Projeto Genoma na Colômbia auxilia a enfrentar desafios da mudança climática
O estudo é realizado há cerca de 10 anos pelo Centro Nacional de Pesquisa do Café (Cenicafé) da Colômbia.
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O estudo é realizado há cerca de 10 anos pelo Centro Nacional de Pesquisa do Café (Cenicafé) da Colômbia.
Para o mercado, duas são as espécies de café com importância econômica: <i>Coffea arabica e Coffea canephora</i>. São ainda plantadas em pequena escala as espécies <i>liberica</i>, na África e Índia, e a <i>racemosa</i>, na África. Cada tipo de grão tem o seu papel no vasto mundo do café. A arte de combinar os diferentes atributos de diferentes grãos permite oferecer experiências que podem ser inesquecíveis.
Estudo propõe marco temporal mais preciso para o surgimento da espécie e demonstra a diversificação histórica das cultivares modernas
Debate sobre os efeitos das mudanças climáticas na cafeicultura brasileira ao longo dos anos e como reconfigurar o mercado quanto a essas questões
O trabalho publicado conta com revisão por pares acadêmicos que respalda seu rigor científico e é de acesso aberto, o que ajudará a estudar e compreender melhor esse inseto nativo da África, presente na Colômbia desde 1988
Pesquisa liderada por illycaffè e Lavazza visa ajudar a indústria do café a se preparar para mudanças climáticas e melhorar qualidade do produto final
Detalhes da sequência foram divulgados último dia 15 de janeiro, na Conferência de Genoma Vegetal e Animal, em San Diego.
Entrevista: Pesquisador que coordenou sequenciamento completo do conilon tira dúvidas sobre o trabalho e os avanços que ele pode trazer.
Na primeira parte do artigo foi falado sobre conceito e dificuldades no melhoramento visando qualidade, a diversidade genética existente atualmente e a relação dos porta-enxertos e a qualidade. No presente artigo será abordado detalhes do alelo Mokka, café Glaucio, a espécie <i>C. Eugenioides</i>, e os Robustas e Arabustas.
Atenção consumidores: temos que exigir a rotulação do café. Se o tal blend se tornou uma realidade, nada contra. Apenas precisamos rotular o café e identificar ao consumidor as porcentagens dos dois cafés que temos nas embalagens de café. No Paraná já há uma lei que obriga as indústrias a identificar as porcentagens dos cafés Arábicas e Conilon nos rótulos das embalagens.