Tudo ou nada?
Em resumo, precisamos diminuir progressivamente o "custo" derivado da derrota em uma eleição. Ou, olhando sob outro ângulo, uma saída inteligente seria limitar os "ganhos" da vitória.
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Em resumo, precisamos diminuir progressivamente o "custo" derivado da derrota em uma eleição. Ou, olhando sob outro ângulo, uma saída inteligente seria limitar os "ganhos" da vitória.
Para a CNA as notícias de que o Governo recuou e alterou dispositivos do polêmico PNDH 3 devem ser recebidas com reserva e atenção. "É verdade que a reação da sociedade impede o Governo de seguir em seus propósitos autoritários. Mas, os conflitos estabelecidos pelo Decreto da Presidência da República não se esgotam com a revisão da referência à questão militar", comentou Kátia Abreu em um comunicado enviado à imprensa.
Em pleno século XXI fazer Reforma Agrária ao moldes do século XIX, pela força, está totalmente fora de moda e de alcance. A sociedade de hoje, com muito mais acesso à informação pela mídia em geral e pelo avanço da Internet, está mais preparada que a de 25 anos atrás, quando o MST começou.
"Os "interesses da economia" no interior da União Europeia são complexos. Diante de preferências conflitantes, grupos bem organizados costumam levar vantagem e impor sua visão de mundo". Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Impossível falar de outro assunto. O resultado do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia (UE) dará muito o que falar. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Para o ex-presidente, cafeicultores devem complementar a renda com outros produtos.
O ex-presidente dos EUA participará de painel ao lado do presidente da Colômbia.
Imaginem uma eleição em que o único resultado possível é o consenso absoluto. Estranho, não? Mesmo em países em que a democracia não é um valor prioritário, seria difícil encontrar um ditador que se sentisse confortável ao anunciar a vitória com 100% dos votos - embora, acreditem, isso ocorre na Coreia do Norte, por exemplo. A razão é simples: em qualquer grupo de pessoas, matizes existem. Sejam interesses ou ideologia, é normal haver certa discordância.
A sociedade brasileira completa 25 anos de democracia plena, sob o mandamento de eleições amplas e sucessão saudável de orientações políticas na condução da Nação. A manifestação da sociedade civil em muitas ocasiões concentra-se apenas na denúncia, mas que não constituem bases para o avanço do conhecimento e suas ações. O aceite da origem brasileira nas negociações dos contratos C na bolsa de Nova Iorque constituiu-se em um assunto que motivou posicionamentos prós e contras. Em razão dessas divergências, faz-se necessária a continuidade das análises sobre essa questão.
A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia e o Patronato da Fundação espanhola Humanismo e Democracia firmaram um convênio destinado ao fortalecimento econômico, social e ambiental das comunidades rurais afetadas pelo conflito armado na Colômbia.
O novo Plano Nacional de Direitos Humanos, PNDH-3, aprovado pelo Decreto nº 7.037 em 21 de dezembro de 2009, está a merecer críticas e reparos nas referências que faz ao setor rural. Destinado a estabelecer as diretrizes, os objetivos estratégicos e as ações programáticas que nortearão as ações do governo federal na área dos direitos humanos, o texto é, na verdade, uma ampla plataforma ideológica, que abrange de modo totalitário aspectos da política, da economia, da cultura e da organização social.
A exigência de índices de produtividade para o setor agropecuário "é uma agressão à livre iniciativa, que consiste em um dos pilares da democracia". A afirmação é da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, e foi feita durante o seminário "CNA discute o Brasil". "O produtor rural como empresário que visa ao lucro de sua propriedade privada é que deve decidir quanto, quando e o que produzir, levando em conta um conjunto de fatores. Não é o governo com suas decisões que deve vir com a mão forte e pesada nas decisões do empresário querendo revisar os índices de produtividade", disse a senadora.
O novo gerente da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia, Luis Genaro Muñoz, eleito na semana passada, durante seção extraordinária da Federação, obteve 67,7% dos votos, equivalente a 11 dos 15 Comitês Departamentais. De acordo com Muñoz, um dos seus compromissos será garantir que o café continue como principal produto agrícola da Colômbia, como símbolo nacional, como motor de desenvolvimento rural, como instrumento da democratização do campo e como modelo de paz e prosperidade.
A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva lançou ontem (7), durante reunião do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, uma campanha que pretende coletar 1 milhão de assinaturas contrárias ao texto do novo Código Florestal, na forma como foi aprovado pela Câmara dos Deputados.
A produção de café arábica da Colômbia, a segunda maior do mundo, atrás apenas da brasileira, deve alcançar 10 milhões de sacas este ano, em comparação às 9,5 milhões de sacas de 2010. De acordo com gerente técnico Ricardo Villaveces Pardo, da Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia (Fedecafe), a produção colombiana está em recuperação.
O colaborador do CaféPoint Bruno Miranda, pesquisador do PENSA, respondeu aos comentários dos leitores em relação ao artigo "O solo no Brasil e seu (mau) uso". Ele afirma que estamos longe de uma opção adequada, capaz de responder ao desafio de garantir uma recompensa aos agricultores por seus esforços de conservação. Acesse e leia a carta na íntegra.
Vinte e cinco presidentes de Sindicatos Rurais, representando as regiões do sul de Minas, Alto Paranaíba (cerrado mineiro) e Vale do Rio Pardo, no Estado de São Paulo, definem em reunião agendada pela Cooxupé que os recursos para resolver o endividamento do setor cafeeiro devem vir, preferencialmente, partir do Tesouro Nacional.
A tarifa dos EUA virou vitrine gratuita: consumidores redescobrem o café brasileiro e reforçam sua origem sem gasto em propaganda
A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, criticou duramente a invasão da fazenda Santo Henrique, em São Paulo, promovida por integrantes do MST. "Foi uma atitude criminosa, realizada sob a alegação de que seriam terras públicas. Esse movimento age como se não existisse lei, ordem. Eles não têm medo de nada, são contra a democracia", denunciou Kátia Abreu. Para a senadora, as invasões representam uma ataque à toda atividade agropecuária, setor responsável pela geração de superavits na balança comercial brasileira.
Padece nesse momento a democracia brasileira e, por conseguinte, toda a sociedade. A estrutura política que alicerça o Estado Nacional bambeia carcomida que está pela desfaçatez com que os donos do poder se acarrapataram ao tesouro público. Os poucos senadores, deputados, governadores, prefeitos, vereadores, juízes, procuradores, fiscais, etc. que guardam ainda alguma integridade na consciência assemelham-se a "santos de bordel" em meio à escandalosa orgia em que o espaço público há muito tempo foi transformado.
Evento on-line, coordenado pelo Instituto Ethos, ocorre na próxima terça-feira (15) e contará com transmissão ao vivo
Nota de repúdio, divulgada no site oficial da FPA, ressalta que declarações que atribuam ao setor participação nos ataques são descabidas
Análises ceteris paribus são comuns na política, prejudicando nossa capacidade de compreender os desdobramentos de eventos disruptivos
Em seu primeiro artigo de 2022, Bruno Varella destaca o ano eleitoral e as possíveis interpretações que envolvem a palavra mercado