Produção da Colômbia alcança 13,8 milhões de sacas nos últimos 12 meses
Número é 13% maior que as 12,2 milhões de sacas colhidas no mesmo período do ano anterior.
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Número é 13% maior que as 12,2 milhões de sacas colhidas no mesmo período do ano anterior.
Volume de sacas de 60 quilos de novembro de 2014 a outubro de 2015 é 12% maior que as 12,2 milhões de sacas produzidas no mesmo período do ano anterior.
Entraves logísticos no transporte marítimo global, como encarecimento de fretes e disputa por contêineres e espaço nos navios impactam desempenho dos embarques
De acordo com representantes de cafeicultores de regiões montanhosas, os custos com a mão de obra respondem por 60% a 70% do valor da saca de 60 kgs. Atualmente, com os preços da commodity entre R$ 340 e R$ 350, os cafeicultores estão acumulando prejuízos, uma vez que o custo gira em torno de R$ 370 em alguns locais. Cenário pode afetar a qualidade dos cafés em grande parte das propriedades.
"Sempre fomos e continuamos contrários a essa norma devido ao encarecimento desnecessário que gerará nos custos dos produtores rurais brasileiros", declara instituição.
De acordo com a Associação Mexicana da Cadeia Produtiva de Café (Amecafé), de outubro de 2011 a fevereiro de 2012, as exportações mexicanas de café verde - o de maior venda - somaram 1,21 milhão de sacas de 60 quilos, contra 727 mil sacas no mesmo período da safra de 2010/11.
Com o início da colheita de café em Minas, os produtores do grão voltaram a enfrentar problemas para contratar mão de obra, que, além de escassa, fica mais cara a cada ano. Em algumas regiões, os custos com os colhedores cresceram mais de 60%, se comparados com os de 2010.
Está marcada para hoje, dia 16 de março, uma audiência pública com o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Manuel Bertone, que virá ao Espírito Santo para discutir sobre o drawback do café. Os cafeicultores capixabas temem a importação do produto, por não conseguirem concorrer com países como o Vietnã, que não possui leis de amparo trabalhista, o que influencia na queda do preço da mão de obra, e consequentemente, nos custos de produção e no valor final do café. Além disso, as leis ambientais brasileiras contribuem para o encarecimento da produção.
Na média, a carne de boi, o algodão, o óleo de soja, o trigo, o açúcar, o milho, o café e a carne de porco ficaram 1,96% mais caros no mês passado. Segundo o BC, os preços internacionais das commodities energéticas e metálicas são mais sensíveis a ciclos econômicos, o que favorece a redução num cenário de baixo crescimento. Já o preço das agropecuárias registrou elevação por causa da "deterioração das condições de oferta", que pioraram devido a problemas climáticos a resultados abaixo do esperado da colheita de alguns produtos.
Na contracorrente dos aumentos internacionais do preço do café, a Nestlé lançará no mercado mexicano uma nova marca com a qual pretende ampliar o número de consumidores dessa bebida. A Nestlé é o principal produtor e vendedor de café processado do México. Sua marca Nescafé solúvel tem uma participação de mercado de cerca de 80%.
Se conseguir chegar à direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), o brasileiro José Graziano da Silva vai trabalhar para ajudar as autoridades internacionais a estabelecer uma regulação no mercado global de commodities, profundamente afetado pela inflação nos últimos meses com a disparada dos preços dos alimentos.
Os preços das principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior confirmaram as expectativas e permaneceram em patamares elevados em janeiro, ainda sustentados por demandas em geral firmes, restrições ou ameaças às ofertas, dólar fraco e forte interesse de grandes fundos de investimentos nesses mercados.
O produtor de café da região está apostando cada vez mais na mecanização da colheita do grão. Nas grandes propriedades, os produtores que podem investir entre R$ 400 mil e R$ 600 mil compram as máquinas. Mesmo com o preço alto, as pequenas e médias propriedades também estão se mecanizando através da terceirização da colheita.
O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) deixou uma alta de 1,09% em fevereiro e marcou 0,63% no terceiro mês de 2010, com a redução no ritmo de expansão nos preços no atacado. O dado consta de pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentada nesta quinta-feira. O custo da cesta básica subiu, em março, em todas as 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Nossa cafeicultura passa hoje pelo mesmo desafio pelo qual passaram indústrias que migraram de países ricos para o 3º Mundo. Um grupo de cafeicultores e pessoas interessadas em nossa produção de café vem discutindo na Sociedade Rural Brasileira o tema "Caminhos para o café". As discussões formais e informais nos levaram a conclusões surpreendentes.
O baixo preço pago pela saca de café brasileiro, em relação ao café colombiano, é um exemplo da falta de política para a cafeicultura do país. A advertência é do presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado federal Carlos Melles (DEM-MG), que está trabalhando pela prorrogação das dívidas dos cafeicultores.
Depois de alcançar US$ 15,2 bilhões na safra 2007/08, a receita que os países produtores de café obtêm com as exportações vai cair neste ciclo 2008/09 por causa da crise econômica global, informou a Organização Internacional do Café (OIC). Com a crise, a taxa anual de crescimento do consumo mundial do produto, que atingiu 2,5%, em média, nos últimos anos, deverá recuar para 1,5% em 2009.
Em entrevista exclusiva ao Estado de Minas, o ministro da Agricultura, Antônio Eustáquio Andrade Ferreira, mineiro de Patos de Minas, disse que medidas para favorecer a eficiência nos portos do país vão compensar o encarecimento do combustível e segurar uma disparada no preço dos alimentos do campo para a mesa do consumidor. Para ele, a produção agrícola nacional é estratégica e tem fôlego para sustentar o crescimento da exportação de alimentos.
Safra de 2025 pode gerar até R$ 135 bilhões, com rentabilidade elevada e forte impacto nos cinturões cafeeiros
A necessidade de pensar que tipo de agricultura queremos ter, em um planeta para alimentar mais de 8 bilhões de pessoas
Artigo escrito por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo, mestre e pesquisador científico VI do Instituto de Economia Agrícola (IEA)
Torcedores analisam melhor o desempenho de seus times do que analistas de mercado, que esquecem da inflação na interpretação da evolução de preços do grão
O avanço da mecanização da colheita na cafeicultura brasileira tem sido aspecto de maior destaque no rol de tecnologias e inovações que são aplicadas aos sistemas de produção. Fatores como o encarecimento do emprego de mão de obra braçal nas lavouras, refletindo a política pública de recuperar o poder de compra do salário mínimo, induzem os cafeicultores à busca de alternativas para baratear as etapas do manejo em que é intensa a alocação de mão de obra, especialmente, na colheita.
Volume representa crescimento de 4,5% na comparação com 2021. Receita cambial bate recorde para o mês, com alta de 50%, chegando a US$ 805,5 milhões