Sustentabilidade e ESG: como o café se enquadra nesses temas?
Claudia Leite tem mais de 25 anos no ramo de comunicação e sustentabilidade e se tornou referência no tema, consolidando a estratégia global
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Claudia Leite tem mais de 25 anos no ramo de comunicação e sustentabilidade e se tornou referência no tema, consolidando a estratégia global
A Cooxupé recebeu, desde meados de maio, 35% do recebimento previsto para este ano. Do montante, 35% se enquadra como café fino, de bebida dura para melhor, 45% apresenta bebida dura/riada e 20% corresponde a bebida rio. Somados, os dois últimos, com a bebida afetada, representam 65% do café recebido até agora pela cooperativa, um número muito elevado para os padrões recentes.
O ´café para comer´ é obtido a partir do processamento de café 100% Arábica Premium, que resulta em uma massa de café integral na qual estão preservadas as características de aroma, sabor e a oferta nutricional do produto. Foram quase quatro anos de estudos e testes com os mais variados tipos de cafés e processos. O que era somente comercializado como bebida, passa agora a ser também como comida.
Pela primeira vez, a classe média do Brasil atingiu 50% da população, com base em dados da Pnad 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). No ano anterior, a classe C representava 49,2% da população e, em 1992, 32,5%. A FGV enquadra nessa conta as famílias com renda domiciliar de R$ 1.116 a R$ 4.854. Essa nova classe média abarca 94,9 milhões de pessoas, segundo a FGV.
Um dos contratos mais usuais no meio rural é, sem sombra de dúvidas, o arrendamento rural. Este contrato enquadra-se no conceito de contrato típico, pelo fato de a legislação agrária assim o definir. Posto isto, compete-nos conhecê-lo profundamente, aprendendo como deve ser elaborado e o mais importante, quais regras podem nele se fazer constar.
Sem acordo com Washington, o café brasileiro perde competitividade, em momento marcado por exportações em queda e incertezas quanto à próxima safra
Soluções tecnológicas de descarbonização incluem também está ligada à bioenergia e têm potencial para serem mais efetivas que soluções de reflorestamento
Trabalho contribui para a qualidade e procedência alinhados a uma produção social e ambientalmente responsável, o que melhora a gestão das propriedades e torna os produtos mais competitivos
Embrapa, governo de Rondônia e produtores buscam fortalecer cada vez mais a cafeicultura, promovendo uma agricultura sustentável na Amazônia, por meio do projeto Rede Estadual de Avaliação de Clones de Cafés
Pesquisa aponta o crescimento de cafezais no Leste de Santa Catarina sob a sombra da Mata Atlântica ou de outros cultivos agrícolas
Processo reduz mão de obra e gera menor custo para a cafeicultura de montanha. Por Anderson William Dominghetti, doutorando em Fitotecnia da Ufla e Daniel de Souza Reis Junior, graduando Agronomia da Ufla
Tecnologias desenvolvidas pelo Consórcio Pesquisa Café contribuem com o Programa Cafés Sustentáveis do Brasil, da Abic.
Utam Uno Reserva, mais um incremento na linha de cápsulas monodoses. Saiba mais!
O Conselho Nacional do Café - CNC comunica em seu relatório semanal do mercado cafeeiro que solicitou ao Governo Federal medidas emergenciais para recuperação de preços e geração de renda ao cafeicultor brasileiro. Confira aqui o relatório completo.
As condições impostas pela Bolsa de Nova York (ICE Futures US) devem tornar pouco interessante a inédita entrega de café brasileiro naquele mercado, a partir de março de 2013. A razão é simples: o valor do desconto estabelecido para o café brasileiro é tão alto que vale mais a pena vender o produto no mercado físico do que fazer a entrega na bolsa.
Na contramão do que seria de interesse dos consumidores, a ANVISA prefere utilizar os resultados do Pará com o objetivo de fazê-los acreditar que correm riscos iminentes de consumir alimentos produzidos com agrotóxicos.
Como era de se esperar, dada a importância do tema, nosso último artigo, intitulado "Nem preto nem branco: cinza", motivou a participação de diversos leitores do CaféPoint. Juntamente com os comentários feitos ao texto original de Luiz Hafers e Marcelo Vieira, as contribuições recebidas demonstram o tamanho do desafio a ser enfrentado. O melhor de tudo é a predisposição ao debate, requisito para a resolução dos problemas que atingem a cafeicultura. Em meio a tantos tópicos de interesse, utilizaremos a resposta dada por Hafers e Vieira a nosso texto a fim de aprofundar um pouco mais a discussão.
Desde que a quebra na chamada safra principal colombiana se revelou bem maior do que se esperava, os ágios pagos pelos cafés suaves lavados sobre o preço do contrato C da Bolsa de Nova Iorque não param de bater sucessivos recordes. A Colômbia é principal produtor de suaves lavados que são também produzidos em outras origens como Peru, América Central, Uganda, Quênia e Tanzânia.
Uganda produz tanto café arábica como, principalmente, café robusta. É reconhecido como o país mais fértil da África, com boa pluviosidade e excelentes solos de formação vulcânica. Lá, o café é cultivado principalmente em consórcio com culturas alimentares, como banana e feijão. O cultivo é sombreado, possibilitando ao país a busca de caracterizar sua produção como sustentável.
No embalo do crescimento da indústria de produtos alimentícios mais saudáveis, o café descafeinado vem ocupando um espaço cada vez maior nas prateleiras do supermercado. Mas a proposta de "blindar" o organismo contra sintomas atribuídos à cafeína tem um preço. Segundo pesquisa da Universidade Federal de Lavras (UFLA), liderada pela nutricionista Sheila A. Abrahão, o café perde qualidades sensoriais durante o processo de descafeinação.
Em um cenário de crescimento populacional, aumento da importância da Ásia (e de seus bilhões de habitantes) e expectativa de importantes mudanças climáticas no planeta, há espaço para seguir com a mesma lógica de condução da economia, que privilegia o crescimento econômico e uma demanda por energia que, via de regra, não se preocupa com seus efeitos para o meio físico? Estaremos dando um destino apropriado para nossos esforços produtivos?
Quanto mais gente bem preparada se dedicar à atividade agrícola, maiores nossas chances de encontrar soluções criativas para os desafios da área. A inovação não costuma nascer nas mãos de poucos, mas sim com a ampliação da participação dos cidadãos na atividade econômica. Ao negarmos a milhares de jovens a possibilidade de inserção ativa em seu meio local, estamos "matando" um sem número de empreendedores em potencial, daqueles que realmente poderiam fazer a diferença.
Dentro de um contexto de posicionamento estratégico, basear-se em juízos de fato, torna-se alternativa essencial para a determinação do sucesso de ações de comunicação e marketing junto a cafés sustentáveis certificados. O fato é que, a sociedade molda crenças, valores e normas. Em conseqüência, as pessoas absorvem, quase que inconscientemente, a visão de mundo que define seu relacionamento consigo, com outras pessoas, com organizações, com a sociedade, com a natureza e com o universo. Atualmente no Brasil, existem alguns programas já em andamento, os quais propõem a valorização dos cafés diferenciados a partir de estratégias de mercado bem construídas.
Representantes da cadeia do agronegócio café participaram na terça-feira (31/10), em São Paulo, do segundo seminário sobre o Código Comum para a Comunidade Cafeeira (4 C) realizado no Brasil.