Quadro da cafeicultura não dá margem para excessos
No lado interno os preços voltaram a ganhar firmeza, afirma consultor.
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No lado interno os preços voltaram a ganhar firmeza, afirma consultor.
As cotações internacionais já expurgaram os excessos especulativos, apontou consultor.
Para o café, a terça-feira (5/4) foi de negatividade no mercado, aponta consultor.
A tecnologia está transformando uma série de noções que fundamentaram a vida em sociedade nas últimas décadas. Idéias como hierarquia e representação estão sendo erodidas, a medida que as pessoas percebem a distância potencial entre o "discurso oficial" e a realidade.
O recrudescimento da crise financeira europeia nas últimas semanas tornou-se um fator de pressão baixista permanente sobre os mercados. De oito produtos negociados nas bolsas de Nova York (açúcar, café, cacau, suco de laranja e algodão) e Chicago (soja, milho e trigo), apenas os futuros (segunda posição de entrega) de açúcar e suco de laranja aparecem com variações positivas em maio - 1,25% e 6,57%, respectivamente. Há baixas para café (1,11%), cacau (1,82%), algodão (6,98%), soja (6,86%), milho (1,93%) e trigo (3,23%).
A proposta de alteração nos índices de produtividade da terra e as últimas ações do MST acirraram ainda mais os ânimos no Congresso entre ruralistas, defensores do MST e o governo. PSDB e DEM articulam-se para tentar instalar uma CPI para investigar o MST e aprovar projeto de lei para medir critérios de produtividade. O governo federal, em resposta, criticou a tentativa de criminalização movimentos dos sem-terra.
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, afirmou na tarde desta terça-feira, 08, em Brasília, que o Brasil está "praticamente desaparecendo em meio a reservas ambientais e indígenas, áreas de preservação e áreas consideradas prioritárias". Segundo ele, 70% do território brasileiro não pode ser utilizado para qualquer tipo de produção e ainda há quem queira ampliar esse percentual para 80%.
O mercado consumidor é cada vez mais exigente quanto às normas de produção, que tornam o café uma bebida de muita qualidade
Publicação é gratuita. Cafeicultura na região das Matas de Minas é predominantemente de base familiar
Deputado destaca que seu relatório equilibra o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, não abrindo brechas para a supressão de vegetação nativa
Celso Vegro analisa dados da cafeicultura e o que podemos esperar para essa nova safra
Pesquisas mostram que o café é a bebida mais indicada para atletas, pois é natural e mais saudável que qualquer produto artificial. O importante é o consumo diário e moderado, 3 a 4 xícaras de café torrado e moído ao dia. Os atletas que seguimos tomam café com leite pela manhã e depois 2 a 3 xícaras de café puro durante o dia, no meio da manhã, após almoço e no meio da tarde. O café deve ter torra marrom e não escura ou preta, pois nesta torra estão os compostos saudáveis, como antioxidantes, as lactonas , a niacina e os minerais, além da cafeína. Evite excessos ou doses elevadas e lembre que o café não aumenta apenas a capacidade física, mas principalmente a capacidade mental do atleta.
A deficiência de magnésio (Mg) tem sido muito problemática nas lavouras de café
Evento contará com presença de José Braz Matiello, que irá ministrar palestra sobre adubação
Analistas acreditam que direcionamento em novembro demonstra tendência de reversão do cenário baixista. Atenção está na oferta
O El Niño terá fraca influência nesta estação
Entidade se reuniu com industriais no Paraná para conhecer potencial fabril e buscar crescimento de mercados ao café nacional
Greve ou locaute, a paralisação dos caminhoneiros é sintoma de um conflito mais amplo
Colheita de frutos maduros é um fator que determina o potencial de qualidade do café
A Cooperativa anunciou balanço anual com faturamento e um crescimento da participação da cooperativa no Brasil em 27%.
Veja as recomendações da Embrapa para um café de qualidade, passando por uma colheita mais eficiente.
O manejo desse resíduo vegetal deve ser feito de forma adequada, atendendo quatro finalidades principais. Veja quais são. Por José Baz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira - engenheiro agrônomo da FSH.
Consórcio Pesquisa Café apresenta a tecnologia, que possibilita devolver ao solo parte dos nutrientes utilizados pelas plantas de café.
Colunista Bruno Miranda discute a recorrência do uso da palavra 'governo' nas queixas dos agentes ligados à cafeicultura em relação à atual situação. Conforme o texto aponta, de fato os tempos são difíceis; é preciso discutir, porém, qual é o melhor papel para o Estado diante do atual contexto. A ideia de que o poder público está presente para apagar incêndios econômicos é problemática, sendo necessário maior envolvimento da iniciativa privada no oferecimento de alternativas de longo prazo para o setor.