Chuvas insuficientes impulsionam sobe e desce das cotações
Mercado reflete disputa entre produtores e compradores para ver quem fica com os prejuízos da quebra da safra brasileira, aponta o Escritório Carvalhaes.
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Mercado reflete disputa entre produtores e compradores para ver quem fica com os prejuízos da quebra da safra brasileira, aponta o Escritório Carvalhaes.
Precipitações trazem mais dúvidas e incertezas aos operadores, contribuindo com o intenso sobe e desce das cotações do café em Nova Iorque e Londres
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Expectativa de chuvas nas regiões produtoras do Brasil provaram intenso sobe e desce nas cotações
Segundo estimativas, 80% da safra no Brasil já foi colhida, mas mercado sobe e desce preocupado com a oferta global
Entenda como fica o sobe e desce do mercado, segundo analista Marcus Magalhães.
No mercado físico, ofertas estão em patamares que não animam os produtores, afirmou o Escritório Carvalhaes.
De acordo com Eduardo Carvalhaes, os rápidos movimentos de sobe e desce na ICE em NY refletem interesses de curto prazo de fundos e especuladores
O Boletim do Escritório Carvalhaes, referente a semana do dia 2 de maio de 2014, aponta que "Os baixos estoques de café em todo o mundo, a forte seca sobre os cafezais do sudeste brasileiro, as incertezas climáticas (agora acrescidas pela possibilidade do "El Niño" voltar este ano) e políticas, continuaram levando muita volatilidade aos preços do café nas bolsas de futuro".
Após sobe e desce nos preços no início da semana, as cotações do café arábica encerraram essa quarta-feira (14) em queda em NY e na maioria dos contratos da BM&FBovespa. Os preços no mercado físico e na Liffe (conilon) fecharam em alta. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 301,32, com valorização de 0,59%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Um homem de chapéu, bota para fora da calça, na varanda de um casarão colonial, segurando uma xícara que exala um perfume delicioso. A imagem de um tradicional barão do café está cada vez mais difícil de ser resgatada na memória. Hoje, quem manda são exportadores, industriais, cooperativas e agricultores familiares. Todos conectados ao mundo, pela internet, para acompanhar o sobe e desce diário do preço da saca.
As chuvas que incidiram sobre a região de atuação da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas de Franca (Cocapec), no norte de São Paulo, foram muito satisfatórias, aliviando a longa temporada de tempo seco que predominava.
As crises de preço na cafeicultura é um fato comum, sendo que a cada crise temos algum fato inovador ou mudança de comportamento. No geral a crise é fruto da velha lógica de oferta e procura do produto em questão, ou seja se há excesso de oferta o preço baixa e se há produto em falta o preço sobe e quando isso acontece o produtor logo aumenta o investimento nas lavouras existentes ou o plantio de novas lavouras e dentro de certo período a produção aumenta.
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