Preços do robusta acumulam nova queda em junho
Junho completou três meses consecutivos de queda.
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Junho completou três meses consecutivos de queda.
A produção mundial de café na safra 2012/13 está estimada em 145,2 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a um aumento de 9,6% (mais 12,8 milhões de sacas) em relação ao período anterior 2011/12. A informação é da Organização Internacional do Café (OIC), cujos dados divulgados hoje mostram que o resultado corresponde ao maior volume global pelo menos dos últimos 10 anos.
Medidas para o café poderão ser anunciadas na próxima semana. Na BM&FBOVESPA, negócios com o produto perdem força; Semana foi marcada por alta nas cotações internacionais; Em função dos baixos preços praticados no mercado, a estimativa de Valor Bruto da Produção (VBP) da cafeicultura em 2013 é de R$ 14,34 bilhões, inferior em R$ 5 bilhões ao resultado obtido no ano passado.
Em junho, prevaleceu o movimento de queda das cotações nos mercados futuros dos cafés arábica e robusta, respectivamente nas bolsas de Nova Iorque ) e Londres. As variáveis macroeconômicas internacionais, o grande número de posições vendidas e as informações de impacto baixista referentes às principais origens foram os causadores da desvalorização no preço do café. Confira aqui o boletim completo
Em março, a necessidade de alguns produtores de "fazer caixa" e o início da colheita do robusta da temporada 2013/14 pressionaram as cotações da variedade. Os negócios seguem lentos, com colheita podendo ser intensificada na segunda quinzena de abril. Já os preços do café arábica caíram novamente no correr de março. Os valores registraram fortes oscilações no mercado externo com baixa liquidez no mercado interno.
O setor de café pretende lançar um contrato futuro direcionado a compradores e vendedores de grãos de alta qualidade, segundo um grupo de trabalho da Associação Nacional do Café dos Estados Unidos. De acordo com participantes do mercado, o novo contrato ajudaria a proteger contra grandes oscilações nos prêmios pagos por café cuja qualidade é superior à mínima exigida para entrega nas Bolsas de NY e Londres.
A produção mundial de café pode diminuir, pois a queda dos preços do arábica deve incentivar produtores a migrar para commodities mais lucrativas ou vender suas terras para empreendimentos imobiliários, projetou o diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Roberio Oliveira Silva, nesta quinta-feira (14/03).
O ano safra 2012/2013 de café do Vietnã começou oficialmente na segunda-feira (1/10), mas os grãos devem chegar ao mercado em duas ou três semanas, ampliando a oferta do segundo maior exportador mundial de café, disseram executivos de tradings nesta quarta-feira (3/10).
Tempo úmido pode prejudicar a secagem e a qualidade dos grãos. Os futuros do café robusta terminaram o dia com alta acentuada na Bolsa de Londres (Euronext Liffe).
As cotações do café robusta encerraram com queda forte na Bolsa de Londres, após terem atingido o menor nível em um mês. As commodities em geral desabaram com a aversão ao risco diante da sombria perspectiva do Federal Reserve sobre a economia.
A Associação de Café e Cacau do Vietnã pediu ao governo autorização para criar um estoque de 300 mil toneladas de café no próximo ano, disse hoje o presidente da entidade, Luong Van Tu. Ele prevê que as exportações vietnamitas recuem mais de 5% neste ano, para um volume máximo de 1,1 milhão de toneladas, devido ao baixo nível dos estoques domésticos.
Os preços do robusta subiram até meados de junho, impulsionados pelo aumento da demanda pela variedade. A maior procura pelo robusta, por sua vez, esteve atrelada às elevadas cotações do arábica, que motivaram empresas a aumentar a participação do robusta nos blends. Nas últimas semanas do mês, no entanto, com o clima favorecendo a colheita brasileira (tanto de arábica quanto de robusta), as cotações internacionais recuaram, influenciando os preços no Brasil.
Estamos no início de fevereiro, faltando praticamente cinco meses para o começo do novo ano-safra, que será de ciclo baixo com produção significativamente menor que as necessidades brasileiras para exportação e consumo interno. Nesse cenário é difícil que tenhamos mudanças significativas nos estoques certificados da BM&F e o quadro deverá se repetir em maio.
