Máxima do século passado ainda vale: café é câmbio
O comportamento dos preços do café nas últimas semanas de alta volatilidade no mercado cambial faz lembrar a máxima pelo ex-ministro da Fazenda, Eugênio Gudin, de que 'café é câmbio'. A diferença dos anos 50 do século passado para os dias atuais é que houve uma inversão: não é mais o café que influencia a cotação do dólar e sim o câmbio que faz oscilar o preço da rubiácea.