Esqueletamento otimiza colheita e tratos em cafezais adensados
Técnica se mostra como o tipo de poda mais adequado para favorecer os tratos e a colheita em cafezais adensados
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Técnica se mostra como o tipo de poda mais adequado para favorecer os tratos e a colheita em cafezais adensados
Ramagem de cafeeiros, depois da poda, pode atrapalhar especialmente onde se faz essa operação de varrição com equipamento mecanizado
O esqueletamento é atualmente o tipo de poda mais utilizado na cafeicultura. Porém, nos dois últimos anos essa poda vem aumentando substancialmente sem respeitar as condições necessárias para sua execução. Quando falamos em esqueletamento, temos que raciocinar em cima de quatro questões básicas: 1) Esqueletar quando? 2) de quanto em quanto tempo? 3) o esqueletamento realmente aumenta a produtividade? 4) posso reduzir adubação e tratamento fitossanitário em lavouras podadas?
Por apresentar características desejáveis, variedade vem sendo bastante utilizada nos novos plantios
Veja as principais dificuldades da poda de esqueletamento, muito usada na cafeicultura brasileira.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Luciano Resend, engenheiro agrônomo do Programa Bule Cheio (Faerj-Senar).
O esqueletamento de cafeeiros é um tipo de poda que mais tem sido usado, ultimamente, nas lavouras de café, com o objetivo de programar a produção das plantas, zerando a safra seguinte à execução da poda e voltando com safra alta no 2º ano. Com esse sistema, se busca facilitar o manejo dos tratos e, especialmente, baratear o custo da colheita, feita somente em plantas com carga alta, e, portanto, com maior rendimento operacional.
Os problemas de dificuldade na brotação da ramagem têm sido verificados no caso de distâncias de poda mais curtas. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Por decote e esqueletamento as podas podem reduzir a altura das plantas e os cafeeiros mais baixos favorecem tanto a colheita manual como a mecanizada. Por José Braz Matiello- engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Este sistema é ainda mais adequado às lavouras onde não se pode mecanizar.
As características das plantas condicionam o uso de podas de modo diferenciado.
Esse é um tipo de poda muito drástica, que visa renovar completamente a copa dos cafeeiros e, hoje em dia, só é recomendada em último caso. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Com a proibição do Endosulfan, cafeicultores buscam alternativas para controlar a praga.
Outro modelo, que promete fazer Safra Zero, além de colheita, chamou a atenção de produtores.
Por José Braz Matiello, Gabriel Lacerda e André Garcia - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
O microclima dentro da lavoura é um fator primordial na evolução do ataque da doença no cafeeiro. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
Esqueletamento agrava o problema de quebra de ramos. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Processo reduz mão de obra e gera menor custo para a cafeicultura de montanha. Por Anderson William Dominghetti, doutorando em Fitotecnia da Ufla e Daniel de Souza Reis Junior, graduando Agronomia da Ufla
Não. Não se trata de combinar um cafezinho, tomado depois de saborear uma feijoada. O que vai bem para tirar a sonolência. Por J.B. Matiello e S.R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e C.A,. Krohling - engenheiro agrônomo do Incaper.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira, engenheiro agrônomo da Fazenda Santa Helena.
Por José Braz Matiello e J.E.P. Paiva e Marcelo Jordão Filho - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
O manejo desse resíduo vegetal deve ser feito de forma adequada, atendendo quatro finalidades principais. Veja quais são. Por José Baz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira - engenheiro agrônomo da FSH.
Lavouras apresentam boa produtividade e, "Como o pássaro, a cultivar se veste de verde e amarelo", escrevem Por J. B. Matiello, S.R. Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. R. Dias e Lucas Franco engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Uma prática simples pode salvar o cafezal de uma poda drástica por recepa. Por Matiello, Allisson V. Fagundes e André Garcia - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e José Eustáquio G. Vieira - técnico da Agrop. Paraíso.