
Agricultoras familiares, assentadas de reforma agrária, entre outras, podem se inscrever.
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Agricultoras familiares, assentadas de reforma agrária, entre outras, podem se inscrever.
Não vale a pena discutir as intenções do MMA ao apresentar um número de desmatamento do cerrado que não representa a realidade. A publicação de um número superestimado tem significado e indica que o Ministério não pretende discutir o tema da ocupação do bioma de forma séria e responsável. Ao contrário da Amazônia, onde o conceito do desmatamento zero faz sentido, porque há muitas áreas abertas que não se prestam à produção agrícola e florestal, a ocupação do cerrado precisa ser discutida visando a minimizar a sua conversão, mas sem canibalizar seu potencial agrícola e florestal, comprovadamente gerador de renda, de desenvolvimento e de atração de investimento. Não me parece, com esse estudo, que o MMA esteja preocupado com isso.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1008/11, que inclui na política de preços mínimos dos produtos agropecuários e extrativistas o ressarcimento das despesas com limpeza e secagem. Atualmente, o preço mínimo cobre as despesas com sobretaxa e tarifa de armazenamento, classificação, reclassificação, análise, embalagem e ICMS incidente sobre a produção.
O governo de Rondônia tem investido no fortalecimento da cultura do café. Para isso lançou no mês passado, a campanha "Sistema de Condução de Cafeeiro (poda). Trata-se de um programa de tecnificação e diversificação da cultura cafeeira que visa o aumento da produtividade e da qualidade do café, bem como a melhoria da renda do produtor, especialmente os da agricultura familiar.
De lavouras arcaicas a grãos premiados, Rondônia vira vitrine de sustentabilidade em cafés na Amazônia
Comitiva internacional de compradores de cafés do Brasil e de outros 11 países esteve em Rondônia para uma imersão na origem dos Robustas Amazônicos
Evento on-line, coordenado pelo Instituto Ethos, ocorre na próxima terça-feira (15) e contará com transmissão ao vivo
A região da IG "Matas de Rondônia" abrange 15 municípios e representa 58,4% das unidades de produção de café do estado (10.147 famílias)
Como a combinação entre forca, sutileza e empreendedorismo feminino tem gerado boas novas no campo
Enrique Alves aponta que produtores precisam se atentar para a importância das fases de finalização de um ciclo de quase dois anos para se chegar ao fruto de café
O acesso à informação e novas tecnologias dão visibilidade aos cafés de Rondônia e incluem novos atores no setor produtivo
Composta por 123 cafeicultores, "Cuchilla del San Juan" busca promover melhorias das condições de vida dos membros e benefícios à comunidade
A três meses do segundo aniversário do novo Código Florestal, uma séria divergência entre os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura faz mais do que atrasar o processo de regularização ambiental das propriedades. Travada nos bastidores, a disputa pode comprometer o tamanho da recuperação de vegetação nos [...]
O Bureau de Inteligência Competitiva do Café lança novo volume da série 'Potenciais Concorrentes do Café Brasileiro'. O objetivo do trabalho segundo os pesquisadores é ressaltar os pontos fortes e fracos dos países produtores, bem como as ações das instituições privadas e dos governos desses países, que definirão o futuro do setor. O número deste mês é sobre a Índia. Confira
O aumento da inserção internacional do agro brasileiro é um caminho sem volta e o agro continuará sendo um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Isso é bom ou ruim para o Brasil? Depende do ponto de vista. No meu e, como deveria ser no da maioria dos brasileiros, é bom.
A agricultura familiar tem forte peso na cesta básica dos brasileiros, segundo revela o Censo Agropecuário do IBGE. Dos 5,2 milhões de estabelecimentos agropecuários do País, 4,4 milhões, ou 84%, eram desse tipo. Esse tipo de exploração da terra foi responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo e, na pecuária, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves e 30% dos bovinos.
O outrora presidente costarriquenho Rodrigo Carazo argumentava que, em caso de recessão mundial, economias como a de seu país, apoiadas em exportações que classificava como "sobremesas" (banana e café), sofreriam os maiores embates, pois são os primeiros produtos a serem deixados de consumir pela população. A crise econômica chegou com uma intensidade que talvez o próprio Carazo não suspeitasse. Porém, o café mostra um desempenho singular e se mantém como um dos produtos básicos menos afetados nos mercados internacionais.
A Etiópia é o berço da cafeicultura mundial, centro de origem do café arábica e foi o primeiro país a exportar café. Mesmo a palavra café deriva do nome da região etíope de Kaffa. Atualmente disputa com a Índia o posto de quinto maior produtor mundial e é maior produtor do continente africano, com produção anual na casa das 5 milhões de sacas de café, todas de arábica. Considerando-se apenas essa espécie, o país é terceiro maior produtor mundial.
Observar a variação da temperatura ao longo da torra do café é muito importante, pois diversos compostos podem ser formados a partir da decomposição de outros. O ácido cítrico, por exemplo, é o principal ácido presente nos Cafés do Brasil. Se a torra do café permanecer por muito tempo em temperaturas acima desta, haverá, então, sensível diminuição da acidez na bebida.