Em outubro Brasil exporta 8,7% menos sacas de café do que em 2015
Apesar da continuidade da greve na alfândega do Porto de Santos, o impacto no cálculo dos resultados em outubro foi inferior a setembro.
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Apesar da continuidade da greve na alfândega do Porto de Santos, o impacto no cálculo dos resultados em outubro foi inferior a setembro.
Fora a safra nova 2015/2016, que começará a entrar nos armazéns, restarão nos estoques privados muito poucos lotes remanescentes de safras anteriores.
Produtores no Vietnã, maior produtor mundial de café robusta, estão segurando seu café, frustrados pelos preços persistentemente baixos nos futuros de Londres. Na Indonésia, o clima anormalmente úmido durante a estação de colheita dificultou a secagem dos grãos. A pressão na oferta tem aumentado o medo de escassez do produto no mercado vietnamita e da Indonésia, o que poderá conter as exportações dos dois países.
A geração atual de agrônomos diz que não enfrentou fenômeno climático semelhante, afirma Escritório Carvalhaes.
A colheita de café ainda não avançou nas principais áreas produtoras de Minas Gerais. A avaliação é que a incidência de chuvas ao longo do mês de abril dificultou a maturação dos frutos em algumas áreas. Boa parte das lavouras ainda apresenta índices de café verde e a perspectiva é de que o processo comece a acelerar apenas a partir do mês de junho. As cooperativas de produtores informam que, na grande maioria das regiões, não tem havido dificuldade para contratação de mão de obra.
A produção de café da Indonésia foi estimada em 10,75 milhões de sacas de 60 quilos no ano safra que termina em setembro de 2011, quase 6% a menos que na safra anterior, disse a Organização Internacional de Café (OIC).
Levando em conta o atraso para o pagamento dos cafés entregues no primeiro Leilão de Opções Públicas de Venda de Café, que deveria ter ocorrido até o último dia 15 de dezembro, o Conselho Nacional do Café (CNC) protocolou, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta quarta-feira (6), um ofício destinado ao titular da Pasta, Reinhold Stephanes. Acesse e confira o ofício na íntegra.
O segundo maior produtor de café do mundo, o Vietnã, disse que sua produção para a safra de 2009-10, até 30 de setembro, não cairá tanto quando previsto anteriormente. De acordo com a Associação de Café e Cacau do Vietnã (VCCA, da sigla em inglês), a última estimativa é de uma queda de 10%-15% na produção com relação ao ano anterior, principalmente por causa das chuvas no período de floração e furacões de setembro a novembro.
As medidas adotadas pelo governo para ajudar na recuperação do preço do café, que enfrenta uma crise internacional de preços, com reflexos no mercado doméstico, ainda não surtiram efeito no custo da saca comercializada no Brasil. O valor da saca de 60 quilos da variedade arábica está entre R$ 260 e R$ 280, dependendo da localidade do país. Para entidades representativas dos produtores, a demora no socorro ao setor dificultou a reação.
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Já foram negociadas 51,76 milhões de sacas de uma produção estimada em 56,5 milhões de sacas.Ritmo no mercado físico disponível de café segue arrastado
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As mudanças climáticas prejudicaram as plantações, além de cafeicultores que abandonaram as fazendas reduzindo os hectares
Foram exportadas 79.932 toneladas (3.464.239 de sacas) do produto, tendo como destinos 106 países
Por José Braz Matiello e J.E.P. Paiva e Marcelo Jordão Filho - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
A variação entre as cotações do café arábica e robusta tem aumentado em 2014, atingindo, em abril, R$ 192,68/saca de 60 kg na comparação entre os tipos 6, o maior patamar mensal desde janeiro/12. Em relação ao robusta tipo 7/8, a diferença foi de R$ 201,65/sc.
Expectativas de déficit na oferta de arábica e diminuições de estoques elevaram preços do café. Provável anúncio de prorrogação de pagamentos dos financiamentos de estocagem da safra 2012 vem ao encontro da política estratégica traçada pelo governo em parceria com o setor privado para escoar, ao longo dos 12 meses do ano, a safra brasileira colhida em 4 meses e evitar pressões sobre as cotações.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) mantiveram movimento de queda, pela segunda sessão consecutiva. Mas os contratos ainda acumulam valorização este mês, de cerca de 7%, diante do quadro de baixa oferta no curto prazo.
As exportações de café da Etiópia, maior produtor da África, deverão se recuperar para cerca de 171 mil toneladas nesse ano, após os envios terem caído para seu menor nível em seis anos no ano passado, disse a oficial da Bolsa de Mercadorias da Etiópia, Eleni Gabre-Madhin. "As primeiras avaliações indicam um potencial muito bom para uma colheita abundante de café. Esperamos pelo menos o volume de 2007/2008", disse ela.
Os indicadores econômicos positivos de oferta e consumo devem fazer de 2009 o melhor ano da história para os produtores de café. Mesmo com o dólar mais valorizado, a expectativa de alguns produtores e consultorias é que as cotações fiquem acima de US$ 1,40 a libra-peso na Bolsa de Nova York. No entanto, uma nova crise de confiança causada pela quebra de outro banco ou mesmo o agravamento da recessão mundial podem anular essa tendência.
A semana foi de alta e nervosismo no mercado futuro de café. Os preços no mercado físico brasileiro também subiram, mas menos que no de futuros. Duas correntes se formaram: uma que acredita que a alta é principalmente um movimento especulativo de fundos e não se sustenta. Outra, julga a subida de preços como um ajuste da única commodity ainda não enquadrada na nova dinâmica da economia mundial, e que haverá realizações, mas a tendência dos preços é procurarem um novo patamar de negociação, mais condizente ao momento atual da economia mundial.
O deputado federal Moreira Mendes (PPS-RO) comemorou a decisão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de reclassificar os municípios rondonienses como áreas aptas para o plantio de café sem irrigação. A medida possibilitou a liberação de crédito para os produtores. Para ele, as exigências de plantio irrigado eram absurdas, pois o estado tem um regime muito firme de chuvas e toda a cafeicultura local é baseada na pequena propriedade.
Concurso da illycaffè distribui mais de US$ 100 mil em prêmios (US $30 mil ao vencedor) para estimular a produção de café de alta qualidade.