Abic lança campanha nacional sobre benefícios do consumo regular de café
Com investimento estimados em R$ 2 milhões, objetivo é divulgar os benefícios do consumo regular e diário do café e reforçar a pureza como sinônimo de confiança.
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Com investimento estimados em R$ 2 milhões, objetivo é divulgar os benefícios do consumo regular e diário do café e reforçar a pureza como sinônimo de confiança.
A medida de prorrogação, anunciada por causa da pandemia, vai evitar a locomoção dos agricultores até os órgãos e entidades emissoras de DAP para a renovação do documento
Não há dúvidas de que a reunião de Copenhague será um importante ponto de partida. As amarras políticas que precisam envolver os Estados Unidos, China, Índia, Brasil, União Européia, dentre outros players centrais nessa negociação, começarão a desenhar uma nova ordem mundial que passa, obrigatoriamente, pela regulamentação do clima.
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais ouviu diversas reclamações de produtores rurais de Pará de Minas em reunião realizada na cidade na última sexta-feira (10). A reunião foi convocada a pedido do deputado Inácio Franco (PV) para discutir a fiscalização ambiental na região. Os agricultores se queixam do excesso de multas e de fiscalizações arbitrárias da parte dos órgãos ambientais do Estado.
Até o início de agosto, o hotsite www.horadocafe.blog.br estará em funcionamento com informações, na forma de entretenimento, do "universo do café" para internautas como consumidores, distribuidores e produtores, destacando os benefícios do café como bebida energética e capaz de prevenir doenças. O hotsite é uma peça de divulgação da campanha Café é Saúde lançada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, no dia 25 de maio.
Quando depositada em um aterro, a borra de café produz metano, que tem 21 vezes mais efeito de gases de efeito estufa do que o dióxido de carbono
Os vídeos estão disponíveis no site da empresa e tratam de certificação, preservação da água, culturas e depoimentos
Os conteúdos válidos são os elaborados a partir de 1º de janeiro até 31 de outubro de 2018
O Brasil avança na redução de emissões de gases de efeito estufa pela redução do desmatamento, mas as emissões de dióxido de carbono equivalente dos setores de energia e agropecuária aumentaram 41,5% e 23,8% entre 1995 e 2005, e 21,4% e 5,3% entre 2005 e 2010, respectivamente. Juntos, os dois setores representam 67% das emissões nacionais, mas são, ao mesmo tempo, grandes beneficiários da política tributária do governo.
Governo brasileiro anunciou dia 01 de dezembro, novas medidas para estimular a economia do país, através do aumento do crédito e consumo. Uma das medidas adotadas foi a redução da alíquota do IOF, que incide nas operações de crédito feitas por pessoas físicas.
Na edição deste final de semana, a revista VEJA publicou uma matéria de capa, intitulada "A praga da corrupção", apontando supostas irregularidades cometidas por Wagner Rossi. A matéria da revista destaca que Wagner Rossi seria talhado para assumir qualquer cargo de primeiro escalão na máquina federal, não fosse o fato de ele ser também um grande colecionador de problemas. Daqueles que costumam deixar um rastro de histórias esquisitas por onde passa. Na semana passada, a VEJA mostrou que foi sob os auspícios de Rossi que o agora notório lobista Júlio Fróes passou a frequentar o Ministério da Agricultura de forma assídua, com poderes para negociar contratos e cobrar propinas com aval do gabinete do ministro. Não foi um caso isolado.
A Califórnia é um Estado de vanguarda em várias questões, algumas polêmicas, e não é diferente em relação às mudanças climáticas. Aqui, no Brasil, os primeiros Estados a adotar uma lei sobre mudanças climáticas foram Amazonas, em 2007, e Tocantins, em 2008. Em 2009, no calor dos preparativos para a Conferência do Clima (COP 15), que ocorreu em Copenhague no fim do ano, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, a cidade de São Paulo e o governo brasileiro aprovaram suas leis. Em abril de 2010, foi a vez do Rio de Janeiro. Espera-se que seja possível avançar de forma a criar uma economia de baixo carbono onde todos tenham uma parcela de contribuição aliada a benefícios mútuos. Somente assim a política paulista de clima ganhará força e poderá atingir objetivos concretos.
O aquecimento global é um fato que exige resposta tecnológica, na forma de desenvolvimento de variedades genéticas melhor adaptadas à transição climática, avalia o agrônomo Eduardo Assad, ex-secretário executivo do Programa de Recursos Naturais da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "O aumento de temperatura reduz os riscos de geadas, o que é muito bom para o café", afirma Assad.
"Alimentos 2030" é o nome do plano lançado pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Alimentos e Questões Rurais do Reino Unido, no dia 5 de janeiro, e que tem como foco aumentar a produção de alimentos, aperfeiçoar a sustentabilidade dos diferentes sistemas produtivos, investir em pesquisa científica e reforçar o papel da agricultura inglesa no mundo. Enquanto isso, as eternas querelas entre os Ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e até Pesca, fazem com que não seja possível pensar a agricultura brasileira de forma estratégica.
Depois de muita discussão interna, o governo federal anunciou o pacote de reduções de emissões de gases de efeito estufa que será levado para Copenhague, na COP-15. Vale a pena desembrulhar esse pacote e especular, no bom sentido, o que pode haver dentro dele. Afinal, as posições que serão apresentadas, como voluntárias, são apenas para marcar presença na reunião ou são o ponto de partida de uma estratégia de política com foco em reduzir as emissões de gases de efeito estufa do Brasil?
Por meio de ações compartilhadas com o setor varejista, principalmente os supermercados e cafeterias, torrefadoras de todo o país promovem em julho e agosto o Festival do Café no Inverno.
Seria muito interessante criar um cadastro que permitisse o escalonamento das taxas praticadas em consonância com o histórico de adimplência do cafeicultor. Dados sobre a inadimplência dos financiamentos obtidos junto ao FUNCAFE sugerem que os pequenos cafeicultores saldaram seus compromissos. Todavia, o percentual de inadimplência entre aqueles que tomaram grandes financiamentos (de R$100 mil a R$500 mil ou acima de R$500 mil), supera os 30% do total de ambas as carteiras.
Neste nosso privilegiado Brasil, temos enormes potencialidades produtivas, tanto na agricultura como na pecuária; se soubéssemos explorá-las racionalmente, elas nos permitiriam gerar as riquezas que tanto necessitamos para reduzir a pobreza rural e também para solucionar vários dos nossos grandes problemas nacionais. A nossa agropecuária tem vocação para ser a mais poderosa "locomotiva" do desenvolvimento nacional.