Retrospectiva Conilon 2011
O ano de 2011, marcado por alguns eventos ou momentos um tanto quanto diferentes na cafeicultura de Conilon no Espírito Santo e no mundo, merece uma conotação especial na história da cafeicultura Brasileira.
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O ano de 2011, marcado por alguns eventos ou momentos um tanto quanto diferentes na cafeicultura de Conilon no Espírito Santo e no mundo, merece uma conotação especial na história da cafeicultura Brasileira.
A evolução da safra de café 2010 da Bahia registra atraso considerável, após um longo período sem chuvas nas regiões produtoras do Estado. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes de Araújo, a situação é preocupante. "Se algumas regiões do país sofreram com o excesso de chuva no início da florada, na Bahia as lavouras sofreram com a estiagem", disse ele.
Premiação realizada na Itália revelou a classificação dos brasileiros que venceram o 31º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso
Em entrevista à revista Matéria Prima, circulada em fins do mês de setembro sob o título ´Heróis na Europa, vilões no Brasil´, o presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões, discorre sobre a memória precária herdada pelos novos produtores rurais do Brasil e mantidas pela atual sociedade, sobre a dificuldade da vida no campo e enganos do senso comum a respeito da reforma agrária e questões ambientais. Ressalta ainda que o campo de hoje, ao contrário de nossa história recente, possui "em seu bojo enorme quantidade de tecnologia e inovação".
O mercado de café fechou mais uma semana em alta. Em meio à crise econômica na zona do euro e nos EUA, o café continuou se apresentando como um porto seguro. A cada semana novos números chegam ao mercado confirmando a apertada situação estatística e a impossibilidade de uma correção significativa a curto e médio prazo. Os estoques mundiais (a somatória dos estoques de países produtores e consumidores) caem ano após ano, enquanto o consumo mundial cresce anualmente acima dos dois milhões de sacas.
Por ser um país que tanto briga pelo direito de fazer valer a competitividade derivada de suas excepcionais condições para a agricultura, o Brasil deve estar atento às tendências em todos os setores. No curto prazo, determinadas decisões podem até ser dolorosas do ponto de vista político; porém, uma nação que reivindica para si o status de gigante na geografia do século XXI não deve ter medo de atacar interesses setoriais, quando disso possa derivar a dinamização da cafeicultura como um todo.