Lavouras da Alta Mogiana tem altos índices de infecção de mancha aureolada
A região paulista teve precipitações de dezembro de 2016 abaixo da média, apontou o Boletim de Avisos Fitossanitários da Fundação Procafé.
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A região paulista teve precipitações de dezembro de 2016 abaixo da média, apontou o Boletim de Avisos Fitossanitários da Fundação Procafé.
Por decote e esqueletamento as podas podem reduzir a altura das plantas e os cafeeiros mais baixos favorecem tanto a colheita manual como a mecanizada. Por José Braz Matiello- engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Estimativa total de produção de café para 2015 é de 42,4 milhões de sacas de 60 kg, redução de 6,1% em relação a 2014.
Instituição reduziu safra 2015/2016 de café para 42,5 milhões de sacas, sendo 31.342.467 sacas de arábica e 11.183.216 sacas de conilon.
A produção do cafeeiro, e, consequentemente, do cafezal, atende a uma fórmula matemática. Por José Braz Matiello, Iran B. Ferreira e Saulo R. Almeida- engenheiros agrônomos da Fundação Procafé; Carlos H. S. Carvalho, pesquisador Embrapa Café e Salvio Gonçalves engenheiro agrônomo e consultor em cafeicultura
Déficit hídrico, que na região de Boa Esperança (MG) é de 226 mm, causará danos para a safra 2015.
O esqueletamento é atualmente o tipo de poda mais utilizado na cafeicultura. Porém, nos dois últimos anos essa poda vem aumentando substancialmente sem respeitar as condições necessárias para sua execução. Quando falamos em esqueletamento, temos que raciocinar em cima de quatro questões básicas: 1) Esqueletar quando? 2) de quanto em quanto tempo? 3) o esqueletamento realmente aumenta a produtividade? 4) posso reduzir adubação e tratamento fitossanitário em lavouras podadas?
O leitor do CaféPoint Robson França Rodrigues, produtor de café de Muqui/ES enviou um comentário ao artigo "A condição de sua lavoura está um sucesso?", dizendo que "para os produtores de conilon do sul do Espirito Santo ja tem algumas lavouras apresentando alguns grãos de café queimados devido ao sol que está bastante forte". Já o leitorArtur Queiroz de Sousa, de Varginha/MG comenta que tanto na fazenda de Cambuquira e Três Corações, o estado da lavoura dentro da atual conjuntura é bastante razoável.
No período conhecido com período das águas que vai de setembro a março, é época de realizar as correções e adubações de solo e folha no cafeeiro. Operações essas de grande importância para o bom desenvolvimento vegetativo e produtivo do cafeeiro. Nessa época é importante a utilização dos resultados das análises de solo retiradas em maio/junho e a retirada de amostras de folhas para corroborar com os resultados anteriores. É importante ressaltar que as análises de folha são uma importante ferramenta quando utilizadas da forma correta, mas podem se tornar confusas e até mesmo errôneas se utilizadas de maneira imprópria apenas levando-se em conta os números absolutos através da consulta de tabelas dos órgãos de pesquisa e extensão.
O controle de doenças no cafeeiro também é importante em lavouras que se encontram com safra zerada por poda
A Fazenda Brejinho, no município de Três Corações (MG), registrou grandes volumes de chuva de pedra em seus 140 hectares nos dias 3 e 4 de outubro
Estiagens durante o período chuvoso associadas a elevadas temperaturas médias, períodos secos, geram danos às plantas
No período, as chuvas ficaram em 18,4 mm, contra média histórica (entre 1974 e 2021) de 19,2 mm para o mês
Alysson Fagundes comentou que florada apresentou baixo desempenho nas lavouras não irrigadas e bom resultado nas propriedades que possuem sistema de irrigação
A fenologia do cafeeiro estuda os eventos periódicos do ciclo de vida das plantas, que acontecem correlacionados com as condições do ambiente
A poda de esqueletamento/desponte vem sendo muito aplicada ultimamente para zerar a safra e promover a renovação da ramagem dos cafeeiros, também facilitando o manejo dos tratos e da colheita das lavouras
O cafeeiro normalmente emite várias floradas em número e concentração dependentes do clima e da condição fisiológica das plantas
Produtores se preocupam com a qualidade do café, já que a maturação dos grãos foi bastante desuniforme
Por apresentar características desejáveis, variedade vem sendo bastante utilizada nos novos plantios
Neste ano os cafezais, da maioria das regiões cafeeiras do país, floresceram mais cedo e de forma mais uniforme. Por José Braz Matiello e Saulo R. da Almeida- engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
A aceleração dos embarques, estratégia comercial defensiva, no ambiente dos supercomputadores em ininterrupto processamento de seus algoritmos, traduziu-se como disponibilidade de oferta, pressionando as cotações. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Novas técnicas visam aprimorar os meios de cultivo e diminuir o custo de produção por unidade de área. Por Estevam Antonio Chagas Reis e Marina Chagas Reis.
A percepção da colheita nas principais regiões produtoras de arábicas é que realmente houve uma quebra considerável. Por Marco Antonio Jacob.
O Conselho Nacional do Café (CNC), frente à inusitada situação climática vivenciada no cinturão produtor do Brasil, no começo deste ano, com falta de chuvas especialmente em janeiro e fevereiro, encomendou, junto à Fundação Procafé, uma pesquisa para apurar os danos causados às lavouras cafeeiras e as consequentes perdas que ocorrerão nas safras 2014 e 2015 do País, o maior produtor mundial.