(Imigr)ação e reação
Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
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Momentos de depressão nos preços de commodities ou de instabilidade política são o estopim perfeito para o aumento do fluxo de refugiados. Por Bruno Varella.
O Parlamento cubano propôs a realização de investimentos para reativar o cultivo de café, que caiu 90% em menos de meio século, afetado pela deterioração das plantações e pelo êxodo dos produtores, segundo autoridades do setor.
Caso bilionários decidam investir pesado no desenvolvimento de pesquisas destinadas a promover a adaptação aos efeitos da mudança climática, serão capazes de lidar com as pressões de companhias multinacionais com décadas de experiência no desenvolvimento de fertilizantes e sementes? Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Sob a ótica da economia, portanto, o agricultor pode ser visto como o gestor de um dado conjunto de recursos. Por Bruno Varella.
O Conselho Nacional do Café - CNC divulga a segunda edição do Boletim Conjuntural Mensal do Mercado de Café. Destaques do mês de abril ficam por conta das oscilações negativas das cotações, visita da OIC em regiões produtoras da América Central, economia mundial pouco otimista e expectativa ante o preço mínimo do café.
O café é um dos produtos agrícolas mais importantes da pauta de exportações mexicanas. Existem relatos de que o México já exportava café em 1802. No total, a produção mexicana de café gira em torno de 4 a 4,5 milhões de sacas de 60 kg ao ano, posicionando o México atualmente como o 6° maior produtor do mundo. O México produz essencialmente café arábica, principalmente as variedades Typica, Mundo Novo e Caturra.
A renovação dos cafezais com mais de 40 anos de vida é urgente, disse o diretor executivo do Conselho de Café Nacional, COFENAC, Juan Alberto Vera. O benefício direto será para 25 mil famílias de cafeicultores. Serão cultivados 25 mil hectares de arábica, usando variedades melhoradas e tecnologias sustentáveis de manejo; e 25 mil hectares de robusta, usando clones de alta produtividade. O orçamento deste projeto é de US$ 85 milhões.