Baixa produção de café em El Salvador gera desemprego
Imprensa local afirma que as estimativas das associações de exportadores são de que, até agora, a perda de empregos supera 150.000.
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Imprensa local afirma que as estimativas das associações de exportadores são de que, até agora, a perda de empregos supera 150.000.
A Uganda, segundo maior produtor de café da África, plantará pelo menos 17 milhões de pés de café de alto rendimento nesse ano à medida que continua com sua campanha de crescimento do café, visando aumentar a produção anual do país e seus lucros de exportação. O café é o principal produto agrícola exportado pela Uganda e o segundo maior gerador de receita no exterior depois do turismo.
O presidente de El Salvador, Mauricio Funes, inaugurou um programa destinado a reflorestar o parque cafeeiro nas zonas do departamento central de San Vicente, afetadas pelo furacão Ida no final do ano passado.
A agricultura tende a ganhar grande destaque na Economia Circular por ser naturalmente amigável a práticas regenerativas
Representantes do Cecafé e da ABIC comentam sobre exportações do grão em 2022, preço nas gôndolas e dependência do país quanto às importações de insumos
Apesar do decreto presidencial que penaliza com multas diárias de até R$ 500,00 por hectare quem planta ou cria animais em áreas de reserva legal, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, mandou avisar aos agricultores e pecuaristas que eles não devem se apavorar. "Fiquem calmos que tem conversa. Vamos fazer um ajustamento de conduta e negociar compensações. Essa é a política do ministério", diz o ministro. "Os arrozais não serão destruídos e nenhum pé de café será derrubado."
Estima-se que mais de 15% das malhas rodoviárias de café foram afetadas e, se em 30 dias não forem consertadas, podemos perder outras 460 mil sacas
Os Robustas Amazônicos especiais estão proporcionando desenvolvimento social, econômico e também benefícios para saúde
Ferramenta atende hoje cerca de 3.200 mil agricultores familiares de café, em 80 municípios.
Iniciando o projeto de parceria de conteúdo do CaféPoint com a Fundação Procafé, J.B. Matiello, engenheiro agrônomo da instituição e também do Mapa, expõe em seu artigo os desafios que envolvem o controle da 'broca do café', trazendo um panorama desde o início da cafeicultura do país até os dias atuais, em que novos desafios aparecem com a proibição do inseticida Endosulfan. Confira
As exportações de café de Uganda estão enfrentando maiores custos de processamento e transporte devido aos maiores custos dos combustíveis no mercado local, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país (UCDA). O conflito no Oriente Médio está aumentando os preços locais de combustíveis e aumentando os custos dos exportadores.
O presidente da Uganda, Yoweri Museveni, anunciou que o país pretende ultrapassar o Vietnã e a Colômbia na produção de café robusta, substituindo os cafezais velhos com mudas clones de alto rendimento. Yoweri também pediu aos investidores que transformem o país num destino competitivo de investimentos e aumentem sua participação de mercado local, regional e internacionalmente.
De acordo com um grupo de pesquisadores holandeses, a regulamentação pode sim ser a solução para a instabilidade das cotações nos mercados internacionais de commodities. Para sustentar este argumento, são apresentados diversos outros, direcionados tanto aos críticos do estabelecimento de acordos nesses moldes, como àqueles que se apressam em apontar as falhas do passado neste campo. Argumenta-se que a conta da regulamentação deve ser paga pelos consumidores dos países do Primeiro Mundo. Manter as cotações mais altas deve passar pelo repasse dos custos a europeus, norte-americanos e japoneses, cuja melhor condição social deveria financiar a cafeicultura dos países em desenvolvimento.