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Café faz cérebro e músculos de atleta trabalharem melhor
14/02/2014

Café faz cérebro e músculos de atleta trabalharem melhor

Uma série de estudos do Consórcio Pesquisa Café, rede integrada de instituições científicas brasileiras, coordenada pela Embrapa Café, comprovou que a bebida faz bem para a saúde se consumida em doses moderadas. Quem toma de três a quatro xícaras (500 mg) por dia abastece o corpo com vitaminas e nutrientes básicos como potássio, zinco, cálcio, ferro, magnésio e diversos outros minerais, além de compostos antioxidantes (a exemplo dos ácidos clorogênicos).

21/02/2008

Atletas podem se beneficiar com café

Pesquisas mostram que o café é a bebida mais indicada para atletas, pois é natural e mais saudável que qualquer produto artificial. O importante é o consumo diário e moderado, 3 a 4 xícaras de café torrado e moído ao dia. Os atletas que seguimos tomam café com leite pela manhã e depois 2 a 3 xícaras de café puro durante o dia, no meio da manhã, após almoço e no meio da tarde. O café deve ter torra marrom e não escura ou preta, pois nesta torra estão os compostos saudáveis, como antioxidantes, as lactonas , a niacina e os minerais, além da cafeína. Evite excessos ou doses elevadas e lembre que o café não aumenta apenas a capacidade física, mas principalmente a capacidade mental do atleta.

01/02/2008

O café faz bem à saúde?

Algumas linhas de pesquisa conduzidas por especialistas de diversos países têm revelado os efeitos positivos do café, entre eles: reduzir o colesterol, auxiliar no combate a doenças coronarianas, proporcionar efeitos antidepressivos, reduzir o risco do mal de Parkinson, proteger contra diabetes do tipo 2, desenvolver ação antioxidante (que atua contra o envelhecimento das células), e auxiliar em processos de emagrecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer (cólon e reto). Há estudos recentes, inclusive, que indicam que substâncias presentes no café podem prevenir demências e mal de Alzheimer e que o consumo moderado e regular inibe o alcoolismo e a depressão. No Brasil, a Fundação Zerbini assinou, em 2006, um protocolo com a Associação Brasileira da Indústria do Café para a criação da Unidade de Pesquisa Café-Coração do Incor, que até hoje tem conduzido pesquisas sobre a bebida.