J. Ganes Consulting avalia safra brasileira em cerca de 40 mi sacas
Consultoria americana divulgou expectativa em seu relatório semanal, em que afirma que as perdas na safra 2014/2015 poderão chegar aos 40% em áreas mais atingidas pela seca.
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Consultoria americana divulgou expectativa em seu relatório semanal, em que afirma que as perdas na safra 2014/2015 poderão chegar aos 40% em áreas mais atingidas pela seca.
A ocorrência de Broca deve trazer prejuízo aos cafeicultores nessa e na próxima safra.
A empresa de pesquisa de mercado Packaged Facts afirma, entretanto, que emergentes expandem o alcance da categoria.
Segundo Judith Ganes-Chase, a escassez não foi sentida, com o Brasil mal reduzindo os volumes exportados em uma base mensal.
Promovido pelo escritório Marcos Martins Advogados e a Vector Consulting, webinar acontece em 10 de maio e pretende sanar as dúvidas sobre o cenário tributário
Estudo foi realizado pela Embrapa em parceria com a SP Ventures e a Homo Ludens Research and Consulting
Rodrigo Costa, consultor de mercado, reúne informações recentes sobre o mercado cafeeiro e macroeconomia global para argumentar em suas análises um certo pessimismo em relação às cotações do café no curto-médio prazo, indo de encontro a previsões otimistas do Cecafé, da OIC e de outros consultores.
Confira comunicado do deputado federal e presidente executivo do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro, divulgado nesta quarta-feira (29/05). "O CNC há tempos, alerta que os agentes vem desconsiderando os fatores fundamentais do mercado cafeeiro. Esse posicionamento, agora, encontra guarida do diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Silva.
A cada dois anos o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) organiza o evento, que reúne especialistas para debater tendências e desafios da cafeicultura brasileira e mundial. Nesta 5ª edição o objetivo será discutir questões relacionadas às atuais tendências de consumo.
Uma resposta relativamente fraca do mercado de café a outra baixa produção na Colômbia sinaliza que o fraco começo do ano para os preços dos grãos deverá continuar.
Estande brasileiro na "11th Seoul Int´l Cafe Show 2012", que ocorre entre os dias 22 e 25 de novembro na Coreia do Sul, servirá cafés especiais brasileiros de várias regiões produtoras, seguido de seminário institucional a ser realizado durante evento. Mercado coreano vem demonstrando uma tendência evolutiva para o nicho de cafés especiais, com potencial aumento para os próximos anos.
A corrida positiva dos preços do café deve ter realmente acabado, já que um de seus principais impulsos, a oferta apertada, deve abrir espaço para um fator baixista no mercado pela primeira vez em seis anos, de acordo com a consultora Judith Ganes-Chase, presidente da J. Ganes Consulting. Ela espera que os preços recuem de seus níveis atuais durante as próximas duas temporadas, enquanto o mercado se movimenta para um equilíbrio entre oferta e demanda em 2011/12 e, depois, para um "superávit massivo" de oferta em 2012/13.
Beat Grüninger é sócio-diretor da BSD Consulting e consultor do Fair Trade USA no Brasil. Ele stá a frente de diversos projetos Fair Trade que apoiam o cafeicultor e apresentam novas oportunidades de mercado. Durante entrevista, Beat fala sobre o trabalho que vem sendo feito com produtores no Brasil para que façam parte do comércio justo e consigam assim rentabilidade na atividade, além de outras vanagens. Acesse e assista a entrevista.
O novo mundo do café está mudando e as exigências por qualidade, sustentabilidade, originalidade são crescentes. Foi com essa percepção que a Região do Cerrado investiu e trabalhou para mudar sua marca acompanhando as tendências do mercado. "Café de Atitude é um jeito de pensar, de agir, de influenciar os produtores, produzir cafés éticos, e mais", comenta Paulo Vischi, diretor de estratégia da Be Consulting, empresa de consultoria de gestão e inovação responsável pelo projeto de branding da região.
