Ferrugem causa atraso nos embarques de café do Peru
Premium pelo café do Peru já se aproxima de valores máximos em três anos.
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Premium pelo café do Peru já se aproxima de valores máximos em três anos.
Segundo o diretor executivo interino da Organização Internacional do Café (OIC), José Sette, as perspectivas para a produção mundial na safra 2011/12 são bastante díspares, partindo desde uma menor safra no Brasil a expectativas de aumento nos demais países exportadores.
Marcelo Fraga realiza análises semanais sobre o mercado cafeeiro e as oscilações nos preços
Entre fatores que tem influenciado o mercado, aparentemente, a especulação motivada pelo clima deve se iniciar mais cedo nesse ano. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA.
A somatória de todas as incertezas relacionadas determina, no mercado de commodities, prevalência de viés baixista. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA; e Paulo Sérgio Caldeira Franco, Analista de Sistemas, agente de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do IEA .
Na bolsa londrina, os contratos futuros de café robusta mudaram de patamar da curva futura, declinando na última. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
A Organização Internacional do Café - OIC fez uma análise das reexportações de café da Alemanha, maior país reexportador mundial de café, com o propósito, segundo a instituição, de gerar maior transparência no setor cafeeiro. O CaféPoint traz na íntegra a matéria a seus leitores. "O aumento das reexportações de café verde da Alemanha pode ser atribuído a sua extensa rede de transportes". Confira
"Aqui, no Brasil, ao contrário dos EUA, os agricultores costumam ser tratados com certo desdém pela sociedade urbana, que enxerga os homens do campo, depreciativamente, como 'caipiras'. Vem de longe tal desprestígio, cujas razões nunca foram devidamente explicadas". Por Xico Graziano
Em recente evento organizado pelo Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone) e pelo Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa), conhecido acadêmico referiu-se à comemoração na Câmara dos Deputados, por ocasião da aprovação do novo Código Florestal, como uma "alegria sinistra". Desconsiderando que a visão desse acadêmico sobre o novo código é, certamente, fundamentada em argumentos racionais, não dá para negar que a iminência da reforma da mais importante legislação ambiental brasileira causa um certo frisson no emocional das pessoas.
Se as coisas acontecerem como previsto no artigo, os bons preços do café seguirão até 2012 e, provavelmente, 2013, donde se estima que a flutuação cíclica comece seu processo de decréscimo mais uma vez
A Sara Lee Corp. já foi uma colcha de retalhos de marcas de alimentos e produtos para a casa e tem vendido ou desmembrado negócios há anos, numa tentativa de se concentrar nas divisões de alimentos e café. Agora a empresa vai se dividir em resposta às ofertas de aquisição que tem recebido recentemente.
Recrudesceu, recentemente, uma grande preocupação com a sustentabilidade da cafeicultura brasileira e mundial em todos os fóruns de discussão onde estão sendo debatidos os panoramas, atual e prospectivo, do agronegócio café. O tema sustentabilidade, em diversas formas, é o assunto recorrente e dominante na pauta dos recentes eventos técnicos e políticos acontecidos no setor cafeeiro. Fazendo-se uma análise dos últimos acontecimentos, pode-se entender melhor o sistema econômico da cafeicultura.
Nas últimas décadas, o governo federal e os governos estaduais apresentam algumas dificuldades em implementar políticas efetivas sobre a produção de café das diferentes regiões produtoras brasileiras. Uma melhor compreensão das relações estruturais entre a produção de café em grão e os demais setores das economias dos principais Estados produtores brasileiros poderá fornecer subsídios para implementação de políticas públicas voltadas ao controle de seus parques cafeeiros e aumento da competitividade setorial.
Há esperança de que, tanto em matéria de política aplicada ao setor cafeicultor como no caso da crise internacional, os erros do passado se traduzam em melhores respostas à coletividade, sem o apego a teses fundamentalistas ou aos que mais gritam, e que nem sempre merecem a ajuda. Confiar exclusivamente no mercado pode levar à desintegração de arranjos sociais inteiros, negando a milhões de cidadãos a chance de entrar no jogo.
País em desenvolvimento, eufemismo para nossos inúmeros gargalos, o Brasil possui mais prioridades do que meios de atuação. Por isso, escolher aquilo que é mais importante entre os temas importantes é fundamental; beneficiar determinados grupos com os remédios de sempre tem se mostrado uma prática pouco efetiva, perpetuando problemas seculares em nome da velha saída da socialização das perdas.
Uma política para alcançar suas metas precisa ser composta por três alicerces fundamentais: a) oportunidade; b) abrangência e c) desenho. Ao se debruçar sobre o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor de Café (PEPRO), não se observa sua adequação para qualquer dos atributos listados. No quesito oportunidade, por exemplo, a política falha ao não considerar a dimensão do problema a ser equacionado, ou seja, a safra de 32,6 milhões de sacas deve ser considerada de tamanho capaz de demandar um mecanismo de política agrícola que venha a interferir na estrutura do mercado e, conseqüentemente, na formação dos preços? Certamente não.
Há alguns anos em prosa com Dr. Ângelo P. Camargo discutimos a arborização, sombra móvel, evapotranspiração, mobilização de nutrientes, horizontes diferentes de extração de água. Isso mais o medo da geada levou-me a plantar Grevilea no meio de alguns talhões, no espaçamento de 20 x 20 ou seja 25 árvores por hectare mais Pinus nos quebra ventos nos carreadores. Após nove anos tenho, como disse, suspeita fundada do sucesso. Suspeita também autorizada pelo entusiasmo do meu administrador.
A safra de 37,5 milhões de sacas, divulgada na segunda-feira passada (9) pelo IBGE, está incomodando o Conselho Nacional do Café (CNC), que deve encaminhar ofício ao instituto nos próximos dias solicitando reunião para discutir o assunto. A diferença nas previsões pode causar desconfiança dos organismos internacionais de café.
Há algumas semanas, abordamos a volatilidade nas cotações de café, tema que gerou intenso debate entre nossos leitores. No artigo intitulado "Volatilidade versus especulação", buscou-se demonstrar o papel das variações da oferta nas oscilações dos preços internacionais de café, tomando-se como exemplo a crise observada no setor no início do século XXI.