Tecnologia aproveita água residuária do processamento do café
Consórcio Pesquisa Café apresenta a tecnologia, que possibilita devolver ao solo parte dos nutrientes utilizados pelas plantas de café.
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Consórcio Pesquisa Café apresenta a tecnologia, que possibilita devolver ao solo parte dos nutrientes utilizados pelas plantas de café.
Modelo foi desenvolvido pelo Instituto Federal do Sul de Minas - campus de Machado, com a função de descascar o café cereja sem o uso de água.
A temperatura em junho deverá ficar acima da média do mês em todo o estado de Minas Gerais, com exceção da região central. Por Williams Ferreira, Marcelo Ribeiro, Domingos Queiroz e Sammy Soares, pesquisadores da Embrapa Café e da Epamig Sudeste.
Sistema de baixo custo e fácil instalação é capaz de reaproveitar 40% do líquido utilizado na lavagem dos grãos.
Na Fazenda Venturim, a previsão é de que a safra fique em torno de 2,6 mil sacas.
Evento terá painel de debate sobre futuro da cafeicultura diante das mudanças climáticas.
Os 10 lotes finais foram cafés produzidos em cinco municípios capixabas e apresentaram notas médias acima de 81 pontos
Dia 8 de julho de 2015 - quarta-feira, será realizado o 1° Workshop dos cafeicultores da região serrana do estado do Rio de Janeiro. Confira a programação.
A água utilizada na lavagem e no descascamento dos frutos de café pode ser reutilizada nessas operações, possibilitando uma economia de 40%. Para possibilitar esse reaproveitamento é preciso remover parte dos resíduos que essa água contém, o que pode ser feito pelo Sistema de Limpeza de Águas Residuárias (SLAR), desenvolvido por meio de uma parceria entre a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Embrapa Café e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), instituições fundadoras do Consórcio Pesquisa Café.
O consumo anual de café no Brasil é o que mais cresce mundialmente. Contribuiu para esse aumento a melhoria da qualidade e ampliação da oferta de produtos inovadores e diferenciados por parte da indústria. As pesquisas têm proporcionado melhores variedades/cultivares do café e incremento da sustentabilidade e da produtividade. Confira
No Espírito Santo, agricultores estão deixando o arábica e apostando no conilon. Enquanto o volume de café conilon produzido na região central do estado cresceu 12%, na safra atual, o tipo arábica deve recuar 30% nos seis municípios ligados à Coopeavi - Cooperativa Agropecuária Centro Serrana.
No processo de produção de cafés de qualidade, o cafeicultor brasileiro encontrou um forte aliado na máquina de descascamento. Ela é hoje amplamente usada no país para o despolpamento do grão cereja da variedade arábica, o que permite otimizar o manejo e, principalmente, ajuda a elevar a qualidade da bebida. Agora, o equipamento também está sendo aplicado no processamento de grãos verdes e boias, assim como no robusta maduro, todos pouco valorizados pelo mercado até então.
A produção de café de boa qualidade representa, atualmente, a melhor alternativa para a cafeicultura brasileira, principalmente quando o enfoque é a viabilidade econômica desta atividade. O processamento do café, fase que inclui preparo, secagem e armazenagem, é determinante tanto na obtenção da qualidade como na composição do custo de produção. Técnicas corretas e manejo racional do sistema de processamento são essenciais para a o sucesso da atividade cafeeira.
Café verde está virando sinônimo de lucro em propriedades que produzem cereja descascado. Tecnologia inédita no país, que descasca também os grãos verdes, já está sendo adotada por cafeicultores de São Paulo e Minas Gerais. Segundo o professor Flávio Meira Borém, do Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras (UFLA-MG), que desenvolveu a tecnologia, a opção de descascar lotes compostos exclusivamente por grãos verdes começou a ser estudada em função da elevada quantidade desses frutos na colheita.
Este evento que possui como principal objetivo a transferência das tecnologias geradas e a atualização em várias áreas da cultura do café, espera a participação de técnicos, consultores, produtores e demais interessados que buscam acesso à informação.
O seminário tem entrada franca e as inscrições antecipadas devem ser feitas, até o dia 24 de maio, por meio do portal da Universidade do Café Brasil.
A Equipe CaféPoint esteve no Espaço Café Brasil 2010, em São Paulo/SP e gravou diversas entrevistas com os participantes da feira. Natália Fernandes conversou com Paulo Sérgio de Almeida, proprietário da Fazenda Santa Terezinha, no Sul de Minas, a respeito de seu modo de produção e os resultados obtidos com o investimento em cafés de qualidade.
Com dezenas de atrativos, Cafés do Espírito Santo divulga as belezas do estado e fomenta o café como destaque turístico
Entenda a técnica e o potencial de mercado dos cafés infusionados, que passa por experiências no Brasil
A illycaffè e a Universidade do Café Brasil promovem, de 6 a 8 de maio, o seminário ´Tecnologia do preparo do café pós-colheita´, em Três Pontas, Varginha e Boa Esperança (MG). Todos os anos, antes do início da safra, a empresa promove este tipo de evento para levar ao produtor de café nacional informações sobre todas as etapas da colheita, descascamento, armazenamento e classificação.
Grãos pretos, verdes e ardidos (PVA) são os principais defeitos do café e apresentam boas práticas de prevenção de tais defeitos
"A gente espera entusiasmar de forma geral os jovens e os pequenos cafeicultores da nossa região, pois nosso resultado prova que é possível, sim, produzir pouco e com grande qualidade; que é possível, sim, superar os desafios, pois quebramos o tabu de que, em nossa cidade, não conseguiríamos produzir cafés especiais", aponta Luiz Ricardo
Evento é gratuito e acontece no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em Três Pontas (MG)
Por Wander Ramos Gomes é coordenador do Programa de Consultoria Técnica da Cooabriel e Jeferson Ferreira Pereira é engenheiro agrônomo e consultor técnico da Cooabriel.