Dias úmidos podem afetar cafeicultura
Chuvas podem comprometer andamento da colheita no final de semana.
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Chuvas podem comprometer andamento da colheita no final de semana.
A frente fria que chegou no fim de semana organizou chuvas fortes em parte das regiões produtoras de café do Sudeste, mas já começa a perder intensidade de forma gradativa. Até a quarta-feira, ainda chove no Paraná, em São Paulo e na parte leste de Minas Gerais. No entanto, a umidade da Amazônia, que alimenta os sistemas que avançam pelo Brasil, volta a se concentrar no Sul, o que diminui o potencial para chuvas mais fortes. De quinta a sábado, as chuvas devem ocorrer na forma de pancadas, alternadas com sol e calor.
Além de aspectos econômicos e socioambientais, capazes, por si, de mobilizar milhões de brasileiros, o texto do novo Código Florestal também tem envolvido intensa batalha ideológica pelos jornais, pela internet, no Congresso e mesmo no âmbito do governo. Na mesa, além das regras relacionadas à proteção das florestas, está o modelo de desenvolvimento a ser adotado pelo Brasil. Enquanto os produtores rurais levantam a bandeira da produção de alimentos, os ambientalistas afirmam que, sem preservação dos recursos naturais e proteção firme às florestas brasileiras, não há como garantir produção sustentável.
Diante da contínua entrada de recursos externos, o mercado financeiro se prepara, mais uma vez, para voltar a trabalhar com o dólar comercial abaixo de R$ 2, movimento que, ao lado da redução nas taxas de juros, deve ditar os rumos da economia no restante do ano. Ontem, a moeda americana recuou mais 1,97% e fechou a R$ 2,035, a menor cotação desde 2 de outubro.
Tradicionalmente no mês de agosto, a ABAG - Associação Brasileira de Agribusiness - promove o Congresso Brasileiro de Agribusiness (CBA), uma iniciativa que pretende debater temas fundamentais para o desenvolvimento sustentado do agronegócio brasileiro e discutir as transformações estruturais ocorridas em toda a cadeia produtiva de um setor que responde por 26,6% do Produto Interno Bruto e 46% das exportações.
Atendendo a uma solicitação do Presidente Lula, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, recebeu a Frente Parlamentar do Café e as lideranças do setor produtor da cafeicultura nacional. Em apresentação sucinta, feita pelo deputado federal Carlos Melles, foram expostos os pleitos dos cafeicultores, que se embasam, especificamente, na possibilidade de conversão de todas as dívidas da cafeicultura (Funcafé, RO, RL, CPR, entre outras) em produto físico.
O mercado climático continuou a ditar a tendência dos preços futuros do café nesta semana. Ainda não estão quantificados os impactos que o mês de janeiro mais seco no Brasil desde 1954 trará para o balanço da oferta e demanda mundiais de café. A estiagem, associada a temperaturas elevadas, que predomina até a segunda quinzena de fevereiro tem efeito negativo na maturação dos grãos que já emergiram na maioria dos cafezais, podendo causar queda prematura dos mesmos. Já se cogitam, também, impactos sobre o desenvolvimento da safra 2015/16.
A premiação, que tem inscrições até 7 de outubro e acontece durante a Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte, reforça a valorização do produtor
Como a competição tem impulsionado as lavouras brasileiras através da valorização dos melhores cafés do Brasil e da apresentação desses grãos ao mercado
O CDPC, criado e presidido pelo governo, composto por grupos econômicos heterogêneos e interligados na obtenção do produto, mas totalmente distintos em interesses e objetivos, é irracional e ilógico. Não possui aspecto algum de eficácia ou desenvolvimento e, ao contrário, gera confusão na área produtiva, pois atividades distintas com interesses opostos se acham no direito de ditar as regras.
Lavouras brasileiras estão parcialmente desnutridas e sofridas por causa das baixas temperaturas e ventos das últimas semanas
De acordo com Guilherme Morya, do Rabobank, produtor de café deve continuar observando volatilidade nos preços até o mês de outubro
Em seu primeiro artigo de 2022, Bruno Varella destaca o ano eleitoral e as possíveis interpretações que envolvem a palavra mercado
Diretor de desenvolvimento de negócios da empresa SAS preparou um artigo que aborda a próxima etapa de evolução do agronegócio através do uso de analytics
Bruno Varella traça expectativas e o que não deve mudar para 2021
Presidente do Centro de Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG), Archimedes Coli Neto, acredita que mercado pode reagir em caso de problemas climáticos
Após iniciar o dia com quedas técnicas, o mercado futuro do café arábica passou a operar com valorização para os principais contratos nesta sexta-feira (2) na Bolsa de Nova York
Previsões para terceiro trimestre são de altos e baixos para os preços do café. Somente no quarto trimestre poderemos começar a pensar em um cenário um pouco diferente, dependendo bastante da demanda e do Brasil que colhe menos no próximo ciclo
Por volta das 9h09 (horário de Brasília), setembro/2020 tinha queda de 50 pontos, negociado por 98,15 cents/lbp, e dezembro/2020 registrava a mesma desvalorização, negociado por 100,75 cents/lbp
Marcelo Moreira apresenta sua análise sobre preços do café na última semana e como fica o mercado pós-colheita e oferta de grãos
Analista de mercado concedeu entrevista ao site Notícias Agrícolas
O país se auto impunha um nível de aceitação de 1,5%, o que impedia que cafés de muito boa qualidade fossem vendidos nos mercados internacionais.
Tribunal Geral da União Europeia confirmou proteção das Indicações Geográficas ou Denominações de Origem, como Café da Colômbia.
O secretário geral da União, Leyver Martínez González, disse que a doença representa risco de 19% para a produção.