O colaborador do CaféPoint Rodrigo Corrêa da Costa, vice-presidente da Corretora Newedge, em New York/USA e colaborador da Archer Consulting - assessoria especializada em mercados de Futuros, Opções e Derivativos, no Brasil, enviou um comentário ao artigo "Café brasileiro de boa qualidade recebe ágio", falando sobre o motivo do deságio do café arábica brasileiro frente a bolsa de Nova York. Acesse e leia a carta na íntegra.
Além dos fundos comprando e do dólar enfraquecendo, o mercado se mostrou leve em termos de pressão vendedora dos produtores. Com a escassez de cafés suaves, que só deve se normalizar a partir de outubro, e estando o Brasil, que potencialmente seria o grande vendedor do momento, retraído em função do sucesso de planos de ajuda como o programa de opções e do clima chuvoso, o mercado tem potencial de subir um pouco mais.
O café teve uma semana volátil mas conseguiu encerrar o período com ganhos de US$ 5.69/saca em NY, US$ 3.70/saca na BM&F e US$ 5.64/saca para o robusta em Londres. A fraqueza do dólar americano contribuiu assim como a melhora na percepção do ambiente macro-econômico, porém o lado do fundamento teve um peso importante. Começa a aparecer sinais de demanda para o começo de 2010 principalmente para Brasil, ao mesmo tempo que cresce a preocupação com a qualidade do café brasileiro por causa das chuvas na colheita.
O arábica tem sofrido em NY apesar da disponibilidade limitada dos café entregáveis nesta bolsa. Entretanto, pela análise técnica que nos dá sinais de um mercado sobre-vendido e com a indústria se interessando em comprar novas baixas, nos parece que estamos próximos de ver uma reversão da baixa. O mercado talvez não tenha força neste momento para voltar aos 130.00 cts/lb, mas acreditamos que os preços vão acima de 120.00 cts/lb de novo.
Metade do ano se passou e o período levou embora a sensação do fim do mundo que pairava no ar no começo de 2009. O último trimestre foi responsável pela recuperação das bolsas de ações ao redor do mundo depois dos resultados ruins do 1º trimestre. Os resultados são mistos já que os países "maduros" tiveram perdas acumuladas de até 5% enquanto os mercados emergentes se destacaram com ganhos substanciais.
Nova Iorque parece que não encontrou tanta compra de torradores como esperávamos e a queda para os patamares de preço abaixo de 120.00 cts assusta a todos. Com fundos ainda detendo uma posição comprada que não é pequena e o interesse de compra dos torradores retraídos pela queda forte do mercado, o arábica em Nova Iorque preocupa aqueles que não aproveitaram o "rallye" para fazer suas fixações.
O café não conseguiu se desvencilhar do tom negativo e acabou escorregando para os 127.00 centavos durante a semana. Nova Iorque fechou o período com perdas de US$ 5.69 por saca, encerrando a semana abaixo do nível psicológico de 130.00 cts/lb no vencimento de julho 2009. A fraqueza do dólar ajudou a trazer um pouco de compras por parte dos torrefadores, que estavam protelando suas necessidades de compras.
O mercado NY pode romper os 130 cts/lb e acabar escorregando até 125 cts/lb com fundos liquidando parte de suas posições mesmo que o dólar não se valorize. Muitos dizem que o movimento que vimos pode ser apenas de uma correção técnica e que o mercado voltará a subir. Porém, os sinais vindos do mercado físico nos fazem pensar que o a bolsa está mais vulnerável para cair.
Christian Maraccini, mais conhecido como Crica, nasceu no Brasil e foi para a Dinamarca. Hoje ele é sócio proprietário do Bikkini Barista, uma cafeteria de cafés especiais que ganhou incrementos durante sua construção e está estabelecida como um multiplex club, reunindo em um único lugar restaurante, cafeteria, bar, espaço para eventos, balada, agência de propaganda e escritório de corretagem de cafés. Acesse e assista entrevista com Crica.
O forte terremoto que atingiu a ilha de Sumatra, na Indonésia, não deve prejudicar a produção de café do país, que é o quarto maior produtor do mundo. Na atual safra, a maior parte do grão já foi colhida, e os próximos ciclos também não devem ser afetados pelo tremor, disseram analistas.