Abertas inscrições para o International Masters in Coffee Economics and Science Ernesto Illy
Será oferecida uma bolsa integral de estudos para um (a) aluno brasileiro (a)
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Será oferecida uma bolsa integral de estudos para um (a) aluno brasileiro (a)
Interessados nos benefícios deverão encaminhar dados para a Universidade do Café até 15 de junho.
Projeto vai promover dois treinamentos para capacitar técnicos a utilizarem a metodologia. Por Pedro Ronca, cafeicultor e engenheiro agrônomo com pós-graduação em Agronegócio Café pela FIA / USP e Master in Coffee Economics and Science pela Universidade de Trieste / illy caffè, Itália.
Puxado pelo aumento das cotações da dobradinha soja/milho no mercado internacional, o preço médio de um hectare de terra destinado ao agronegócio mais que triplicou em dez anos no Brasil, superando de longe a inflação. Além disso, em cinco anos, entre 2008 e 2012, a terra se valorizou num ritmo mais acelerado que o dólar, aplicações em renda fixa, ações e até mesmo o ouro, o "queridinho" dos investidores em períodos de crise.
As bolsas de commodities agrícolas voltaram a atrair a atenção dos investidores, que aproveitaram a forte queda de preços nas últimas semanas para comprar ativos mais baratos. As matérias-primas também acompanharam o bom humor dos mercados financeiros, que foram influenciados pela expectativa de recapitalização dos bancos europeus. Trigo e milho foram os destaques do dia. Na Bolsa de Chicago, o contrato dezembro do trigo avançou 3,52%, para US$ 6,2525 por bushel. A mesma posição do milho subiu 3,02%, a US$ 6,0550 por bushel.
De carona não só no boom dos preços dos alimentos, que atingiram em janeiro as maiores cotações em 21 anos no mundo, o valor das terras no Brasil disparou. No Sudeste, Nordeste e Norte, o preço do hectare chegou a dobrar em algumas regiões entre janeiro e dezembro de 2010. As terras mais valiosas do País estão no Sul e Sudeste, regiões dotadas de melhor infraestrutura.
Os preços das terras agrícolas no Brasil tiveram uma alta real de 10 por cento em 2011 na comparação com 2010, ainda sob influência dos ganhos das commodities, cuja queda recente ainda não chegou a impactar negativamente no valor das propriedades rurais, informou nesta quinta-feira a Informa Economics FNP.
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As cotações oscilam sob pressão da força do dólar, em meio aos entraves políticos e fiscais no Brasil
Realizada pela Reuters, acredita que com suposto aumento na produção as cotações tendem a cair
Londres recebeu dois painéis que buscaram inovações para que produtores possam se adaptar mudanças de mercado
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Aperto do fornecimento global na próxima temporada deverá elevar os preços do arábica para 1,25 dólar por libra até o final de 2019
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Realizado em Trieste, na Itália, curso oferece formação multidisciplinar sobre cafés, passando por todo processo produtivo do grão
Os cafezais de montanha de Minas Gerais, que respondem por importante parcela da produção brasileira, tendem a desaparecer do mapa de cultivo do país em uma ou duas décadas, por custos elevados associados à impossibilidade da colheita mecanizada nas áreas de aclive, onde inclusive as fazendas estão perdendo valor de mercado.
Filme narra os 17 anos de trabalho dessas mulheres produtoras e como elas são parte fundamental da cultura do café, do inicio ao fim desta cadeia.
Com a seca, o preço do café, principal produto do agronegócio de Minas Gerais, disparou. Levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado aponta que o grão se valorizou 63,94% somente nos três primeiros meses deste ano, puxando para cima os preços dos produtos agropecuários, que no geral subiram 18,27%.
Depois do setor elétrico, o próximo da lista dos possíveis afetados pela forte estiagem que atinge a Região Centro-Sul é o agronegócio. Ainda não há dados consolidados sobre o estrago que a falta de chuvas combinada com altas temperaturas têm provocado no campo. Mas produtores de grãos, verduras, café, laranja e pecuaristas estão apreensivos em relação às prováveis perdas, que já se traduzem em alta de preços.
Segundo matéria do Valor Econômico, o ano de 2013 foi um período difícil para negociações de terras aqui no Brasil. Apesar do país ser visto como um dos que têm as melhores oportunidades de investimento nessa área, no ano passado, os altos preços das fazendas, as restrições à compra desses ativos por estrangeiros e o desaquecimento [...]
As perspectivas de produção recorde nos principais países produtores de café do mundo - Brasil, Colômbia, Vietnã - derrubaram a cotação do café arábica há várias semanas. No dia 7 de novembro, a libra de café foi cotada em Nova York a 1,0095 dólar, o preço mais baixo em sete anos.
O Brasil deve atingir seu compromisso de reduzir em 80% o desmatamento no país ainda em 2012, oito anos antes do prazo estipulado, disse nesta segunda-feira (20/02), em Londres, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
A valorização do câmbio praticamente anulou a alta das commodities agrícolas no mercado internacional ao longo da última década. Segundo levantamento elaborado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), a pedido do Valor, os preços em reais dos produtos exportados pelo agronegócio brasileiro - o que o Cepea chama de índice de atratividade - subiram apenas 5% de 2000 até o primeiro semestre de 2011, enquanto os preços em dólares aumentaram 128,3%. Nesse período, o real acumulou uma valorização de 54%.
Especialistas apontaram que a Lei Agrícola que acaba de entrar em vigor nos Estados Unidos é um retrocesso na luta contra os subsídios distorcivos e complica ainda mais as negociações da Rodada Doha. O pacote prevê uma ajuda de US$ 290 bilhões em cinco anos - sendo US$ 43 bilhões apenas para commodities - aumento no preço mínimo garantido para vários grãos, além de mais recursos para soja, trigo e açúcar e mais apoio ao algodão, cujos subsídios já foram condenados pela Organização Mundial do Comércio (OMC).