Grande quantidade de sementes da erva corda de viola em amostra de café
Foram observadas, em amostras de café, grande quantidade de sementes da erva corda de viola, o que pode representar contaminante dos grãos e também da palha de café
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Foram observadas, em amostras de café, grande quantidade de sementes da erva corda de viola, o que pode representar contaminante dos grãos e também da palha de café
Neste ano agrícola, foi observada uma grave infestação de erva capim orvalho, um tipo de Eragrostis, em lavouras de café
A presente nota técnica objetiva relatar, pela primeira vez, a ocorrência, de forma significativa, da infestação da erva Azevém em cafezais
Ervas que crescem dentro das lavouras de café podem concorrer com os cafeeiros em água, nutrientes e luz, e, sem controle, causam perdas de produtividade
A ocorrência do capim branco em cafezais ainda é pouco conhecida, porém, com sua resistência ao herbicida mais usado nas lavouras, sua importância cresce
Tem sido observado, em algumas lavouras de café, que a soja perene pode passar a ser um problema, cobrindo, com gravidade, a copa dos cafeeiros
Resistente ao herbicida glifosato, erva requerer cuidados especiais no seu controle
A corda de viola (Ipomea sp) é uma erva daninha duplamente prejudicial em lavouras de café
Planta parasita gera problemas no Planalto e Chapada da Bahia e Zona de Montanha, no Espirito Santo. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé
Erva daninha tem se mostrado muito concorrente e de difícil controle em cafezais
Planta daninha concorre com os cafeeiros e ainda atrapalha a caminhada nas lavouras.
As mudas de café em sacolas, preparadas junto ao solo, estão sujeitas a problemas de redução do substrato por minhocas e de furos e infestação da erva tiririca
Erva prejudica, também, por atrapalhar as pulverizações na folhagem e os trabalhos de colheita, especialmente no trabalho do maquinário. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Felipe Santinato - engenheiro agrônomo Santinato e Santinato Cafés.
Grãos malformados, os chamados "averanados", començam a preocupar toda a cadeia do país.
Dentre essas espécies as que vêm causando danos mais severos ao cafeeiro, são as buvas (Conyza canadensis e Conyza bonariensis) e o azevém (Lolium multiflorum). Por Giovani Belutti Voltolini, Laís Sousa Resende, Dalyse Toledo Castanheira e Adenilson Henrique Gonçalves - da Universidade Federal de Lavras - Ufla.
Segundo o geógrafo da Universidade de Stanford, Martin W. Lewis, a geografia das bebidas quentes mudou notavelmente ao longo dos séculos.
Um grupo de produtores de café da Bahia aposta no sistema biodinâmico. Esses agricultores conseguem preços bem acima do mercado, por causa da alta qualidade dos grãos. Todo o sistema é baseado na preocupação com o meio ambiente.
Ter como hábito tomar café e certos tipos de chá traz consequências para a saúde. Algumas, boas. Outras, nem tanto. Estudos científicos comprovam a eficiência do café na prevenção e no combate de males como diabetes, mal de Parkinson, depressão e mal de Alzheimer, por exemplo. A responsável pela boa ação seria a cafeína, substância estimulante. Veja detalhes sobre os benefícios, malefícios e qual é a melhor forma de consumir as bebidas.
Em dez dias fará dois anos da abertura da primeira cafeteria da Starbucks na Argentina. Com quase 20 sucursais em Buenos Aires, a marca norte-americana se converteu no maior ícone do avanço das cadeias de cafeterias no mercado argentino. O crescimento da oferta de locais, no entanto, é registrado em um mercado em que o consumo per capita de café se mantém parado há mais de 30 anos em um quilo per capita.
Consolidado na posição de grande exportador de produtos básicos, o Brasil participa da feira Anuga, na Alemanha, de 10 a 14 de outubro, com a intenção de ampliar a exportação de produtos industrializados, com maior valor agregado e alto padrão de qualidade. É nessa direção que caminham as 120 empresas de alimentos e bebidas levadas a Anuga pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, apresentou ontem sua proposta para a alteração do Código Florestal. Disposto a retomar a discussão, interrompida no ano passado depois do impasse com ambientalistas, Stephanes mostrou durante a reunião um texto de projeto de lei com dez princípios. Entre eles, a garantia de que produtores não sejam penalizados por atos que passem a ser considerados como infrações.
Diversos trabalhos de pesquisa têm evidenciado perdas de produtividade dos cafeeiros pelo efeito do mato, com prejuízos de 30-40% sem o controle
Crescimento é impulsionado por consumidores que buscam benefícios à saúde além da cafeína
Cadeia organizada e proximidade entre seus agentes ajudam a promover boas práticas agrícolas e maior remuneração ao produtor