As exportações de café da Indonésia neste ano-safra, que termina em 30 de setembro de 2010, devem recuar 10% na comparação com 2008/09, disse Rachim Kartabrata, secretário-geral da Associação de Exportadores e das Indústrias de Café da Indonésia. Os embarques devem alcançar cerca de 360 mil toneladas, após a produção do tipo robusta, que responde por quase 85% do volume total exportado, ter caído por conta de fortes chuvas e de atrasos na colheita, afirmou Kartabrata. A qualidade dos grãos também se deteriorou um pouco, acrescentou ele.
Após o início efetivo da safra 2010/11 de robusta do Espírito Santo em março, as cotações da variedade recuaram significativamente em abril. Segundo colaboradores do Cepea, apesar de a colheita ainda estar no início, o volume de grãos novos disponível já é significativo, cenário que tem pressionado as cotações. Além disso, ainda resta cerca de 20% dos cafés remanescentes da temporada 2009/10 para serem comercializados.
De acordo com Análise mensal do mercado de café robusta, referente a novembro/09, divulgado pelo Cepea/ESALQ na semana passada, as cotações no mercado interno recuaram significativamente em novembro. Essas quedas foram consequência das fortes chuvas nas regiões produtoras de café no Espírito Santo em novembro. Apesar de a precipitação ter dificultado o escoamento da mercadoria, tal cenário permitiu o bom desenvolvimento das lavouras de café.
Os recentes ganhos na moeda da Indonésia, a rúpia, com relação ao dólar dos Estados Unidos, estão desestimulando os produtores locais a vender grãos de café, à medida que eles consideram os preços em termos de rúpia muito baixos. "O impacto é grande. Os preços estão caindo rapidamente", disse o presidente da Associação de Exportadores de Café da Indonésia, Hassan Widjaja.
As exportações de café da Indonésia deverão ser 10% menores esse ano do que em "anos normais" devido à menor demanda, à medida que a recessão econômica global reduz os gastos dos consumidores, disse o secretário executivo da Associação de Exportadores de Café da Indonésia, Rachim Kartabrata.
O mês de julho foi marcado por volatilidade nos preços do arábica, em Nova York, e valorização do robusta na Euronext Liffe. No Brasil, produtores seguem amargando prejuízos e aguardando o lançamento dos instrumentos de política cafeeira pelo Governo Federal.
As vendas de café do Vietnã, principal produtor de grão robusta do mundo e o segundo maior exportador, podem aumentar nas próximas semanas com os preços mais altos devido aos ganhos recentes na Bolsa de Londres (Euronext Liffe) e à produção menor que a esperada neste ano-safra.
Em 2007, a média anual do Indicador Cepea/Esalq do café conillon tipo 6 - R$ 202,42/sc - foi 13,8% superior à de 2006. Foi a maior média desde o início do levantamento do Cepea sobre essa variedade em 2001. Na bolsa de Londres (Euronext. Liffe), as cotações ultrapassaram os R$ 2.000,00/ton em outubro, patamar mais elevado em oito anos. A alta dos preços no mercado interno durante o ano passado esteve atrelada principalmente ao forte aumento do consumo brasileiro. A notícia de que a oferta vietnamita de robusta seria menor que o esperado também deu suporte às cotações no físico e no mercado externo.
Segundo boletim do Cepea, apesar dos tratos, o tamanho dos grãos pode ficar abaixo do potencial em 2015/2016.
Na análise mensal do Cepea, a colheita da variedade robusta nas lavouras capixabas, onde as atividades de campo foram iniciadas em abril, e estiveram no pico em maio, com ritmo bastante acelerado.
A variação entre as cotações do café arábica e robusta tem aumentado em 2014, atingindo, em abril, R$ 192,68/saca de 60 kg na comparação entre os tipos 6, o maior patamar mensal desde janeiro/12. Em relação ao robusta tipo 7/8, a diferença foi de R$ 201,65/sc.