Grãos gelados são a chave para um café melhor, diz estudo
Uma equipe de cientistas da Universidade de Bath no Reino Unido afirmou que produzir um café mais saboroso poderia ser alcançado de uma forma muito simples.
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Uma equipe de cientistas da Universidade de Bath no Reino Unido afirmou que produzir um café mais saboroso poderia ser alcançado de uma forma muito simples.
A irrigação já uma realidade na cafeicultura brasileira, ocupando área significativa, permitindo situar o cafeeiro entre as principais culturas irrigadas do Brasil. A irrigação tem sido utilizada mesmo nas regiões consideradas tradicionais para o cafeeiro, como Sul de Minas Gerais, Zona da Mata de Minas Gerais, Mogiana Paulista, Espírito Santo, etc. Trabalhos de pesquisa demonstram que o aumento de produtividade média com o uso da irrigação (médias de pelos menos 3 safras) tem sido de 50% quando comparada com as lavouras de sequeiro.
Florações atípicas do café neste ano de 2009 estão trazendo transtornos para técnicos e cafeicultores das regiões produtoras brasileiras, que estão preocupados com a queda da produção e da qualidade do produto. Por este motivo, pesquisadores do Centro de Ecofisiogia e Biofísica do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) estudaram as causas que poderiam ter contribuído para a ocorrência deste problema. Concluíram que a anormalidade ocorrida na floração do cafeeiro estaria relacionada às condições climáticas atípicas.
Fisiologistas especializados em exercícios estudaram os efeitos da cafeína em praticamente todas as suas variantes. Será que ela ajuda os corredores de velocidade? Os maratonistas? Ciclistas? Remadores? Nadadores? Atletas cujos esportes exigem esforço intermitente, como os tenistas? A resposta é sim, em todos os casos. As questões novas são a maneira como a cafeína age e qual a dosagem mínima necessária.
Quando chegou apressado para a sessão de fotos desta reportagem, o empresário Jacques Pereira Carneiro, não tinha a menor ideia do que aconteceria. Mas não parecia preocupado. O encontro com os amigos Hélcio Carneiro Pinto Júnior, Caio Alonso Fontes e Luiz Paulo Pereira Filho com certeza se transformaria em confraternização na pequena Carmo de Minas (MG). O quarteto, na faixa dos 30 anos, ao mesmo tempo em que se ajeitava para as lentes, discutia ideias e até trocava figurinhas sobre seus negócios. Juntos, eles formam a novíssima safra de empreendedores no ramo de cafés especiais e contribuem com 40% de um mercado que movimenta R$ 1 bilhão por ano no País. "Os jovens são mais abertos a cooperar uns com os outros, a dividir e discutir ideias", diz Pereira Carneiro. Até pouco tempo atrás, a atividade cafeeira era coisa da roça. "Hoje, estar no mercado de cafés especiais é ´chique no Urtimo'", diz Pereira Filho.
Estudo propõe marco temporal mais preciso para o surgimento da espécie e demonstra a diversificação histórica das cultivares modernas
A alteração de componentes fitoquímicos que são baseados em carbono, como os fenólicos, pode modificar a interação das plantas com os insetos herbívoros
Por Adilio Flauzino de Lacerda Filho*
Segundo alguns estudos, a adubação com esse produto diminuir o grau de infestação do nematoide.
De que maneira os direitos de propriedade sobre a terra afetam o investimento e a produtividade na agricultura? Saiba mais sobre esses direitos nesse artigo!
Nos países latino-americanos, uma crescente porcentagem de jovens, rurais e urbanos, já está conseguindo concluir a escola fundamental e até a média ou secundária. Lamentavelmente, este êxito é mais aparente que real, pois em termos práticos está produzindo resultados decepcionantes. Os jovens, agora mais escolarizados e com um horizonte de aspirações e ambições ampliado, sentem-se frustrados, para não dizer enganados.
Com uma estratégia agressiva, a Nestlé quer conquistar padarias e lanchonetes a partir de 2008. O plano é equipar 50 mil estabelecimentos com máquinas de café da empresa para servir expresso, pingado (café com leite) e café. E mais: o valor do cafezinho sairá por apenas R$ 1,00.
O consumo de três ou mais xícaras de café por dia pode reduzir o risco de câncer de cólon em mulheres pela metade, de acordo com um estudo feito pelo Centro Nacional do Câncer de Tóquio, no Japão. O mecanismo pelo qual o café pode prevenir o câncer é desconhecido, disse a pesquisadora Manami Inoue da equipe de pesquisa. A cafeína contida no café pode estimular o trabalho do cólon, ou o efeito pode ser devido às propriedades antioxidantes da bebida, disse ela.
Pessoas de famílias com tendência a desenvolver a doença de Parkinson que bebem café ou fumam têm menos riscos de desenvolver a doença, disseram pesquisadores na última segunda-feira em uma descoberta que reforça observações anteriores e oferece potenciais linhas de tratamento.
Como os produtores da região noroeste fluminense utilizam a recepa como prática cultural para recuperar suas lavouras, após um ataque generalizado de pragas ou doenças ou depauperamento, objetivou-se com este trabalho verificar o efeito da recepa aliada a aplicação de nematicidas no controle de <i>M. exigua</i>.