Cotações internacionais do café acumulam queda em novembro
De acordo com o CNC, movimento segue a tendência do mercado de commodities.
23 resultados para "convertidas"
De acordo com o CNC, movimento segue a tendência do mercado de commodities.
Já mercado futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, seguiu tendência oposta à observada em Nova York, aponta CNC.
O Código Florestal em vigor no País foi elaborado em setembro de 1965, e já passou por várias alterações. Veja quais são os principais pontos do texto aprovado pela Câmara dos Deputados em 24 de maio e que será analisado pelo Senado.
Conselho Nacional do Café considera insuficientes as medidas apresentadas. Governo Federal deve criar um Grupo de Trabalho para estudar medidas complementares.
O diretor do DCAF, Lucas Ferreira, informa que os recursos para as linhas de CPR e recuperação das lavouras afetadas por granizo devem começar a ser liberados a partir de segunda-feira. Nesta sexta-feira (19), o Diário Oficial da União publicou a Portaria Interministerial nº 1.180-A, a qual estabelece ampliação e nova distribuição dos recursos consignados no Orçamento Geral da União para o Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira), no exercício de 2008, destinados à produção e à comercialização.
Governo concede prazo adicional de 60 dias para o pagamento da 1° parcela das operações de estocagem e de custeio convertidas em estocagem. Anúncio oficial de quebra de safra na América Central reforça condição de perda de equilíbrio entre oferta e demanda, de forma que vivencie-se escassez de café em curto e médio prazos. Tendência nas cotações é de recuperação no primeiro trimestre.
"As instituições financeiras ficam autorizadas a concederem prazo adicional de até 60 dias após o vencimento do pagamento da primeira parcela do reembolso dos financiamentos de estocagem, vencida entre 1º de dezembro de 2012 e 31 de março de 2013, das operações contratadas em 2012. O mesmo se dá com as operações de custeio convertidas em estocagem", afirma Gerardo Fontelles, do MAPA.
Artigo escrito por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., MS, Pesquisador Científico VI do IEA
Texto aprovado permite o uso de reservas particulares como meio de obter licenciamento para empreendimentos de significativo impacto ambiental
Rodrigo Costa traça panorama da semana do mercado cafeeiro
Movimento ocorreu devido à crescente aversão ao risco no mercado financeiro internacional, aponta assessoria técnica do Conselho Nacional do Café.
Turbulências na economia brasileira refletiram em volatilidade nos preços internacionais do café, aponta o Conselho.
Cenário deficitário se desenha após duas safras consecutivas registrarem frustração no Brasil, aponta CNC.
Confira a análise do Conselho Nacional do Café sobre o mês de julho: Futuros do café ignoram fundamentos e são contaminados pelo aumento da aversão ao risco.
Futuros do café apresentam significativas perdas em maio diante do fortalecimento do dólar e da multiplicidade de estimativas de safra.
Os produtores rurais poderão, a partir desta semana, inscrever os seus imóveis no Cadastro Ambiental Rural (CAR), dando inicio, inclusive, à regularização dos passivos ambientais das suas áreas. Em Minas Gerais, no entanto, produtores ainda terão que esperar, já que o estado optou por plataforma própria - o Sisemanet - ainda indisponível.
As novas legislações ambientais Federal e Estadual, a expansão dos centros urbanos e o desempenho dos preços dos produtos agrícolas são alguns dos fatores que explicam porque comprar terras em Minas ficou 23,05% mais caro no último ano.
Espaço Aberto: O desmatamento continua sendo o principal tema que afeta o equilíbrio entre desenvolvimento agropecuário e conservação ambiental, mexendo com os humores de todo mundo: agricultores, ambientalistas, agroindústrias, varejistas, governos e consumidores. Na visão do agronegócio, o argumento é que a produção agropecuária utiliza apenas 28% da área total do País e o mundo não pode prescindir do Brasil para se alimentar e vestir. Por Marcos Sawaya Jank
Na história recente do Congresso Nacional, nenhuma lei foi tão debatida, internamente e em audiências públicas, quanto a do novo Código Florestal. Foram dez anos de discussões e consultas à sociedade. Como todo acordo razoável, o resultado final não agradou inteiramente às partes, grosseira e impropriamente polarizadas em ruralistas e ambientalistas. Mas a lei veio à luz para cumprir o seu papel ambivalente de zelar pela conservação do meio ambiente e tornar viável a atividade agropecuária.
Com o fim das expectativas em torno de mudanças no novo Código Florestal e a entrada em vigor do texto agora definitivo, as atenções se voltam para as obrigações a que estarão sujeitos aqueles que desmataram ilegalmente áreas protegidas. As condições de retorno à legalidade serão reunidas nos Programas de Regularização Ambiental (PRAs) que deverão ser criados em até dois anos nos estados e no DF.
O senador Blairo Maggi (PR-MT) considera que o Programa de Regularização Ambiental (PRA), a ser previsto no novo Código Florestal, deve explicitar que o descumprimento desses compromissos significará o retorno à situação original, ou seja, à execução das multas acrescidas de juros e correções.
"Desafio os radicais a encontrarem na proposta qualquer artigo que fale de desmatamento ou anistia. O texto não permite", afirmou a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, durante palestra no Bright Green Cities/Rio Global Green Business, promovido pelo Banco Mundial e Organização das Nações unidas (ONU).
Dedicado aos "agricultores brasileiros", o projeto com mudanças no Código Florestal apresentado ontem em comissão especial da Câmara dos Deputados reduz de 30 para 7,5 metros a área mínima de preservação ambiental às margens dos rios. A medida integra um pacote de flexibilização das atuais regras de proteção do ambiente, estabelecidas desde os anos 60. Elas vêm sendo descumpridas pela maioria dos 5,2 milhões de produtores rurais do país. Caso a proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) vire lei, caberá aos Estados definir quais áreas desmatadas devem ser recuperadas, inclusive com espécies exóticas.