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17 resultados para "conseguia"

15/09/2009

Reserva Legal: proprietários podem explorar sua área

O proprietário de uma área rural poderá colher sementes, castanhas e frutos, pegar lenha para uso doméstico e usar madeira para construir benfeitorias dentro de sua reserva legal. Nessa área, também poderá fazer o manejo florestal sustentável, ou seja, cortar algumas árvores de forma alternada. As medidas integram uma instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA) que regula o uso sustentável das reservas legais localizadas dentro das propriedades rurais.

23/03/2009

PR: preço do café reage no mercado interno

A cotação do café apresentou pequena reação no Paraná nos últimos dias, reflexo de dois fatores ocorridos durante a semana passada: o protesto dos cafeicultores, realizado em Varginha/MG, e o pacote americano de cerca de US$ 1 trilhão para ajudar o mercado financeiro. Desta forma, os preços que estavam na casa dos R$ 220/sc no mercado interno subiram para cerca de R$ 250/sc. Entretanto, o valor ainda não cobre os custos de produção.

18/03/2008

Leitor comenta: como planejar o custo de produção?

Quando comecei a produzir café, em 1980, um engenheiro amigo e bem sucedido na construção civil, não conseguia entender como eu estava numa atividade que não permitia prever, com precisão, o quanto ia produzir (sujeito a ventos e trovoadas) e quanto valeria o produto no momento da venda; portanto, não podia nem imaginar o custo/benefício do empreendimento, leia-se, lucro. Assim, gostaria de saber do José Eduardo como "planejar antecipadamente o custo de produção, em função do preço de venda, bem como estabelecer a margem de lucro". O cafeicultor teria que combinar com o fornecedor de insumos, com a chuva, com o granizo, com os ventos, com as pragas e as doenças, com os "abutres de plantão" que procuram controlar os preços - em geral com êxito - e muitas outras variáveis independentes. Os mais esclarecidos procuram trabalhar assim, mas prever o futuro é quase impossível, especialmente em se tratando de agricultura, não é?

19/05/2011

Despolpamento valoriza verdes, boias e robusta

No processo de produção de cafés de qualidade, o cafeicultor brasileiro encontrou um forte aliado na máquina de descascamento. Ela é hoje amplamente usada no país para o despolpamento do grão cereja da variedade arábica, o que permite otimizar o manejo e, principalmente, ajuda a elevar a qualidade da bebida. Agora, o equipamento também está sendo aplicado no processamento de grãos verdes e boias, assim como no robusta maduro, todos pouco valorizados pelo mercado até então.

18/11/2010

Os gringos continuam por fora

Depois de quase três semanas na Europa discutindo em diferentes fóruns expansão da agricultura e mudança no uso da terra, cheguei à conclusão de que valeria a pena trazer os pontos do debate internacional, por mais absurdos que sejam - e alguns o são muito -, para a opinião pública brasileira. De longe, o tema da mudança no uso da terra é a questão estrutural mais relevante para os produtores agrícolas do Brasil e do mundo. Vários argumentos, vindos de variadas direções, jogaram-na no centro do debate.

28/07/2010

Microlotes: grãos selecionados e exclusivos

Todo o esforço para produzir o melhor café do mundo, que inclui investir numa boa semente, bom terroir e bom manejo, acaba concentrado em poucos pés de café, que rendem sacas contadas. São elas que, ao serem garimpadas por compradores exigentes, receberão um perfil de torra minucioso e um preparo irrepreensível. Esse microlote de café que chega ao consumidor, raro e limitado, é produzido em um ou poucos talhões de uma fazenda e, por sua exclusividade, é muito valorizado.

08/07/2010

Isaac Ribeiro Gabriel, da Fazenda São Gabriel, fala sobre o sucesso da criação de suas marcas

A Equipe CaféPoint esteve no Espaço Café Brasil 2010, em São Paulo/SP e gravou diversas entrevistas com os participantes da feira. Natália Fernandes conversou com Isaac Ribeiro Gabriel, proprietário da Fazenda São Gabriel em Guaxupé/MG, a respeito do modelo de produção adotado, os investimentos em qualidade, a criação das marcas próprias e as dificuldades encontradas durante o crescimento do negócio.

21/01/2010

Um funeral para o agronegócio

Lendo o decreto do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) e os esclarecimentos sobre como o processo de consulta à sociedade foi feito, sou induzido a chegar à seguinte conclusão: o agronegócio não interessa à sociedade e ao governo brasileiros, pelo menos sob a perspectiva de garantia de direitos humanos. Diria, portanto, que conceitualmente o PNDH-3 enterra o agronegócio e atesta seu óbito no Decreto 7.037, datado de 21 de dezembro de 2009.

04/08/2009

Arquitetos do quebragalho

Padece nesse momento a democracia brasileira e, por conseguinte, toda a sociedade. A estrutura política que alicerça o Estado Nacional bambeia carcomida que está pela desfaçatez com que os donos do poder se acarrapataram ao tesouro público. Os poucos senadores, deputados, governadores, prefeitos, vereadores, juízes, procuradores, fiscais, etc. que guardam ainda alguma integridade na consciência assemelham-se a "santos de bordel" em meio à escandalosa orgia em que o espaço público há muito tempo foi transformado.